Biblioteconomia para Concursos

Blog com notícias e análises de concursos públicos na área de Biblioteconomia

CESPE vs FCC

Este mês fiz um experimento na nossa página do Facebook. Numa semana, coloquei durante uns dias seguidos apenas questões FCC e pedi para que os assinantes respondessem ou arriscassem uma resposta. Na outra semana, fiz o mesmo, mas com questões CESPE.

A diferença na resposta das pessoas foi brutal. Em média, as postagens das questões FCC tiveram 10 comentários. Enquanto que as da CESPE tiveram 2. 

Claro, cientificamente, isso não vale pois não é um experimento controlado e pode ter sido influenciado por inúmeras variáveis não previstas. Contudo, posso confirmar algo já sabido. As pessoas se sentem mais confortáveis com provas de ABCDE do que provas de C ou E. Especialmente sabendo que um erro anula um acerto (coloquei essa informação nas postagens CESPE). 

Provas CESPE confundem bastante pois fogem do comum. Pois somos acostumados com ABCDE desde o ensino básico voltado para o vestibular e ENEM. Some-se a isso a questão da anulação da certa pela errada, o caos está formado.

O segredo para vencer o medo é dominá-lo. Tal qual na guerra, conhecer o inimigo é fundamental. Portanto, praticar com questões CESPE é o primeiro passo para você melhorar seu nível de confiança. Outro ponto é criar e fazer simulados desse tipo também, anulando questões, para dar aquele frio na barriga. É difícil ter esse nível de auto-disciplina, mas conheci concurseiros que se colocavam desafios nos simulados. Tipo, se eu acertar X% irei ao cinema no fds, se não, irei estudar tantas horas. Enfim, se puder fazer algo assim, é um estímulo plus para o aprendizado.

Força nos estudos!

3 hábitos que atrapalham o seu aprendizado

Desde quando comecei a ensinar para concursos estudo aprendizagem. A aprendizagem de um concurseiro é diferente da aprendizagem de outros tipos de estudantes, sejam da educação formal (ensino fundamental, médio, universitário), educação utilitária/técnica ou educação profissional. Pois o aprendizado para concursos é focado em passar em um concurso, não propriamente em aprender ou ser o melhor naquilo que se está estudando. Claro, quanto mais estuda, mais aprende e mais se sabe para ser um melhor profissional. Porém, quem garante que o primeiro lugar em concurso de 1 vaga realmente é melhor profissional do que todos os outros inscritos? (Nota: De toda forma, acredito nos concursos como a forma mais justa e democrática de acesso aos cargos públicos. Pois todas as outras apresentam ainda mais formas de corrupção do processo sem oferecer uma melhor garantia de qualidade.)

Isto posto, ao longo de mais de uma década em contato diário com alunos eu identifiquei 3 hábitos comuns que atrapalham o aprendizado para concursos. São esses hábitos os responsáveis por você errar aquela questão que faz você ficar em terceiro lugar num concurso com duas vagas. Pois eles não estão presentes nos estudantes ruins (para mim, estudante ruim é o que não estuda). Eles estão presentes nos bons estudantes, e ficam mascarados em resultados positivos mas insuficientes para uma aprovação. 

São os seguintes.

1 – sentir-se cheio de conhecimento: já ensina um sábio que um copo cheio não recebe mais água. Muitos alunos estão num nível tão alto de aprendizado(ou acreditam estar) a ponto de não conseguirem aprender mais nada. Simplesmente não conseguem aprender pois criar a barreira do “já sei”. É assim deixam escapar detalhes, que farão falta para acertar uma questão a mais. Por isso é preciso esvaziar-se para poder receber mais conhecimento.

Quando você achar que já sabe tudo, pense que não sabe de nada e volte a estudar o básico, as coisas mais simples. Os princípios mesmo. Você descobrirá coisas novas. 

2 – sentir-se sempre em dúvida: talvez seja o mais comum, pois, creio, esteja ligado à questão da auto-estima. Esse aluno é o inverso do anterior. Ele sabe tanto, estudou tanto, mas não sente segurança no próprio conhecimento. Provas CESPE pra ele é um martírio, pois ele duvida de tudo. Na hora de marcar o gabarito oficial, muda as respostas e quando confere descobre que estava certo. Conhecem concurseiros assim? Eu também. 

Se você se identifica aqui, procure confiar mais no seu conhecimento.  Você estudou, praticou, então não fique buscando erro onde não tem. Exercite bastante isso em simulados. E boa prova. 

3 – falta de curiosidade: o terceiro hábito na verdade é a falta de hábito. Exercitar a curiosidade é importante para um concurseiro de “alto rendimento”, aquele que estuda para concursos de 1 vaga. Pois o diferencial muitas vezes está num detalhe não coberto pelas apostilas dos professores.

Ser curioso é ir atrás de mais. Um concurseiro curioso sempre tem um dicionário de português, de inglês, e o de biblioteconomia por perto, por exemplo, para avançar nos conhecimentos de novos termos. É ir atrás de informações como data e local de nascimento de autores importantes na área. Eu já contei aqui no blog que num dos primeiros concursos que fiz,UFRN em 2004, acertei uma questão pois tinha assistido uma entrevista em Jo Soares com um físico pernambucano. 

Pratique a curiosidade sempre.

Força nos estudos!

Empregabilidade do profissional bibliotecário

Inserção no mercado de trabalho e a empregabilidade de bacharéis em Biblioteconomia“.Um bom artigo publicado na mais recente edição da Revista PCI da UFMG. 
“Dentre os pesquisados, 41,9% ingressou no emprego atual por meio de seleção por concurso público e 39,2% por meio de testes e entrevistas. Observou-se também que os concursos públicos foram responsáveis em oferecer a menor (até R$1.000,00) e a maior (acima de R$7.000,00) remuneração salarial e também a remuneração mais equilibrada, pois 18 profissionais recebem entre R$3.001,00 e R$5.000,00. ”

Pelo parágrafo acima, confirmamos a importância do concurso público na carreira do bibliotecário. Boa parte, cerca de 50%, das vagas de trabalho para bibliotecários estão em órgãos públicos. Isso se deve a inúmeros fatores, entre eles a reserva de mercado, maior rigor na fiscalização em órgãos públicos, entre outros. 

Vale a leitura. 

Força nos estudos!

Provas CESPE

Particularmente acho as provas CESPE bacanas. Longe de serem fáceis, claro. Porém elas trazem um desafio além do conhecimento técnico/científico que é o desafio do auto-controle e do auto-conhecimento. Será que vale a pena marcar todas as questões? 
Se uma resposta marcada errada anular 1 resposta correta, é preciso ter atenção redobrada e ceder mais. Se forem 2 erradas para uma certa, já é possível arriscar um pouco mais.

Minha dica é deixar 10% das questões em branco e depois avaliar criteriosamente se vale a pena arriscar em algumas delas.

Outra dica é jamais, jamais, chutar com base no 50/50. Pois como você já errou entre as que marcou, vai acabar chutando errado.

Força nos estudos !
P.s.: imagem do GranCursos.

Curso EAD Biblioteconomia Para Concursos turma 2 2016

Em 2008 ministrei meu primeiro curso EAD. Foi somente a disciplina de gestão, que envolvia administração, marketing, avaliação, qualidade, OSM. Foi uma experiência excelente, com a qual eu aprendi bastante e pude começar, somente em 2010, o meu curso EAD com as disciplinas mais exigidas nos programas dos concursos.
Desde então o curso ganha em conteúdo e em qualidade. 
O que eu mais gosto do curso é de oferecer uma experiência diferente a quem estuda. Pois o curso inverte a lógica de “professor ensina aluno recebe”. No curso, o aluno é o responsável por seu aprendizado. Os professores são apenas orientadores que estão à disposição para dúvidas. Mas o aluno é o dono do seu próprio destino. Para quem é preguiçoso, isso é péssimo. Para quem gosta de estudar, é libertador.
Essa ideia de educação centrada no aluno é um dos pilares da EAD. Não faz sentido oferecer um curso a distância com todos os recursos que a tecnologia pode nos oferecer e no fim ocioso apenas replicar a sala de aula. No nosso curso subvertemos essa história e deixamos o aluno ser o responsável por seu aprendizado.
Isso não seria possível sem conhecer os “estilos de aprendizagem”. Estilos de aprendizagem são as formas como nós aprendemos. Basicamente, são 4 : ativo, reflexivo, teórico e pragmático. Reconhecer seus estilos de aprendizagem predominantes é fundamental. Pois é necessário aprender a aprender. Quando ficamos presos ao modelo tradicional da escola, somos levados a acreditar que só aprendemos sendo “ensinados” por uma “autoridade” detentora de todo o conhecimento. Isso não é verdade. O aprendizado se dá de várias formas e cada pessoa tem seus estilos mais fortes de aprendizado. Isso explica porque tantos alunos bons na escola não são tão bons fora dela. Explica também porque muitos alunos ruins conseguem sucesso fora da escola. Pois encontraram atividades onde seus estilos são mais adequados. O erro é insistir em tentar aprender de uma forma que não serve para si.
Por isso, no curso Biblioteconomia Para Concursos EAD nós oferecemos vários tipos de materiais, que gosto de chamar de objetos de aprendizagem. São textos, vídeos, slides, games, atividades, entre outros. Que ajudam o aluno a ganhar conhecimento e a experimentar outras formas de aprender.
Nossa turma 2 de 2016 está com as inscrições abertas. Venha aprender a aprender.

Ementa e informações aqui. 

Força nos estudos!

Concorrência importa

Meses atrás escrevi um texto no facebook falando que concorrência não importa, pois no fim das contas somente uma pequena parte da concorrência é que realmente está na disputa, o resto apenas participa de uma loteria (paga para sonhar). Desde que comecei a estudar para concursos o senso comum e a sabedoria popular dos concursos diz que 1% dos candidatos é que realmente concorrem.
Isso acabou me incomodando pois eu pensei comigo “será que é isso mesmo? qual a porcentagem dos que realmente concorrem?”. Resolvi então fazer uma pesquisa para poder concluir isso de uma forma mais próxima da exatidão. Preciso dizer que não consegui, pois a precisão só virá com a exaustividade e essa fica difícil sem tempo e recursos. Levantei apenas 17 concursos. Creio que com 500 concursos encontraríamos uma resposta acurada, bem próxima da realidade. 
O que importa é que com esses 17 já dá pra refletir e entender alguns pontos. Fui surpreendido com algumas outras pistas que conduzirão, espero, para outras pesquisas mais na frente. Estou me sentindo um verdadeiro pesquisador dos concursos 😀 Mas o fato é que é bem interessante ver os concursos de uma ótica diferente da de quem está concorrendo.
Nessa pesquisa, peguei dados de concursos recentes das organizadoras CESPE, FCC, CESGRANRIO, FGV e UFMG. 

Os dados foram: número de vagas, número de inscritos, número de aprovados, e notas dos aprovados.
Queria entender melhor os resultados dos concursos. Nos primeiros anos do blog eu fazia o que chamava de “análise de resultado”, em que fazia justamente isso, tentar entender o que leva um candidato a ser aprovado em primeiro lugar ou dentro das vagas. 

Os editais de concursos preveem desvio-padrão, que é uma medida que faz uma questão valer mais pontos do que outra de acordo com o número de pessoas que acertaram ou erraram cada questão. Por isso, na minha opinião, uma diferença pequena na nota final pode ser considerada um empate técnico, já que dois candidatos podem ter acertado o mesmo número de questões mas, por conta do desvio-padrão, as suas notas ficam diferentes. Seria bom ter acesso ao desvio-padrão, até para saber quais as questões que a maior parte dos candidatos acertou e errou, pois isso nos levaria a conhecer as questões fáceis e as questões difíceis. Mas não sei como conseguir esses dados.
Fiz a pesquisa para tentar comprovar a hipótese de que “apenas 1% dos candidatos realmente concorrem”. Dito assim é muito vago. Como estabelecer quais os candidatos que realmente concorrem? São aqueles que se inscrevem no concurso, aqueles que são aprovados, ou aqueles que não foram aprovados por uma diferença mínima na nota? Para esta pesquisa, considerei os candidatos que realmente concorrem como aqueles que foram aprovados. Pois ser aprovado em alguns concursos realmente já é muita coisa, como veremos. Quando comecei a pesquisa pensei em estabelecer um percentual da nota do primeiro lugar para considerar aqueles “que realmente estão no páreo”, porém a pesquisa mostrou que isso não faz sentido pois em geral o primeiro lugar está muito à frente dos outros.
Tive que estabelecer alguns conceitos para levar essa pesquisa à frente, pois a partir deles é que poderei confirmar ou refutar a hipótese inicial. Os conceitos seguem abaixo:

Concorrência real: a relação entre o número de candidatos aprovados – aqueles que passaram no ponto de corte do concurso – e o número de vagas. Aqui é onde estão, a priori, os candidatos que realmente concorrem. Os que se inscrevem e não são aprovados sequer podem ser considerados concorrentes. Por isso, quando sai a concorrência não vale a pena se desesperar pois ela não é a real.


Taxa de concorrência:
percentual de candidatos inscritos que são aprovados. Divisão dos que são aprovados pelo total de inscritos.

Coeficiente do primeiro dos últimos
: é a diferença percentual entre menor nota classificada – ou seja, a menor nota dentro das vagas – e a maior nota não classificada, ou seja, a maior nota fora das vagas do concurso. Esse coeficiente será menor quando maior for o número de vagas, e será maior quando o concurso tiver apenas 1 vaga, por conta do coeficiente do segundo lugar.

Coeficiente de nomeação:
é a diferença entre a nota do primeiro lugar e a nota do segundo lugar. Independente de número de vagas, essa diferença tende a ser alta. Chamo de nomeação pois é a diferença que faz alguém ser nomeado.

Fiz o levantamento em 17 concursos. Procurei pegar concursos recentes de grandes organizadoras. Ficou assim:

FCC

8

CESPE

4

CESGRANRIO

2

FGV

2

UFMG

1

Por tipo de órgão, os concursos escolhidos foram

Poder legislativo 

4

Empresas públicas 

4

Tribunais

7

Instituições Ensino Superior

2
Por ano de realização do concurso
2015

2

2014

7

2013

6

2012

2

Assim, temos que a maioria dos concursos analisados foram realizados pela FCC, para Tribunais e realizados em 2014. Esse recorte é importante, pois os concursos da FCC são bem diferentes dos concursos CESPE, por exemplo. Enquanto que concursos para Tribunais costumam envolver muitas matérias, inclusive provas escritas, o que talvez mostre uma dificuldade maior dos candidatos a cargos de bibliotecário em outras disciplinas além do conhecimento específico. De qualquer forma, isso deve ser aprofundado.

RESULTADOS

Os resultados foram computados concurso por concurso. Não há como fazer correlação entre os resultados de concursos diferentes, por uma série de razões. Assim, dividi os resultados de cada conceito/coeficiente em 3 níveis, com base nos dados, para ficar melhor de entender.
Os níveis da Taxa de Concorrência Real foram: menos de 5 candidatos por vaga, menos de 10 candidatos por vaga e mais de 10 candidatos por vaga. 9 dos concursos analisados tiveram taxa de concorrência real de 5 para 1 vaga. Diminui bastante o número de concorrentes quando se exige qualidade.

< 5/1

< 10/1

> 10/1

Concorrência real: 

9

2

6

< 5%

< 10%

> 10%

Taxa de concorrência:

6

3

Coeficiente do primeiro dos últimos: peecentual 

Coeficiente de nomeação: percentual 

1. ALEPE – 2014 – FCC – VAGAS: 2 APROVADOS: 8 INSCRITOS: 174

Maior nota classificado 388.94

Menor nota classificado 339.82

Maior nota não classificado 337.09

Menor nota 302.02

Avaliação relacional

Relação candidato/vaga = 87

Concorrência real (relação real é a relação entre vagas e candidatos aprovados) = 4/1.

Taxa de concorrência (percentual de candidatos que foram aprovados) = 5%
Avaliação de acordo com as notas
Diferença maior nota classificada X Menor nota Classificada > 10%

Diferença entre menor nota classificada X Maior nota aprovada < 1%

Diferença entre maior nota classificada X menor nota aprovada > 28%
Neste concurso, vemos que 5% dos candidatos inscritos realmente tinham alguma chance de passar. Porém, a diferença entre a menor nota aprovada e a maior nota foi maior que 28%, ou seja, o candidato teria que aumentar sua nota em torno de 30% para chegar na primeira colocação do concurso. Mostra bem como, pelo menos neste concurso, o primeiro colocado está muito superior aos outros.

2. ALERN – 2013 – FCC – VAGAS: 2 APROVADOS: 14 INSCRITOS: 180

Maior nota classificado 324.20

Menor nota classificado 284.04

Maior nota não classificado 282.81

Menor nota não classificado 235.42
Avaliação relacional

Relação candidato/vaga = 90

Concorrência real (relação real é a relação entre vagas e candidatos aprovados) = 7/1.

Taxa de concorrência (percentual de candidatos que foram aprovados) = 8% (equivalente)
Avaliação de acordo com as notas
Diferença maior nota classificada X Menor nota Classificada > 15%

Diferença entre menor nota classificada X Maior nota aprovada < 1%

Diferença entre maior nota classificada X menor nota aprovada > 40%

Neste concurso, vemos que 8% dos candidatos inscritos realmente tinham alguma chance de passar. Porém, a diferença entre a menor nota aprovada e a maior nota foi maior que 40%, ou seja, o candidato teria que aumentar muito sua nota para chegar na primeira colocação do concurso. Mostra bem como, pelo menos neste concurso, o primeiro colocado está muito superior aos outros, inclusive em relação a menor nota aprovada. Porém, a diferença entre a menor nota aprovada e a maior nota não aprovada, ou seja, entre a nomeação e a continuidade nos estudos, foi menor que 1%.

3. METRÔ DE SÃO PAULO – 2013 – FCC – VAGAS – 1 APROVADOS: 60 INSCRITOS: 162

Maior nota classificado 291.03

Menor nota classificado 291.03

Maior nota não classificado 281.72

Menor nota não classificado 202.27
Avaliação relacional

Relação candidato/vaga = 1/162

Concorrência real (relação real é a relação entre vagas e candidatos aprovados) = 60/1

Taxa de concorrência (percentual de candidatos que foram aprovados) = 40% (equivalente)
Avaliação de acordo com as notas
Diferença maior nota classificada X Menor nota Classificada > Uma vaga apenas

Diferença entre menor nota classificada X Maior nota aprovada < 4%

Diferença entre maior nota classificada X menor nota aprovada > 40%
Apesar de ser 1 vaga, foram 60 aprovados. Um número alto, equivalente a mais de 40% dos inscritos. Um sinal de que a prova pode ter sido mais fácil que o normal. Importante notar que ainda assim a diferença entre a nota do primeiro lugar e a do último é enorme. O coeficiente do segundo lugar foi em torno de 4%, ou seja, bem próximo. Talvez isso também esteja relacionado com a possível facilidade da prova, pois esse coeficiente só ocorre quando há um grande número de aprovados.

4. TCE PI – 2014 – FCC – VAGAS: 1 APROVADOS: 24 INSCRITOS: 54

Maior nota classificado 288.92

Menor nota classificado 288.92

Maior nota não classificado 270.40

Menor nota não classificado 203.60
Avaliação relacional

Relação candidato/vaga = 54/1

Concorrência real (relação real é a relação entre vagas e candidatos aprovados) = 24/1

Taxa de concorrência (percentual de candidatos que foram aprovados) = 50% (equivalente)
Avaliação de acordo com as notas
Diferença maior nota classificada X Menor nota Classificada > Uma vaga apenas

Diferença entre menor nota classificada X Maior nota aprovada < 5%

Diferença entre maior nota classificada X menor nota aprovada > 40%

5. TRT 16 – FCC – 2014 – CADASTRO RESERVA – APROVADOS:28 INSCRITOS: 136

Maior nota classificado 280.09

Menor nota classificado 279.68

Maior nota não classificado 272.76

Menor nota não classificado 213.93

*** como foi cadastro reserva, colocamos as 3 maiores notas e a menor nota aprovada.
Avaliação relacional

Relação candidato/vaga = 136/1

Concorrência real (relação real é a relação entre vagas e candidatos aprovados) = 28/1

Taxa de concorrência (percentual de candidatos que foram aprovados) = 20% (equivalente)
Avaliação de acordo com as notas
Diferença maior nota classificada X Menor nota Classificada > Uma vaga apenas

Diferença entre menor nota classificada X Maior nota aprovada < 0%

Diferença entre maior nota classificada X menor nota aprovada > 20%

6. TRF 1 2014 – FCC – VAGAS: 1 APROVADOS:10*** INSCRITOS: 88 

*** O edital limitou a 10 o número de aprovados.

Maior nota classificado 339.67

Menor nota classificado 339.67

Maior nota não classificado 338.33

Menor nota não classificado 285.89

7. TRF 3 – 2014 – FCC VAGAS: 3 APROVADOS: 3 INSCRITOS: 288

Maior nota classificado 421.98

Menor nota classificado 326.15

Maior nota não classificado – XXX

Menor nota não classificado – XXX

*** Eram 3 vagas, foram aprovados apenas 3.
8. TCE GO – 2014 – FCC – vagas: 2 inscritos: 85 aprovados: 3

*** concurso para Gestão do conhecimento (arquivistas ou bibliotecários)

Maior nota classificado 329.88

Menor nota classificado 325.35

Maior nota não classificado – 325.04 

Menor nota não classificado – 325.04 
Avaliação relacional

Relação candidato/vaga = 1/85

Concorrência real (relação real é a relação entre vagas e candidatos aprovados) = 1/3

Taxa de concorrência (percentual de candidatos que foram aprovados) = 4% (equivalente)
Avaliação de acordo com as notas
Diferença maior nota classificada X Menor nota Classificada > 1%

Diferença entre menor nota classificada X Maior nota aprovada < 4%

Diferença entre maior nota classificada X menor nota aprovada < 1%

9. CESPE – SERPRO – 2013 – VAGAS: 1 BSB (183 INSCRITOS – 40 aprovados) – 1POA (103 INSCRITOS – 16 aprovados) 

MAIOR NOTA (BSB) – 68

MENOR NAO CLASSIFICADO – 61

MENOR APROVADO – 39
MAIOR NOTA (POA) – 53

MENOR NAO CLASSIFICADO – 51

MENOR APROVADO – 38
10. CESPE – CADE – 2013 – VAGAS: 1 – INSCRITOS 134 – APROVADOS: 5

MAIOR NOTA 89.93

MAIOR NOTA NAO CLASSIFICADO 85.67

MENOR NOTA APROVADA 71.35
Avaliação relacional

Relação candidato/vaga = 1/135

Concorrência real (relação real é a relação entre vagas e candidatos aprovados) = 1/5

Taxa de concorrência (percentual de candidatos que foram aprovados) = 4% (equivalente)
Avaliação de acordo com as notas
Diferença maior nota classificada X Menor nota Classificada > 1%

Diferença entre menor nota classificada X Maior nota aprovada < 5%

Diferença entre maior nota classificada X menor nota aprovada < 20%

11. CESPE – TCDF – 2013 – VAGAS: 5 – INSCRITOS – 390 – APROVADOS – 19

MAIOR NOTA 127.37

MENOR NOTA CLASSIFICADO – 117.84

MAIOR NOTA NAO CLASSIFICADO 116.13

MENOR NOTA APROVADA 91.54
Avaliação relacional

Relação candidato/vaga = 1/78

Concorrência real (relação real é a relação entre vagas e candidatos aprovados) = 1/4

Taxa de concorrência (percentual de candidatos que foram aprovados) = 5% (equivalente)
Avaliação de acordo com as notas
Diferença maior nota classificada X Menor nota Classificada > 10%

Diferença entre menor nota classificada X Maior nota aprovada < 1%

Diferença entre maior nota classificada X menor nota aprovada < 40%

12. CESPE TRT 17 – 2013 – VAGAS – 0 – INSCRITOS: 109 APROVADOS – 7

MAIOR NOTA 81.8

MENOR NOTA CLASSIFICADO – 81.8

MAIOR NOTA NAO CLASSIFICADO 80.84

MENOR NOTA APROVADA 49.31
Avaliação relacional

Relação candidato/vaga = 109 candidatos.

Concorrência real (relação real é a relação entre vagas e candidatos aprovados) = 7 candidatos.

Taxa de concorrência (percentual de candidatos que foram aprovados) = 6% (equivalente)
Avaliação de acordo com as notas
Diferença maior nota classificada X Menor nota Classificada > 1%

Diferença entre menor nota classificada X Maior nota aprovada < 1%

Diferença entre maior nota classificada X menor nota aprovada < 40%

13. CESGRANRIO – BNDES – 2012 – INSCRITOS: 880 VAGAS: 1 APROVADOS: 28

MAIOR NOTA 110,55

MAIOR NOTA NAO CLASSIFICADO 109,00

MENOR NOTA APROVADA 91,85
Avaliação relacional

Relação candidato/vaga = 1/880

Concorrência real (relação real é a relação entre vagas e candidatos aprovados) = 1/28

Taxa de concorrência (percentual de candidatos que foram aprovados) = 3% (equivalente)
Avaliação de acordo com as notas
Diferença maior nota classificada X Menor nota Classificada > 1%

Diferença entre menor nota classificada X Maior nota aprovada < 1%

Diferença entre maior nota classificada X menor nota aprovada < 20%

14. CESGRANRIO – CEFET RJ – 2014 INSCRITOS = – 44 + 27 + 29 + 49 – – VAGAS – 2 + 2 + 1 + 1 – APROVADOS – 5/44 + 2/27 + 2/29 + 6/49
MAIOR NOTA – 32

MAIOR NOTA NAO CLASSIFICADA – 31

MENOR NOTA APROVADA – 27
Avaliação relacional

Relação candidato/vaga = 1/44

Concorrência real (relação real é a relação entre vagas e candidatos aprovados) = 1/5

Taxa de concorrência (percentual de candidatos que foram aprovados) = 10% (equivalente)
Avaliação de acordo com as notas
Diferença maior nota classificada X Menor nota Classificada < 1%

Diferença entre menor nota classificada X Maior nota aprovada < 3%

Diferença entre maior nota classificada X menor nota aprovada < 3%

15. FGV – CAMARA CARUARU – 2015 – 39 INSCRITOS – 5 APROVADOS – 1 VAGA
MAIOR NOTA – 126

MENOR NOTA NAO CLASSIFICADA – 109

MENOR NOTA APROVADA – 94,5
16. FGV – SENADO – 2012 – 834 INSCRITOS – APROVADOS : 9 – VAGAS – 2

MAIOR NOTA – 109,500

MAIOR NOTA CLASSIFICADA – 108,250

MENOR NOTA NAO CLASSIFICADA – 103,250

MENOR NOTA APROVADA – 95,629

Avaliação relacional

Relação candidato/vaga = 417 por vaga

Concorrência real (relação real é a relação entre vagas e candidatos aprovados) = 4,5 por vaga

Taxa de concorrência (percentual de candidatos que foram aprovados) = 1% (equivalente)
Avaliação de acordo com as notas
Diferença maior nota classificada X Menor nota Classificada > 1%

Diferença entre menor nota classificada X Maior nota aprovada < 4%

Diferença entre maior nota classificada X menor nota aprovada < 15%

17. UFMG 2015 – 616 INSCRITOS – 5 VAGAS – 123 APROVADOS

MAIOR NOTA – 40

MENOR NOTA CLASSIFICADA – 37

MAIOR NOTA NAO CLASSIFICADA – 36

MENOR NOTA APROVADA – 26
Avaliação relacional

Relação candidato/vaga = 123,2/vaga

Concorrência real (relação real é a relação entre vagas e candidatos aprovados) = 25 por vaga

Taxa de concorrência (percentual de candidatos que foram aprovados) = 20% (equivalente)
Avaliação de acordo com as notas
Diferença maior nota classificada X Menor nota Classificada > 10%

Diferença entre menor nota classificada X Maior nota aprovada < 1%

Diferença entre maior nota classificada X menor nota aprovada < 40%
Força nos estudos!!!

Análise de prova TRF 3ª região 

Recebi a prova do TRF 3, realizada recentemente. Uma prova tradicional da FCC, com bom números e questões de gestão e questões técnicas. Gosto de provas assim, sem invenção.
Selecionei algumas questões para comentar. Segue abaixo:

42. Considere os dois agrupamentos abaixo, nos quais se arrolam exemplos de referências e os tipos de documentos a que eles se referem:
I. EMBRAPA. Unidade de Apoio, Pesquisa e Desenvolvimento de Instrumentação Agropecuária (São Carlos, SP). Paulo Estevão Cruvinel. Medidor digital multissensor de temperatura para solos. BR n. PI 8903105-9, 26 jun. 1989, 30 maio 1995.

II. BARROS, Raimundo Gomes de. Ministério Público: sua legitimação frente ao Código do Consumidor. Revista Trimestral de Jurisprudência dos Estados, São Paulo, v. 19, n. 139, p. 53-72, ago. 1995.

III. BLADE Runner. Direção: Ridley Scott. Produção: Michael Deeley. Los Angeles: Warner Brothers, c1991. 1 DVD (117 min).
a. Imagem em movimento.

b. Patente.

c. Doutrina.
A correlação correta dos dois agrupamentos é:
(A) Ia; IIb; IIIc.

(B) Ic; IIb; IIIa.

(C) Ic; IIa; IIIb.

(D) Ia; IIc; IIIb.

(E) Ib; IIc; IIIa.

Questão de ligar colunas. É o tipo de questão que não se deve perder num concurso, pois é possível acertar mesmo sem dominar 100% o tema. Basta partir do ponto correto. Ainda mais aqui, onde claramente Blade Runner é uma imagem em movimento (um dos filmes mas prestigiados da ficção científica). Cultura é fundamental também para concursos.
Assim, III só pode ser a. Revista Trimestral de jurisprudência é doutrina. IIc. Logo, resposta: E

44. Segundo alguns autores, a motivação individual aumenta e os resultados melhoram quando são dadas às pessoas oportunidades de participar com maior envolvimento e poder decisório no seu trabalho e nas metas a elas pertinentes. Este raciocínio é a base da prática administrativa conhecida como
(A) reengenharia.

(B) contingenciamento.

(C) gatekeeping.

(D) empowerment.

(E) descentralização.
Empoderamento. O enunciado fala em empoderar os funcionários para tomarem decisões. Pode gerar uma certa confusão com descentralização, é preciso ter cuidado.
Resposta: D
48. Considere os dois agrupamentos abaixo, referentes a elementos do marketing e suas definições.
I. Estratégia de marketing.

II. Tática de marketing.

III. Instrumento promocional.
a. Conjunto de relações e atitudes, tendo como princípio fundamental captar e manter clientes dos produtos e/ou serviços, quando aplicadas técnicas mercadológicas.

b. Todo meio, forma ou recurso capaz de levar ao conhecimento do grupo consumidor a mensagem publicitária.

c. Ação no nível operacional de execução para efetivar ou colocar em prática as atividades de promoção.
A correlação correta dos dois agrupamentos é:
(A) Ib; IIc; IIIa.

(B) Ia; IIc; IIIb.

(C) Ic; IIa; IIIb.

(D) Ic; IIb; IIIa.

(E) Ib; IIa; IIIc.

Novamente, questão de ligar colunas. Tática e estratégia podem se confundir. Porém, instrumento é instrumento. Assim, ligamos III e B facilmente. Lembrando de planejamento estratégico, onde aprendemos que o estratégico está acima do tático, chegamos na resposta ao relacionar I e A e II com C. Resposta: B

50. Considere as afirmações abaixo.
I. Um grande mal-entendido na aplicação do marketing em organizações de serviço, especialmente bibliotecas, é confundir uma orientação para o marketing com uma orientação para vendas.

II. É necessário, tanto na Biblioteconomia como em todos os setores de atividade, um aprofundamento da dinâmica associada à percepção do marketing.

Em relação ao uso do marketing em unidades de informação,
(A) a afirmação II está correta e a I desconsidera que atualmente os bibliotecários avançaram muito no entendimento das proposições do marketing.
(B) a afirmação I está correta e a II está incompleta, por não considerar o desenvolvimento científico do marketing nos últimos anos, que o tornou muito mais permeável ao setor de serviços.
(C) as afirmações I e II estão corretas.
(D) as afirmações I e II estão incorretas.
(E) a afirmação I está correta e a II não leva em consideração que as proposições do marketing sempre tiveram caráter geral e abrangente, visando sua aplicação em todas as áreas do mercado.
A afirmativa I está corretíssima, basta conhecer o conceito de “troca” no marketing para ver que esse mal-entendido é bem comum. Especialmente quando se dá em organizações que não visam o lucro. O segundo também está correto, e corrobora com a afirmativa I.
Resposta: C

54. Considere os dois agrupamentos abaixo, referentes às Teorias da Administração e os resultados esperados da aplicação de suas teorias.
I. Administração Científica.
II. Neoclássica.
III. Relações Humanas.
a. Satisfação do operário.
b. Eficiência e eficácia.
c. Máxima eficiência.
A correlação correta dos dois agrupamentos é:
(A) Ib; IIc; IIIa.
(B) Ic; IIb; IIIa.
(C) Ic; IIa; IIIb.
(D) Ib; IIa; IIIc.
(E) Ia; IIc; IIIb.
O mais fácil é “relações humanas” e “satisfação do operário”. IIIa. Ficamos entre A e B.A máxima eficiência vem da administração científica, que focou nos processos para chegar na máxima eficiência. Assim, Ic. Logo, resposta: B

62. Considere as afirmações abaixo.
I. No Brasil, a proteção aos direitos autorais depende do registro da obra na Biblioteca Nacional.
II. É assegurada a proteção dos direitos autorais às participações individuais em obras coletivas.
Com relação aos direitos autorais,
(A) as afirmações I e II estão corretas.
(B) as afirmações I e II estão incorretas.
(C) a afirmação I está correta e a II se equivoca, pois apenas o direito autoral do organizador da obra coletiva é protegido pela legislação relacionada aos direitos autorais.
(D) a afirmação II está correta e a I desconsidera que a proteção dos direitos autorais independe de registro.
(E) as afirmações I e II estão incompletas; I não esclarece em quais órgãos o registro deve ser feito e II não esclarece o que vem a ser uma obra coletiva.
Direito autoral não é um tema tão comum, mas vem ganhando força aos poucos. Faz sentido, pois no meio digital é algo muito sensível a ser copiado, alterado e transformado. 
A I está incompleta, pois depende do tipo de obra. Pois é preciso assegurar esse direito. Claro que, como tudo na justiça, é preciso ter provas, sem o registro será mais difícil provar. Porém, o direito é assegurado. A II está correta.
Resposta: D

Atenção: Para responder às questões de números 73 e 74, considere a situação abaixo.
Um magistrado dirige-se ao serviço de referência da biblioteca do Tribunal Regional Federal da 3a Região com a seguinte consulta:
– Estou procurando algo sobre a atuação do Ministério Público no controle das políticas públicas.
– De que maneira o senhor gostaria que essa informação o ajudasse? ? pergunta o bibliotecário.

73. A pergunta feita pelo bibliotecário ao magistrado
(A) é inadequada pois o uso que o magistrado fará da informação é irrelevante.

(B) não é recomendada considerando que pode colocar o usuário na defensiva.

(C) implica a suposição do bibliotecário sobre o que o usuário deseja.

(D) limita a resposta do usuário a um conjunto concreto de possibilidades.

(E) procura compreender a questão a partir do ponto de vista do usuário.
Não obstante raramente isso acontecer, pois o magistrado manda um dos seus vários assessores para fazer isso, a questão é bem interessante.
A pergunta feita pelo bibliotecário é o início da entrevista de referência. Precisamos entender melhor o que se busca. Logo, resposta E.

74. Durante a entrevista de referência,
(A) o magistrado fez uma consulta de referência rápida, cuja resposta demanda a assistência limitada do bibliotecário.

(B) o bibliotecário utilizou uma pergunta neutra, que leva ao contexto no qual a necessidade de informação se insere.

(C) bibliotecário e magistrado encontram-se na etapa inicial da entrevista, denominada problema.

(D) o bibliotecário utilizou uma pergunta fechada, que leva o usuário a especificar o interesse da consulta.

(E) o magistrado fez uma consulta de localização de fatos, cuja resposta será o fornecimento de material específico.
Aqui é uma questão mais de interpretação. A pergunta do usuário foi neutra, não faz nenhum juízo. Pelo contrário, permite que o usuário fique à vontade para explicar melhor sua necessidade de informação.
Resposta: B

82. Na avaliação da utilidade de uma base de dados, é muito atraente como critério de eficácia, sendo relativamente fácil de medir e incontestável quando medida, porque não depende de juízos subjetivos. Trata-se da
(A) recuperabilidade.

(B) precisão.

(C) cobertura.

(D) atualidade.

(E) previsibilidade.
É relativamente fácil dizer que algo é atual? Particularmente discordo, pois nem tudo que é novo, no sentido de recém publicado, é atual. Tem muita coisa que já nasce desatualizada. Porém, a atualidade da informação é incontestável quando medida. 
Resposta: D
Força nos estudos!!

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Biblioteconomia Para Concursos Volume 4

Acabou de sair do prelo o meu mais novo livro. Trata-se do Biblioteconomia Para Concursos Volume 4. 

Escrito em parceria com a Professora Geysa Flavia, o livro segue a mesma organização dos volumes anteriores. Na primeira parte, apresenta as quest?es de concursos realizados entre 2013 e 2015. Na segunda, o gabarito simples. E, na terceira, traz os comentários e explicaç?es às quest?es.

Foi bacana escrever este livro depois do Tipologias, pois pude aproveitar as ideias dele para explicar melhor como pensar cada questão. Espero ter me aproximado desse sonho.

Outro ponto, pessoal, é que o primeiro volume foi lançado em 2005. Por isso valeu o esforço para trazer este quarto volume ainda em 2015. Se contarmos com a segunda edição do volume 2, a média foi 1 livro publicado a cada 2 anos. Acho que pude assim cobrir bem os concursos de Biblioteconomia.

Agradeço a todos que acompanham ou acompanharam  este trabalho em algum momento. Sempre que escrevo um livro penso como ele poderá ser útil para alguém. Se tiver sido, terá valido o esforço.

P.s.: achei futurista a capa.

  

Biblioteconomia Para Concursos Volume 4

Preço promocional de lançamento – R$ 50,00 frete incluso para todo o Brasil.

Para adquirir enviar email para mariajneto2@hotmail.com

Força nos estudos!!!

Como fazer valer seu esforço

Estudar para concursos não é fácil para ninguém. Para algumas pessoas, é menos ainda. Os sacrifícios são vários e em diferentes aspectos da vida (especialmente emocionais e financeiros). Chegar em casa depois de um dia extenuante de trabalho e, no lugar de curtir um pouco a família, ter que abrir um livro para estudar, é a rotina de quem está na estrada dos concursos. Para complicar, não há prazo definido para isso terminar. Pode demorar anos até você passar no concurso que deseja. No entanto, o número de pessoas levando essa vida continua aumentando.

Por isso, é comum as pessoas desistirem antes de atingir o objetivo inicial. “Poxa, estudei tanto tempo e não consegui nada. Chega”, dizem por aí. 

Se isso acontecer com você, terá valido a pena? Se você parar de se preocupar com concursos hoje, o tempo que você investiu terá valido a pena?

Pergunto pois o tempo é um recurso que só diminui. Então não podemos usá-lo de qualquer forma. No entanto, gastamos nosso tempo mesmo sem querer. Por isso que tempo é diferente de dinheiro. Pois dinheiro eu posso escolher se gasto e como gasto. Já o tempo irá passar de qualquer forma. O máximo que posso fazer é definir como irei utilizá-lo.

Por isso resolvi fazer uma pequena lista de como agir para aproveitar melhor seu tempo estudando para concursos. Pois isso fará valer a pena o seu esforço e o seu tempo. Ainda que você não queira mais prestar concursos, aquilo que você aprendeu estudando para concurso será útil ao longo da sua vida pessoal e profissional.

Vejamos: 

1 – aprenda a ter disciplina

Hora de acordar, hora de estudar, hora de descansar. Tudo contado no relógio, nos mínimos detalhes. Aprender a ter disciplina é o primeiro passo para o sucesso não somente em concursos, mas também na vida. 

2 – aprenda português

Todos concursos exigem língua portuguesa. Se você realmente estuda para concursos, em pouco tempo ficará fera no nosso idioma. É algo que estudar para concursos ajuda muito.

3 – aprenda a pensar logicamente

Além das provas de raciocínio lógico, estudar para concursos promove um pensamento voltado para responder questões em que a resposta já está dada, é uma daquelas alternativas. Por isso o concurseiro aprende com o tempo várias formas de pensar de modo a ganhar tempo e acertar mais questões. 

4 – aprenda a valorizar o tempo com as pessoas do seu coração

O concurseiro não tem vida social. Por isso ele escolhe meticulosamente com quem quer passar seu tempo. E nada melhor do que valorizar aquelas pessoas que moram em nosso coração. Quando estamos estudando para concursos, sabemos o quanto nos fazem falta.

5 – aprenda a ler mais, melhor e mais rápido

O concurseiro aprende a ganhar tempo. Passa a ler mais (quantidade) e a apreender mais do que lê(qualidade). Depois, quando nem percebe, já está lendo mais rapido(velocidade). Quando isso se torna hábito, levamos para o resto da vida.

6 – aprenda a ser um profissional melhor

Estudamos disciplinas para concursos em que não fomos tão bem na universidade. Estudamos direito administrativo, ética, e outras coisas que nos ajudam a sermos melhores profissionais tanto para o serviço público quanto serviço privado.

7 – aprenda a escrever melhor

A leitura ajuda a escrever melhor. O concurseiro escreve muito pois está sempre fazendo anotações, resumindo, e treinando para provas discursivas e dissertativas. Quanto melhor você estudar, melhor você será em escrever e isso será um ganho para a sua vida.

8 – aprenda a usar a Internet para seu crescimento pessoal

A Internet é um oceano de informações. Mas para o concurseiro, é uma fonte de informação e material para estudar. Depois que passar essa fase, você saberá tirar proveito de qualidade das ferramentas de busca.

9 – aprenda a compartilhar seu conhecimento 

Todo bom concurseiro quer ensinar o que sabe, pois sabe que ensinar é uma ótima forma de aprender. Quem ensina aprende 2 vezes. É isso se repetirá várias vezes ao longo da sua vida.

Então, você está fazendo valer a pena o seu tempo enquanto estuda para concursos?

Força nos estudos!

Melhores iniciativas para concursos em biblioteconomia

Muito bacana ver ao longo do tempo tanta gente boa a fim de compartilhar seu conhecimento e entusiasmo para incentivar o estudo e o aprendizado voltado para concursos.

Temos pessoas e grupos de vários locais do Brasil trabalhando pesado e produzindo diversos tipos de materiais. Isso é muito bom pois o Brasil é enorme e existem concursos locais, muitas vezes melhor conhecidos por quem é da região. Entre outros aspectos que ajudam os candidatos que podem contar com pessoas mais próximas na sua preparação. 

Fiz uma lista com os que conheço e acompanho. A lista não obedece nenhuma ordem, a não ser a ordem da medida em que fui escrevendo. Posso ter esquecido alguém, já peço desculpas de antemão e digo que é só dizer que coloco seu trabalho aqui.

Dividi em 3: 1) multicanais, que produzem e atuam em diversos meios (o meu trabalho, Biblioteconomia para concursos, com livros, apostilas, cursos, face, etc. entra aqui); 2) professores, que dão aulas mas por um ou outro motivo não publicaram materiais ainda; e 3) sites que mantém uma postura mais fixa. Claro, é uma classificação pessoal(mania de Bibliotecário, vocês entendem).

A lista tem o objetivo de divulgar todos e facilitar o contato. Às vezes você tem alguém bem próximo de você que pode ajudar. Alguns sites podem estar desatualizados, mas são tão bons que decidi manter na lista. Sei muito bem como é difícil manter o ritmo. 

Fiquem com a lista. Conheçam o máximo que puderem conhecer. Pois cada pessoa é única e aprende de diversas maneiras, mais facilmente com algumas. Encontre as suas.

1. Multicanais(cursos, livros, apostilas, vídeos, face, etc.)

Biblioquestoesesquematizadas

O Biblio questões esquematizadas é um produto fantástico criado sob muito suor pelo Marcos Bozzi que foi aprovado em concursos bastante concorridos com seu método. É uma ótima forma e método de estudos e sem dúvida ajuda bastante. Vale conhecer. 

Santa Biblioteconomia

O Santa Biblioteconomia é uma iniciativa da Thalita Gama, que mantém uma ótima regularidade na produção de novos materiais e cursos. No Blog você encontra textos leves e bem escritos com boas dicas para uma preparação melhor, além claro de análises de provas, editais e o que mais se encontra em concursos. Acessem e conheçam.

Biblio juris

Iniciativa da Sônia Neves, que acho fora da curva. Foca não nos específicos de Biblio mas sim nas questões jurídicas dos concursos de Biblio. É algo que faz diferença nos concursos jurídicos que em geral oferecem menos vagas é uma remuneração melhor. Vale conhecer e se dedicar a esses estudos.

Bibliothings

Iniciativa do paraense Diego Barros e do brasiliense Wesley Leite. Produzem com regularidade industrial e já lançaram apostilas e cursos. Para mim, o diferencial são as aulas em vídeo toda semana, que são uma mão na roda para quem tá a fim de um estudo proveitoso e rápido. Conheçam. 

Biblioconcurseiros

Iniciativa da Suzane Lima, o biblioconcurseiros traz ótimas postagens para a preparação para concursos, além de aulas e materiais para estudos. Conheçam.

2. Professores

Paloma Altran

A Paloma não é bem professora. Mas organizadora de cursos. Organiza cursos em São Paulo e sempre tem ótimas opções voltadas para concursos. Conheçam e entrem em contato. 

Klara Freire

Klara, biblioteklara, é uma competentíssima concurseira que resolveu ministrar aulas para concursos. Sabe tudo do que fala sobre concursos. Vale a pena acompanhar para saber quando ela ministrará algum curso ou publicar algum material. 

Gustavo Nogueira

Meu xará e amigo de longa data, Gustavo foi aprovado em vários concursos e ministra aulas e tem materiais voltados para concursos tanto de nível superior quanto para auxiliar de biblioteca. Vale a pena acompanhar o Gustavo e aproveitar seus cursos.

Thalita James

Thalita ministra aulas para concursos já há um tempo. Aprovada em vários concursos, ela tem muita experiência na preparação para concursos públicos. Fiquem de olho e aproveitem seus cursos.

3. Sites

Biblioconcursos

Iniciativa do amigo Leandro Fonseca. Publica editais e mapeia os concursos abertos na área. Leitura diária do bibliotecários concurseiro.

Bibliotecno

Pra mim, o melhor site para estudos para concursos em Biblio. Organizadissimo, traz aulas bem elaboradas, bem escritas e ricas sobre vários assuntos de biblio. Um trabalho fantástico do Alex da Silveira. Corram lá.

Biblioteconomia Digital

Site do grande Jorge Cativo, de Manaus. Aprovado em vários concursos, Jorge desenvolveu vários métodos de estudos. Produziu ótimos materiais e no seu blog tem muitas aulas e explicações importantes para concursos e sobre biblioteconomia também. Leiam.

MRVULPES

Iniciativa dos amigos Fernando Mustafa e Liliane. Tem muita coisa bacana lá, inclusive simulados. Vale a visita.

Força nos estudos!

Curso preparatório para o TJDF 

Estão abertas as inscrições para o concurso do TJDFT.
O órgão oferece uma vaga de provimento efetivo para o cargo de “Analista Judiciário – Área: apoio especializado. Especialidade: biblioteconomia” com remuneração inicial de R$8.863,84.
A grande oportunidade associada a este concurso é que o Poder Judiciário Federal costuma “aproveitar” o cadastro de reserva de um tribunal para outro. Assim, os bibliotecários aprovados neste certame e que vierem a compor o Cadastro de Reservas podem vir a ser convocados e nomeados para outros tribunais localizados em Brasília.
O curso preparatório para TJDFT terá carga horária de 22 horas/aula, e abordará os tópicos do conteúdo específico do edital.
Além de trabalhar o conteúdo de maneira dinâmica, com macetes e dicas de prova, serão comentados exercícios em sala, técnicas para analisar um edital e selecionar material de estudo, e a última aula será um módulo com dicas de redação.
Datas:

11 de dezembro (sexta) – das 19:00 às 22:00

12 de dezembro (sábado) – das 9:00 às 18:00 (uma hora de intervalo para almoço)

13 de dezembro (domingo) – das 9:00 às 18:00 (uma hora de intervalo para almoço)

14 de dezembro (segunda) – das 19:00 às 22:00
Local:

CLS 215 Bloco B sala 1
Investimento:

R$ 440,00
Informações e inscrições:

talitajames@gmail.com
   
 

Characteristics of the Close Friend

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97% ou 3% onde você está?

  

Pratico Jiu Jitsu há 4 anos e é algo que faz muito bem para minha vida. Melhorou minha mente, meu corpo e meu espírito de uma forma que nunca tinha experimentado. Sou admirador e entusiasta do Jiu Jitsu. Sempre faço associações entre o que vejo nos tatames e o que vivo nos concursos. Quero agora falar sobre a mentalidade 3%.

É algo criado pelo Lloyd Irvin, um professor de Jiu Jitsu americano que, apesar das polêmicas em que se envolve, forma campeões no esporte. Para ele, 97% das pessoas são perdedoras e somente 3% são vencedoras. O que faz você estar em um lado ou outro é a mentalidade vencedora de manter o ritmo a todo custo. 

Aplicando a concursos, também podemos ter essa mentalidade. O que faz um candidato estar entre aqueles 3% que realmente concorrem(em breve publicarei o resultado da minha pesquisa sobre isso) é a quantidade de esforço que ele dispendeu para tal. Sem desculpas. Se você diz para si mesmo que “hoje não só estudei 1 hora pois é a festa da minha vó”, se você diz “tudo bem ter acertado somente 70% da prova pelo menos fui aprovado”, se você aceita que “está voltando a estudar agora e está estudando o suficiente” então você faz parte dos 97%. Quem faz parte dos 3% não se dá desculpas. Os 3% não aceitam resultados que não sejam a vitória. 

Se você se propõe a estudar 3 horas por dia e algum dia estuda apenas 2 horas e meia, nesse dia você perdeu. Se você se propõe a responder 100 questões e responde apenas 95 por ter cansado, nesse dia você perdeu. 

Pensar 3% exige muito e não é para todos. Para concurseiros, o lado positivo é que você não precisa manter essa atitude para sempre. Diferente de quem vive de resultados nos esportes, em que é preciso vencer sempre, nos concursos você só precisa vencer 1 vez naquele concurso dos seus sonhos. Assim, vale muito a pena esse esforço para estar entre os 3%. Sem desculpas.

Força nos estudos!!!

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