Biblioteconomia para Concursos

Blog com notícias e análises de concursos públicos na área de Biblioteconomia

Carta aberta ao Governador de Pernambuco Paulo Câmara

Carta ao Governador Paulo Câmara
Excelentíssimo governador eleito para o mandato 2015-2018, venho através desta carta informar que a Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco precisa do seu olhar generoso junto com a sua equipe, para que ela faça jus a sua importância ao Estado de Pernambuco e ao Brasil. Com seus 162 anos de existência para a sociedade pernambucana, com um acervo estimado em 270 mil livros e 370 mil volumes de periódicos e um prédio que abriga diversos setores onde os usuários utilizam serviços de pesquisas, estudos, empréstimos de livros, etc, onde também há um auditório para eventos sociais e culturais, espaço para exposição, setor de braille, obras raras, coleções de autores pernambucanos ou radicalizados, unidade de assistência às bibliotecas públicas municipais, uma biblioteca viva e útil, situada em Santo Amaro, ao lado do Parque 13 de maio, de ótimo acesso para a população, a Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco vem enfrentando diversos problemas de infra-estrutura que, segundo matérias jornalísticas divulgadas na imprensa local, já faz alguns anos que a reforma prometida ainda não aconteceu por completo. Diante deste cenário, terça-feira, dia 28 de outubro do ano corrente, foi denunciado na reportagem do Bom Dia Pernambuco da Rede Globo, o estado em que o prédio se encontra. Essas imagens deixaram o público e os profissionais de informação tristes com a realidade atual da biblioteca pública do nosso Estado.
Sabemos que lá são encontrados excelentes profissionais, dedicados ao desenvolvimento de coleções e aos usuários (clientes) dos serviços e produtos oferecidos pela casa. Mas a questão não é de recursos humanos, mas sim da burocracia da administração pública e da ausência de uma cobrança sistemática da sociedade. Compete ao poder público viabilizar as reformas tão esperadas e necessárias a essa biblioteca, que é uma das mais ricas em edições de obras raras no País. Ficaria feliz se o senhor visitasse esse espaço que eu tenho muito respeito, foi onde eu comecei meus estudos na biblioteconomia. Um patrimônio público que deve ser cuidado e preservado pela sua história. O senhor, sabendo e vendo a realidade da falta de infra-estrutura da Biblioteca Pública, poderá dar uma oxigenação junto com seu secretariado, terminando essa reforma, para que todos os setores voltem a funcionar. A sociedade agradecerá muito. Que essa biblioteca se torne um cartão postal de referência nacional em educação e cultura nesse Estado que o senhor governará. Como disse um dia o bibliófilo José Mindlin: “O papel da biblioteca, além da leitura, é da preservação da cultura – a gente passa, mas os livros ficam.”
E nós leitores, pesquisadores, bem como a população de um modo geral, precisamos da biblioteca, pois ela, junto com os nossos mestres, colabora na construção da cidadania e na preservação da memória de um povo.
Atenciosamente,
Marcos Antônio Soares.
Escritor e bibliotecário da UFPE.

Serviço de referência digital

Ótimos slides da Professora Celia Dias. A Professora foi muito feliz em se preocupar com os conceitos. Vale a pena.

Força nos estudos!!!

Análise de prova IFPR 2014

A Patrícia Marjoto me enviou a prova do IFPR. Obrigado.

Analisei algumas questões. Achei a prova digamos assim bem direta. Um pouco mais pra difícil, porém sem nada complexo.

25. As tabelas principais da Classificac?a?o Decimal Universal sa?o divididas hierarquicamente. A extensa?o do nu?mero de classificac?a?o indica o grau de detalhe. Assim, os nu?meros simples como 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9, que indicam maior extensa?o, sa?o chamados de
(A) coordenados. (B) superordenados. (C) subordinados. (D) descontinuados. (E) inteiros.

Questão básica que por ser tão básica acaba se tornando difícil, pois não nos preocupamos com ela. É como respirar, só nos damos conta do ar quando ele falta. as classes principais são os números superordenados.

Resposta B

26.Sobre a catalogac?a?o, assinale a alternativa correta.
(A) A catalogac?a?o pode ser comparada a um inventa?rio, listagem de itens.
(B) A catalogac?a?o e? um trabalho altamente meca?nico, realizado comumente pelo setor de processamento te?cnico da biblioteca.
(C) A catalogac?a?o consiste no estudo, na preparac?a?o e organizac?a?o de mensagens, com base em registros do conhecimento, reais ou ciberespaciais.
(D) A catalogac?a?o fundamenta-se nos relacionamentos entre os registros do conhecimento, estabelecidos de forma a limar as alternativas de escolha para os usua?rios.
(E) A catalogac?a?o e? um processo te?cnico para registro e descric?a?o de itens, tendo em vista a organizac?a?o de suma?rios correntes.

Questão de difícil interpretação. Mas nao podemos esquecer que catalogacao é fazer o sistema dos livros se comunicar com o sistema dos usuários. Assim de certa forma, catalogar é escrever uma mensagem com base nos registros do conhecimento.

Resposta C

33. O desenvolvimento e a formac?a?o de colec?o?es devem ser vistos com muito cuidado pelo biblioteca?rio, tendo em vista que suas escolhas refletira?o diretamente sobre a qualidade da informac?a?o. Sobre o processo de selec?a?o de documentos, assinale a alternativa correta.
(A) Ao analisar o material a ser adquirido, deve-se levar em considerac?a?o o usua?rio que possui o mesmo perfil em todos os tipos de biblioteca.
(B) O custo do material deve ser levado em considerac?a?o antes da compra, pois raras sa?o as bibliotecas sem problemas financeiros.
(C) Os crite?rios utilizados para a selec?a?o de documentos em uma biblioteca sa?o ide?nticos, o que permite ao biblioteca?rio transpor possi?veis obsta?culos.
(D) As limitac?o?es quanto ao idioma dos documentos a serem selecionados inexistem, pois grande parte dos usua?rios das bibliotecas tem o domi?nio de outros idiomas.
(E) O processo de selec?a?o de documentos e? isento de erros de julgamento por parte do biblioteca?rio, ja? que ele foi preparado para desempenhar essa atividade.

Questões de análise de alternativas sempre são complicadas, pois a leitura de uma confunde a reflexão que ainda estamos fazendo da questão anterior. A resposta aqui é B, a único que faz sentido.

43. O atendimento ao usua?rio e a?s suas necessidades informacionais configura-se como a esse?ncia da biblioteca e um dos motivos de existir do biblioteca?rio. A interac?a?o entre grupos diferentes de usua?rios, no ni?vel direto, e? aquela que
(A) proporciona ao usua?rio o acesso a? informac?a?o em diversos bancos de dados.
(B) oferece ao usua?rio ac?o?es que incidem sobre a sua assiste?ncia pessoal.
(C) permite ao usua?rio o acesso somente a informac?o?es simples, como, por exemplo, o hora?rio de funcionamento da biblioteca.
(D) objetiva, em relac?a?o ao usua?rio, dar acesso a diferentes instrumentos bibliogra?ficos, por meio de programas cooperativos entre bibliotecas.
(E) procura mitigar o uso dos recursos informacionais por parte dos usua?rios.

Veja que o enunciado fala em “nivel direto”. A resposta, letra B, traz o termo “assistencia pessoal”, que no caso é um sinônimo para assistência direta. Resposta B.

44. Sobre os sinais e as tabelas auxiliares da Classificac?a?o Decimal Universal, assinale a alternativa correta.
(A) Os sinais e tabelas auxiliares na?o sa?o de uso obrigato?rio.
(B) Atualmente, na Classificac?a?o Decimal Universal, inexistem diferenc?as entre sinais e tabelas auxiliares.
(C) Os sinais auxiliares comuns sa?o aplica?veis somente a algumas tabelas principais.
(D) O sinal de rac?a pertence ao grupo dos sinais auxiliares comuns de relac?a?o.
(E) As tabelas auxiliares apresentam, em sua estrutura, um esquema ordenado de apresentac?a?o ordenada, de disciplinas especi?ficas ou conjunto global de conhecimento.

Resposta letra A. Os sinais auxiliares realmente nao são de uso obrigatório.

De acordo com a norma de citações 10520/2002
documentos –, e? correto afirmar que
(A) as citac?o?es diretas, no texto, de ate? tre?s linhas, dispensam o uso de aspas duplas.
(B) as citac?o?es so? podem aparecer em notas de rodape?.
(C) a primeira citac?a?o de uma obra, em nota de rodape?, deve ter sua refere?ncia.
(D) a expressa?o apud significa “no lugar citado”.
(E) a transcric?a?o textual de parte da obra do autor
consultado denomina-se citac?a?o indireta.

Resposta correta letra C. Note que antes ele diz que as citações só podem aparecer em nota de rodapé, para confundir o leitor.

Força nos estudos!!

Análise de Prova do Cefet MG

A Sara Ribeiro, meu muito obrigado, me enviou a prova do CEFET MG, do mês de setembro. A prova teve 56 páginas. Praticamente, uma questão por página. Melhora e facilita a leitura e compreensão, acho que mais provas poderiam ser assim. Por outro lado, talvez aumente o tempo de resolução. De qualquer modo, ponto positivo.

Questão 31
As exceções aos direitos do autor referem-se ao livre uso por pessoas físicas que sejam autorizadas a fazer uma cópia. Analise as afirmações abaixo e avalie as situações em que as cópias são permitidas.

I. A cópia não prejudica os legítimos interesses comerciais do detentor dos direitos;
II. A cópia se destina a uso pessoal com uma finalidade determinada, inclusive a comercialização;
III. A cópia não será comercializada;
IV. A cópia será distribuída a um pequeno grupo para venda por
um valor simbólico e acessível a todos.

A resposta correta está
a) apenas no item I.
b) apenas nos itens I e II.
c) apenas nos itens I e III.
d) apenas nos itens II e III.
e) apenas nos itens I e IV.

Se trata dos direitos do autor, lei 9610, http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9610.htm. O enunciado poderia ser, a meu ver, mais claro, colocando que as cópias “podem ser permitidas quando”. Precisei de uma leitura mais acurada para entender o que se pede.

Os casos que a lei não considera ofensa aos direitos autorais são:

“Art. 46. Não constitui ofensa aos direitos autorais:
I – a reprodução:
a) na imprensa diária ou periódica, de notícia ou de artigo informativo, publicado em diários ou periódicos, com a menção do nome do autor, se assinados, e da publicação de onde foram transcritos;
b) em diários ou periódicos, de discursos pronunciados em reuniões públicas de qualquer natureza;
c) de retratos, ou de outra forma de representação da imagem, feitos sob encomenda, quando realizada pelo proprietário do objeto encomendado, não havendo a oposição da pessoa neles representada ou de seus herdeiros;
d) de obras literárias, artísticas ou científicas, para uso exclusivo de deficientes visuais, sempre que a reprodução, sem fins comerciais, seja feita mediante o sistema Braille ou outro procedimento em qualquer suporte para esses destinatários;
II – a reprodução, em um só exemplar de pequenos trechos, para uso privado do copista, desde que feita por este, sem intuito de lucro;
III – a citação em livros, jornais, revistas ou qualquer outro meio de comunicação, de passagens de qualquer obra, para fins de estudo, crítica ou polêmica, na medida justificada para o fim a atingir, indicando-se o nome do autor e a origem da obra;
IV – o apanhado de lições em estabelecimentos de ensino por aqueles a quem elas se dirigem, vedada sua publicação, integral ou parcial, sem autorização prévia e expressa de quem as ministrou;
V – a utilização de obras literárias, artísticas ou científicas, fonogramas e transmissão de rádio e televisão em estabelecimentos comerciais, exclusivamente para demonstração à clientela, desde que esses estabelecimentos comercializem os suportes ou equipamentos que permitam a sua utilização;
VI – a representação teatral e a execução musical, quando realizadas no recesso familiar ou, para fins exclusivamente didáticos, nos estabelecimentos de ensino, não havendo em qualquer caso intuito de lucro;
VII – a utilização de obras literárias, artísticas ou científicas para produzir prova judiciária ou administrativa;
VIII – a reprodução, em quaisquer obras, de pequenos trechos de obras preexistentes, de qualquer natureza, ou de obra integral, quando de artes plásticas, sempre que a reprodução em si não seja o objetivo principal da obra nova e que não prejudique a exploração normal da obra reproduzida nem cause um prejuízo injustificado aos legítimos interesses dos autores.”

Considero que a questão deveria ser anulada pois não se trata apenas de comercializar ou não uma obra. Alguns autores e detentores de direitos autorais não permitem a cópia e reprodução de livros, filmes, etc., simplesmente por não gostarem, não quererem, enfim. Na minha opinião a I estaria errada, pois toda cópia fere os direitos autorais. A II erradíssima, pois não se deve copiar nem vender a cópia. A III também está errada, pois é possível fazer um número grande de cópias e não comercializar, apenas doar, por exemplo. E assim estaria ferindo os direitos do autor também. A IV também errada, pelos motivos apontados acima. Para mim, portanto todas estariam erradas. Porém, como a visão da banca se limitou a comercializar ou não a obra, consideraram que I e III estão corretas como gabarito. Porém, caberia recurso facilmente nessa questão, apenas com base na lei.

Gabarito: C (Discordo)

QUESTÃO 36
A Classificação Decimal Universal – CDU utiliza além dos números
arábicos, sinais gráficos em suas tabelas auxiliares. A disposição
desses sinais segue duas ordens: a horizontal ou interna e a vertical
ou de intercalação (SOUZA, 2010). Nas proposições abaixo,
coloque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas:
( ) Para o arquivamento das fichas no catálogo e o arranjo
das publicações nas estantes é utilizada a sequência horizontal.
( ) A CDU sugere uma ordem de citação-padrão, usada para
unir símbolos principais e seus auxiliares, denominando a
ordem horizontal.
( ) Para classificar qualquer documento, não se deve ater
somente aos índices, mas é preciso averiguar nas tabelas
os números indicados.
( ) A citação-padrão da CDU é basicamente número principal,
seguido dos auxiliares especiais e depois dos auxiliares
comuns.
A sequência correta encontrada é:
a) F – F – V – V
b) V – F – V – F
c) F – V – V – V
d) V – V – V – F
e) F – V – F – V

Adoro questões assim. Costumo acertar todas. De certa forma, o princípio geral para acertar essa questão é ter pelo menos 1 certeza. E a partir dela encontrar a resposta.

Vejamos a afirmativa mais fácil. Para mim, é a primeira “Para o arquivamento das fichas no catálogo e o arranjo das publicações nas estantes é utilizada a sequência horizontal.” A ordem de arquivamento é chamada de ordem vertical, e não horizontal. Tendo esta certeza, ficaria apenas entre A C e E. Todas elas concordam que a última afirmativa é V, assim, nem preciso perder tempo com ela. Basta encontrar a resposta em uma das duas afirmativas que restam. A segunda afirmativa, correta, fala da ordem de citação, também chamada de ordem horizontal. A terceira afirmativa, também correta, diz de uma forma difícil que se deve usar o máximo da CDU para classificar um livro (embora na prática isso não ocorra).

Resposta: C.

QUESTÃO 37
Para que os bibliotecários possam desempenhar com mais eficiência
sua função de facilitadores no uso da informação, é importante
que eles conheçam as principais fontes de informação. Em
seu livro, Campello e Caldeira (2003) mostram os mais diversos
tipos de fontes de informação. Sobre isso, analise as proposições
a seguir.
I. A função do dicionário é estabelecer definições, e deve ser
usado para esclarecer e confirmar significados;
II . Ao considerarmos os jornais como fontes de informação,
uma de suas funções é ser um vetor narrativo ideológico;
III. As fontes de informação geográficas mais típicas são mapas,
atlas, globos, dicionários geográficos e guias de viagem;
IV. As enciclopédias evoluíram no que diz respeito às suas
funções e arranjos, mas não se preocupam em facilitar sua
utilização pelos usuários.
A proposição correta está em:
a) I e II
b) I e III
c) I, III e IV
d) I, II e III
e) II e IV

Tipo de questão também fácil de encontrar a resposta ainda quando não se tem certeza sobre todas as afirmativas.

Correção: a Gislene alertou e é verdade. A resposta correta é a letra D. A afirmativa IV está redondamente errada, pois as enciclopédias se preocupam com seus usuários.

Resposta: d

QUESTÃO 38
O desenvolvimento e a gestão das coleções sempre foi uma preocupação
de toda biblioteca. Mas, no ambiente digital, o desenvolvimento
de coleções sofreu uma profunda mudança (Tammaro
& Salarelli, 2008). Com base nessa afirmação, não é correto
afirmar que
a) os livros eletrônicos são menos populares do que os periódicos
eletrônicos, mas a situação está mudando.
b) um verdadeiro periódico eletrônico é um periódico projetado
para ser lido somente em rede, ou, pelo menos existir primariamente
em rede.
c) a ausência de uma coleção que possa folhear, disposta nas
estantes, torna ainda mais importante os catálogos, as bases
de dados e os índices dos recursos.
d) o desenvolvimento das coleções mudou profundamente no
ambiente digital. Entre as principais transformações pode-se
apontar a possibilidade de autopublicação.
e) o desenvolvimento de uma coleção impressa é mais problemático
do que o desenvolvimento de uma coleção digital, embora,
em ambos os casos, a gestão da coleção compreenda os
mesmos processos de seleção e aquisição, catalogação, arquivamento
e preservação.

Questões assim considero bem difíceis de responder. Exigem leitura alternativa por alternativa e, muitas vezes, detalhes acabam passando. É preciso ter muita atenção para acertar. A questão trata de desenvolvimento de coleções em ambientes digitais, algo que está na crista da onda. Portanto, podem surgir cascas de banana para a gente escorregar, uma vez que ainda não é algo comum. Também vale lembrar que a pergunta pede a INCORRETA. Assim, a letra A) está correta, pois realmente os periódicos se tornaram eletrônicos primeiro, até por necessidade, mas os livros eletrõnicos ganham força. No Brasil, vale lembrar a chegada da Amazon. Letra B) também correta, auto-explciativa. Letra C) correta, pois você não vai poder “browsear” diretamente no livro, então aumenta a necessidade de uma busca precisa. Letra D) também correta, o ambiente digital mudou profundamente quase tudo que diz respeito com informação. Letra E) é a errada, pois o desenvolvimento de coleções impressas, por mais difícil que seja, já tem toda uma sistemática desenvolvida por décadas. Enquanto a digital ainda está iniciando. Lembro que o parceiro Moreno Barros, Bibliotecário Doutor, ministra curso sobre Ebooks. Quem se interessar pelo tema não perca a oportunidade.

Resposta: E

QUESTÃO 41
Em relação ao processo de referência, não se pode afirmar que
a) embora a entrevista e a busca sejam muito parecidas, na prática
elas são bem distintas e realizadas separadamente.
b) o serviço de referência depende de outros serviços, pois constitui
o vínculo entre as coleções, os serviços e o público.
c) a política de referência mantém uma relação direta com as
políticas de outros serviços da instituição como a aquisição, a
catalogação e a indexação.
d) Na visão de Accart (2012, p.106) o serviço de referência generalista
não pode atender a questões muito especializadas de
natureza jurídica ou médica, por exemplo, oriundas da esfera
privada ou que sejam da competência de especialistas.
e) Grogan (1995) define o serviço de referência como uma assistência
efetiva prestada ao usuário que necessita de informação.
Nos dias atuais, tal assistência pode ser oferecida em
serviços presenciais, virtuais ou eletrônicos, por telefone, por
e-mail, por chats.
Querem a INCORRETA. E logo na letra A) está a incongruência, logo na primeira sentença: entrevista e a busca não são nada parecidas.

QUESTÃO 46
Em relação às bibliotecas digitais, analise as afirmações a seguir,
coloque (V) para as verdadeiras e, (F) para as falsas:
( ) O Z39.50 é o número de série do protocolo desenvolvido
na segunda metade da década de 1970 pela OCLC, para
facilitar a recuperação e transferência de dados em formato
bibliográfico entre processadores ligados em rede.
( ) Da mesma forma que a ficha catalográfica, a função
mais importante dos metadados é oferecer ao usuário
informações úteis para a descrição física do material.
Outras informações devem ser buscadas em contém informações.
( ) O adjetivo virtual significa que a biblioteca não existe ou
que usa tecnologia da realidade virtual. Entretanto, observa-
se que esse termo é mais antigo do que biblioteca
digital, mas continua sendo usado por algumas bibliotecas.
( ) Desde o fim da década de 1990, a denominação biblioteca
digital tornou-se comum e amplamente difundida,
porém as definições relativas a essa expressão continuam
diferentes e passam por constantes mudanças.
A sequência correta encontrada é:
a) F – F – V – V
b) F – V – V – V
c) V – F – V – F
d) F – V – F – V
e) V – F – F – F

Novamente, devemos partir de uma certeza para encontrar a resposta. A primeira diz que Z39.50 é o número de série. É bem diferente disso. De qualquer forma, é um protocolo de transfência de dados bibliográficos, sim. Então, começamos com um F. A segunda traz uma pegadinha, pois uma ficha catalográfica traz metadados com a mesma função, porém em bibliotecas digitais deverá trazer todas as informações. Não haverá um campo “contém informações”. Assim, com F F já sabemos a resposta. Letra A.

Resposta: A

QUESTÃO 50
De acordo com Ribeiro (2006) e o Código de Catalogação Anglo-
Americano (2004), nas comunicações espíritas, o ponto de
acesso principal de autoria deverá atender às mesmas regras para
autores pessoais. Além disso, a autoria, ou responsabilidade principal
sobre a obra será atribuída
a) a uma obra com autoria indefinida.
b) ao título, por se tratar de obra de autoria indefinida.
c) à entidade publicadora como responsável pelo conteúdo.
d) ao espírito seguido da palavra (Espírito), entre parênteses e
grifada.
e) ao médium ou pessoa que recebeu ou relatou a comunicação,
seguido da palavra (Medium), entre parênteses e grifada

Sempre achei curiosa essa passagem. Porém, concordo com ela. Devemos dar a autoria intelectual de uma obra ao intelecto que a criou. Independente de crer ou não, se o médium atribui a criação a um espírito, a obra deve ter como autor o espírito (Espírito).

Resposta: D.

Força nos estudos!

Curso Biblioteconomia Para Concursos EAD turma 3 2014

Estão abertas as inscrições abertas para a nova turma do curso Biblioteconomia Para Concursos, turma 3 2014.

Nosso curso é baseado em objetos de aprendizagem. Através deles, os participantes podem decidir como querem aprender e praticar os diversos conteúdos do curso. Não é estático nem repetitivo, e nem tudo é aula. Acreditamos que cada pessoa tem um ritmo e um momento diferente de aprender, e isso deve ser explorado. Em recente pesquisa, encontramos que o estilo de aprendizagem predominante entre nossos alunos é o reflexivo, de pessoas que “costumam ser ponderadas nas observações e suas conclusões são refletidas antes da ação”. Por isso, quanto mais objetos de aprendizagem diferentes, melhor para a avaliação.

A participação dos professores é de mediadores e orientadores do aprendizado. Cada módulo apresenta diversos tipos de objetos de aprendizagem: textos selecionados, links, games, questões comentadas, além de aulas curtas, com o que é mais importante. Além de fóruns para interação com outros participantes e com os professores. E, claro, também trará questões de várias organizadoras, algumas comentadas. Muito material novo também, novas video-aulas, novos games, nova apostila. É um trabalho que iniciou em 2010 e que está com um formato consolidado que vem alcançando bons resultados. Já tivemos ao longo desse tempo mais de 600 alunos, muitos já são servidores públicos e que estão conquistando seus objetivos.

O novo formato do curso é de 4 meses, sendo 2 meses de curso e dois meses com acesso disponível. É um tempo ideal para quem está disposto a estudar e aprender.

Introdução ao curso. Documentação Biblioteconomia e ciência da informação Normas técnicas para a área de documentação Resumos e índices Indexação Catalogação (AACR-2, RDA, RFRB) Classificação Serviço de referência Estudo de usuário Organização e administração de bibliotecas Desenvolvimento de coleções Noções de informática para bibliotecas Automação Publicações Oficiais Preservação, conservação e restauração de documentos, acervos bibliográficos e conservação digital Bibliografia Catálogo: Tipos e funções. Legislação bibliotecária Dicas gerais para provas discursivas Ergonomia Fontes de informação

Inscrições abertas
Serviço
Curso Biblioteconomia Para Concursos 3 2014, entre 10 de novembro e 10 de janeiro (depois do encerramento, 2 meses de acesso, até o dia 10 de março de 2015)
Investimento: R$ 379 (via pagseguro)
Inscrições a partir do dia 29 de setembro
Contato: blogconcursos@gmail.com
Força nos estudos!!!!

Análise de prova TRF 1a região

A Sara Torres, a quem agradeço, enviou a prova do TRF 1. Organizada pela FCC, foi uma prova com o padrão FCC, do qual eu gosto. Questões simples, sem muita casca de banana. Para quem está seguro.

Analisei algumas questões abaixo

25. Na indexação de um documento que trata de “diamantes” para sua inclusão numa base de dados, foram atribuídos os seguintes termos:

Diamantes
Pedras preciosas
Minerais

Levando em conta as diretrizes da indexação, é correto afirmar que se
(A) deixou de seguir o princípio da especificidade.
(B) optou por aplicar a indexação seletiva usando poucos termos.
(C) pretendeu aumentar a precisão das buscas à base.
(D) buscou abranger todo o conteúdo temático do documento.
(E) diminuiu a probabilidade de falsas associações.

O documento trata de “diamantes”. Diamante é uma pedra preciosa. Pedra por sua vez é mineral. Foram atribuídos termos hierarquicamente ligados, do mais específico, diamante, para o mais geral, mineral. Assim, a meu ver, a resposta correta é A, pois se deixou de seguir o princípio da especificidade ao indexar usando termos mais gerais.

Resposta: A

26. Sobre a Classificação Decimal de Dewey, considere:
I. Nenhum princípio é mais fundamental para a CDD do que este: as partes da classificação são dispostas por assunto, e não por disciplina.
II. O primeiro algarismo de uma notação indica a classe principal. Os zeros são empregados para completar a notação até a extensão mínima obrigatória de três algarismos.
III. O terceiro algarismo de cada número de três dígitos indica a seção. Um ponto decimal é colocado após o terceiro algarismo, depois do qual prossegue a divisão por dez até o grau específico de classificação que se fizer necessário.
IV. Tudo o que é válido em relação às partes é válido também em relação ao todo: esse importante conceito é conhecido como força hierárquica.
V. Se dois assuntos receberem tratamento semelhante em uma obra e não forem usados para introduzir ou explicar um ao outro, deve-se classificar a obra no assunto cujo número vier primeiro nas tabelas.

É correto o que se afirma APENAS em
(A) I, II e IV.
(B) I, III e IV.
(C) II, III e V.
(D) I, II e V.
(E) III, IV e V.

Vejamos. Afirmativa I está errada pois se trata de Disciplina. A II está corretíssima, o primeiro algarismo se refere obrigatoriamente a uma das 10 classes principais. III está correta também, os três primeiros algarismos se referem a Classe, Divisão e Seção. A IV está errada pois é o inverso. Tudo o que vale para o todo vale para a parte, por isso a força hierárquica. A V também está correta, é um princípio para facilitar a decisão.

Resposta: C

27. O mecanismo da Classificação Decimal Universal conhecido como subdivisão paralela é representado pelo símbolo

(A) ÷ ? usado para subdividir com maiores detalhes uma classe da tabela principal.
(B) = ? usado para denotar a equivalência entre as facetas de um assunto.
(C) ? ? usado para expandir conceitos semelhantes em todo o sistema.
(D) ? ? usado para indicar a localização dos assuntos afins nas tabelas.
(E) ’ ? usado para sintetizar dois números que compartilham a mesma subdivisão.

28. Avalie as notações da Classificação Decimal Universal abaixo.

I. 347.7(81)8 ? Direito de autor no Brasil
II. (=87) ? Povos indígenas da América do Sul
III. “15/19” ? A Idade Moderna
É correto afirmar que
(A) III está incorreta; o auxiliar comum de tempo é dependente, portanto, não pode formar sozinho um número de classificação.
(B) II está incorreta; o auxiliar comum de raça é dependente, portanto, só pode ser usado junto com uma classe principal.
(C) I, II e III estão incorretas; os auxiliares comuns devem suceder ou preceder o número principal, uma vez que representam detalhes dos assuntos.
(D) I está incorreta; o auxiliar comum de lugar não pode ser intercalado em um número principal.
(E) I, II e III estão corretas; os auxiliares comuns independentes podem ser usados sozinhos ou no meio de um número das classes principais.

Gosto muito de questões assim. Primeiro devemos observar que se trata dos auxiliares independentes, ou seja, aqueles que não dependem de um número principal. Logo, as alternativas A e B estão erradas, assim como a D, pois por ser independente o auxiliar pode estar em qualquer posição na notação. A C faz uma brincadeira, dizendo que estão incorretas mas colocando uma explicação correta (embora tenha usado o termo “deve” no lugar de “pode”, mais apropriado). Resta portanto a afirmativa E, correta.

29. A estrutura enumerativa da Classificação Decimal de Dewey serviu de base para o desenvolvimento da Classificação Decimal de Direito, cujo objetivo foi expandir e aprofundar a classe 340, adaptando-a ao ordenamento jurídico brasileiro. Além disso, a CDDir incorporou uma série de recursos da Classificação Decimal Universal, incluindo o sistema notacional e alguns mecanismos de síntese.

A afirmativa acima está
(A) correta; a CDDir criou um índice relativo baseado na CDD.
(B) incorreta; a CDDir utiliza o sistema notacional da CDD.
(C) incorreta; a CDDir foi desenvolvida com base na CDU.
(D) correta; a CDDir usa recursos de coordenação e adição da CDU.
(E) correta; a CDDir pode ser usada simultaneamente com a CDD.

Quem estudou a CDDir, também conhecida por Doris, sabe que nada tem de CDU nela. Logo, o enunciado está incorreto. Resposta: B.

30. Ao redigir um resumo, um bibliotecário empregou palavras diferentes das usadas pelo autor do documento original, com a intenção de obter brevidade. O risco dessa prática é distorcer o significado do original.

É correto afirmar que o bibliotecário aplicou
(A) o método da síntese.
(B) o princípio da objetividade.
(C) a paráfrase.
(D) a regra da generalização.
(E) a metonímia.

O prefixo “para”, encontrado em palavras como paralela, parábola, etc., significa algo que corre junto, mas que não é exatamente igual. Parafrase significa isso, dizer o que autor disse mas usando outras palavras. O que nem sempre é possível. Resposta: C.

31. O Código Civil Brasileiro é uma obra que pode ser realizada de diferentes maneiras: o texto original, uma edição anotada e uma versão em quadrinhos. Segundo os Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos, essas realizações são denominadas

(A) expressões, por sua vez, materializadas por meio de manifestações.
(B) atributos, divididos em duas categorias: os inerentes e os externos à obra.
(C) manifestações, que representam materiais físicos, como livros, CDs etc.
(D) itens, pelos quais o usuário tem acesso ao conteúdo intelectual da obra.
(E) entidades, que são o objeto de interesse dos usuários de dados bibliográficos.

A Obra é o Código Civil. Que pode ser expressa de diferentes formas e materializadas em diferentes manifestações.

Resposta: A

Força nos estudos!!

Análise de prova TJ Pará

Recebi do Erik André a prova do TJ Pará. Organizada pela vunesp, foi uma prova muito bem elaborada, abordou assuntos modernos como rfrb e oai, entre outros. Bem elaborada.

Algumas questões

32. No ordenamento brasileiro, as fontes juri?dicas sa?o categori- zadas em materiais e formais, sendo que as fontes materiais

(A) sa?o os meios pelos quais o Direito se apresenta: leis, regulamentos, decretos, jurisprude?ncias, doutrinas, tra- tados e outros; ja? as fontes formais se fundamentam na origem e na histo?ria do Direito, bem como na sociolo- gia, na e?tica, na poli?tica e no costume.
(B) sa?o os materiais impressos existentes nas editoras, li- vrarias e bibliotecas, ao passo que as fontes formais en- globam todos os tipos de fonte, principalmente aquelas em formato eletro?nico e digital.
(C) sa?o as fontes legislativas, representadas pelas normas superiores (leis, projetos de lei, decretos, medidas pro- viso?rias, acordos e tratados); ja? as fontes formais sa?o as fontes doutrina?rias e jurisprudenciais, retratadas pelas deciso?es dos tribunais.
(D) expressam juridicamente as fontes formais, dando-lhes o cara?ter de direito positivo; ja? as fontes formais forne- cem a mate?ria para a elaborac?a?o do Direito, constituin- do as causas (histo?rico-sociais, e?tico-valorativas etc.) de sua construc?a?o e modificac?o?es.
(E) fundamentam-se na origem e na histo?ria do Direito, bem como na sociologia, na e?tica, na poli?tica e no cos- tume; ja? as fontes formais sa?o os meios pelos quais o Direito se apresenta: leis, regulamentos, decretos, juris- prude?ncias, doutrinas, tratados e outros.

Difícil no inicio entender. Pois o termo material, para um bibliotecário, remete a algo tangível. No entanto, neste caso, não é isso. As fontes materiais são as fontes que originam os direitos. Resposta: letra E.

67. Leia a definic?a?o a seguir.
“… melhoria nas condic?o?es de trabalho, com extensa?o a todas as func?o?es de qualquer natureza e ni?vel hiera?rquico, nas variac?o?es comportamentais, ambientais e organizacionais que venham, juntamente com poli?ticas de recursos humanos condizentes, humanizar o emprego, de forma a se obter um resultado satisfato?rio, tanto para o empregado como para a organizac?a?o. Isso significa atenuar o conflito existente entre o capital e o trabalho.”
Essa definic?a?o refere-se a?
(A) arquitetura da informac?a?o.
(B) usabilidade.
(C) ergonomia.
(D) governanc?a de recursos humanos.
(E) sociabilidade das relac?o?es.

A única resposta possível entre as alternativas é ergonomia. O texto se aplica bem aos ideias da ergonomia do trabalho. Resposta: C.

48. Analise as seguintes frases.
I. “[…] e? o conjunto de princi?pios expostos nos livros de direito, em que se firmam teorias ou se fazem interpreta- c?o?es sobre cie?ncia juri?dica”;
II. “ a forma pela qual os tribunais expressam suas deciso?es e aplicac?o?es da legislac?a?o vigente”;
III. “o conjunto de normas e atos juri?dicos que ditam as re- gras de conduta dentro de um Estado”.
Elas representam, correta e respectivamente, os seguintes conceitos da informac?a?o juri?dica:
(A) doutrina; legislac?a?o; jurisprude?ncia.
(B) jurisprude?ncia; doutrina; legislac?a?o.
(C) jurisprude?ncia; legislac?a?o; doutrina.
(D) doutrina; jurisprude?ncia; legislac?a?o.
(E) legislac?a?o; doutrina; jurisprude?ncia.

Doutrina jurisprudência e legislação. Parece fácil, mas vejo muita gente confundir. Sempre é bom represar. Letra: D.

37. Segundo a ISO 1087-1, a refere?ncia dos termos na terminologia e? formulada mediante operac?o?es de definic?a?o por intenc?a?o ou por extensa?o. Assinale a alternativa que descreve correta e respectivamente tais operac?o?es.
(A) Identifica a totalidade de objetos aos quais corresponde o conceito; apresenta o conjunto singular de caracteri?s- ticas que definem aquele determinado conceito.
(B) Enumera todos os conceitos subordinados segundo um crite?rio de subdivisa?o por categorias partitivas e asso- ciativas; aponta a compreensa?o global do significado do conceito, adicionando-o ao objeto.
(C) Apresenta o conceito indicando seus subordinados, se- gundo crite?rios CDU; arrola o conceito superordenado e as caracteri?sticas do conceito em foco, independente- mente do conceito subjacente.
(D) Oferece a interpretac?a?o relativa dada ao conceito, inde- pendentemente do conceito subjacente que lhe foi determinado via CDU; aponta estrita e diretamente o conceito subjacente determinado via sistema de classi- ficac?a?o CDU.
(E) Indica o conceito imediatamente superordenado,seguido das caracteri?sticas que o distingue de outros concei- tos coordenados; descreve o conceito enumerando todos os conceitos subordinados que correspondem a um crite?rio de subdivisa?o.

Tipo de questão difícil, pois não é comum. Sempre sugiro que a melhor forma é começar com o mais fácil. O mais fácil, nesse caso, é o conceito de extensão. A única alternativa que “expande” é a da letra E, que é a alternativa correta. Extensão é o que vem depois, ou seja, subordinado. E intenção diz respeito ao conceito superordenado hierarquicamente acima, que vem “antes”.

Força nos estudos!!!

10 anos

10 anos

Em março de 2004, na associação de bibliotecários de Pernambuco, eu ministrei meu primeiro curso para concursos. Foi a primeira experiência que tive do tipo e foi o ponto inicial deste trabalho. Lembro que preparei o curso junto aos amigos Marcia Rodrigues e Rodrigo Galvão. Edilene Silva e Rose Couto eram as diretoras da APBPE na época, agradeço muito por terem aberto as portas.

O início, como todo início, foi um grande aprendizado. Eu já tinha toda a base de material que utilizei e produzi para meus próprios estudos, tinha alguma noção de métodos de estudos, e nenhum jeito para lidar com o público – até hoje tenho essa dificuldade.

Isso foi em março de 2004 e em fevereiro de 2005 eu publicava o livro biblioteconomia para concursos, o primeiro volume, o pai de todos. Contei com a ajuda dos amigos Rodrigo Galvão e Alex Lennine. Depois em 2006 veio o blog, com o apoio da ExtraLibris, do Fabiano Caruso e do Moreno Barros. Em 2007 voltei a ministrar cursos, e desde então tive a oportunidade de conhecer bibliotecários e bibliotecárias de vários estados do Brasil. Sem dúvida a parte mais gratificante de todo esse esforço. Foram tantas pessoas que organizaram o curso que não vou correr o risco de esquecer alguém. Só tenho a agradecer a todos. Por volta de 2008, com o apoio de Henrique Ferreira e Sandryne Barreto comecei o curso online, que se firmou em 2010, com o apoio de Henrique Ferreira e o suporte do Fabiano Caruso e extralibris. Em 2013 mais uma mudança, o biblioteconomia para concursos passou a ser independente, o que forçou uma outra visão de tudo. Mais aprendizado.

E o aprendizado continua.

Nesses 10 anos muita coisa mudou. Os concursos em biblioteconomia não só aumentaram como se tornaram constantes. Lembro que no começo do blog eu divulgava os editais, mas depois ficou inviável. Eram muitos. O mesmo acontecendo com as análises de provas. Muitas provas, difícil dar conta de tudo. Agradeço a todos que enviam.

Uma coisa que me deixa feliz é ver novos bibliotecários também dedicados a concursos. Uma área como a nossa precisa de mais pessoas interessadas em compartilhar o que sabem. Bibliotecários são servidores públicos naturais no Brasil, pois os postos de trabalho em biblioteca são praticamente 50% do total, vide censo cfb. Então é natural ser concurseiro em nossa área. Fico feliz de ver iniciativas como as de Fernando Mustafa, Klara freire, Chico de Paula, Talita James, Leandro Fonseca, Suzane Lima, Alex da Silveira, Diego barros, Wesley Leite, Allan Julio Santos. Existem outros, com certeza. Fico feliz de ver bibliotecários compartilhando o que sabem com outros bibliotecários.

Outra coisa que noto, porém com tristeza, é que de certa forma o ensino de biblioteconomia piorou. Tenho alunos que sabem todas as teorias de capurro mas nao sabem a diferença entre cutter e ranganathan. Nao sei dizer o que está havendo nas universidades, mas isso é geral. Claro que a universidade nao deve focar em concursos, porém é preciso entender que está formando bibliotecários técnicos. Aacr2 é mais importante.

Ministrar cursos para concursos também envolve trabalhar com diversos tipos de estudantes. Quando se trata de concurso, todos são estudantes. O concurso iguala o doutor e o graduando numa concorrência sem privilégios. Já tive tanto alunos dos períodos iniciais do curso (já tive em meus cursos pessoas que nem tinham iniciado biblioteconomia ainda), quanto pessoas formadas há décadas; Bibliotecários empregados em grandes bibliotecas e bibliotecários empregados em áreas totalmente diferentes; bibliotecárias que estão fazendo um doutorado mas nunca trabalharam em biblioteca e bibliotecárias que trabalham em biblioteca desde quando eram auxiliar. Todos são estudantes quando querem se preparar para concurso. Essa fase de preparação também tem vários níveis. E isso é individual. A maioria está em níveis iniciais, pois o comum é deixar de ser concurseiros quando se atinge os níveis mais avançados – afinal de contas, quando você está num nível tão alto assim você é aprovado no concurso que deseja. Trabalhar para todos é um desafio constante e, claro, não é possível agradar a todos. Uma das duvidas mais comuns que recebo quanto aos meus livros é: Gustavo, acho que meu exemplar veio com problemas, pois tem umas questões que nao tem as alternativas abcd. Então tenho que explicar que se trata de questões Cespe de certo ou errado. O que para quem já começou a caminhada para concursos é simples, para quem ainda vai começar é complexo. E isso faz parte do aprendizado.

Esse mix de perfis de estudantes me levou a pesquisar sobre estilos de aprendizagem. Em pesquisa realizada com alunos do curso online, descobri que a maior parte dos alunos são do estilo reflexivo. Isso me ajudou a desenvolver mais materiais diferentes, além do textual. Continuo pesquisando os estilos para poder melhorar essa preparação.

Enfim, a luta continua. Só tenho a agradecer a todos que conheci nesses 10 anos. Não foi fácil, mas cada mensagem que recebi me ajudou a dar mais um passo a frente. Obrigado a todos.

Força nos estudos!

Práticas Éticas em Bibliotecas e Serviços de Informação

Muito bom esse livro “Prática éticas em Bibliotecas e Serviços de informação”. Organizado pelo Professor Francisco das Chagas, reconhecido pesquisador na temática, e por Ana Cláudia Perpétuo Silva, ele traz vários trabalhos de pós-graduação estudando a ética na prática do bibliotecário.

Vai muito além do código de ética do bibliotecário. Fez-me lembrar de uma questões recorrente no meu curso, que diz que o bibliotecário “deve se manter neutro” e muitos dos meus alunos concordam que o bibliotecário deve ser neutro, apenas entregar a informação solicitada ao usuário e fim. No entanto, seria isso ético? Se o usuário for uma criança e estiver pedindo para ler o “kama sutra”, seria ético?

Gostei muito do livro, vale a leitura tanto para quem quer conhecer as pesquisas recentes da área, quanto para os profissionais que querem entender melhor os conflitos éticos da profissão. Também vale, claro, para os concurseiros.

Força nos estudos!

Curso Biblioteconomia para concursos em Fortaleza, Ceará

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Dia 27 de setembro estarei, se Deus quiser, ministrando curso em Fortaleza.

Será a primeira vez que ministrarei meu curso no Ceará e estou muito contente de poder conhecer pessoalmente muitos leitores e alunos.

A organização está a cargo só Fernando, da Acesso, empresa respeitadíssima e reconhecida. Será sucesso.

Força nos estudos!!!

Concurso IFRN análise de prova

A Alyne, a quem agradeço, me enviou a prova do IF RN. Escolhi algumas questões para comentar.

21. Um vocabulário controlado é essencialmente
A) uma relação de publicações que o autor consultou para escrever sua obra.
B) um índice classificado de um trabalho ordenado alfabeticamente por temas específicos.
C) uma lista de termos autorizados para recuperação da informação.
D) uma lista de letras ou números que representam o nome do autor e a classificação de uma obra.

Letra C. Por isso tem esse nome “controlado”. Somente termos autorizados serão utilizados para representar e recuperar a informação.

22. A diferença entre tesauro e uma lista de cabeçalho de assunto é
A) sua utilidade.
B) sua estrutura associativa.
C) que, nos tesauros, cada palavra corresponde a um conceito.
D) que o tesauro é uma linguagem pós-coordenada, e a lista de cabeçalho é pré-coordenada.

Letra D. Na linguagem pós-coordenada, os termos são combinados no momento da busca. Por exemplo: literatura + Brasil + século XX. Já na linguagem pré-coordenada os termos são combinados no momento da classificação/indexação. Por exemplo: literatura brasileira do século XX.

23. De acordo com a CDU, a notação que apresenta o auxiliar de forma é{
A) 658.56:36
B) 658.56(81)
C) 658.012.2(035)
D) 658.012.2+658.56

Resposta: C. Forma é representada pelo símbolo (0…).

24. O primeiro enfoque do profissional da informação, na sua função de planejador, consiste em
A) adotar estratégias motivacionais e catalisadoras de ação
B) promover o uso do acervo e os serviços oferecidos para melhor atender a comunidade.
C) elaborar manuais para melhorar o fluxo das atividades.
D) interpretar a missão institucional estabelecendo objetivos para o seu cumprimento.

Letra D. Deve-se caminhar na direção da missão.

25. A avaliação de coleções implica em diversas tomadas de decisão. Dentre elas, tem-se{
A) o desbaste e o descarte.
B) o registro.
C) a adequabilidade do acervo.
D) a censura dos materiais.

Resposta: Letra D. Depois da avaliação do acervo, será necessário decidir sobre desbaste e descarte dos itens que não são mais úteis para a circulação.

27. Na busca booleana, a utilização do operador OR (OU) deve ser feita quando se pretende recuperar documentos que
A) possuam um dos termos diretamente seguidos pelo outro.
B) possuam palavras que sejam tratadas como uma frase.
C) reúnam todos os termos pesquisados.
D) contenham, pelo menos, um dos termos unidos pelo operador.

Letra D. Na lógica booleana, OU irá recuperar qualquer documento que contenha pelo menos 1 dos termos. Brasil OU China, por exemplo, irá recuperar documentos que contenham a palavra Brasil, ou a palavra China, ou ambas.

29. A indexação de assunto envolve duas etapas principais: a análise conceitual e a tradução. Essa segunda etapa
A) proporciona respostas a uma infinidade de questões relacionadas com a análise dos assuntos de um documento.
B) envolve a conversão da análise conceitual de um documento em um determinado conjunto de termos de indexação.
C) designa a capacidade de recuperar documentos úteis e evitar documentos inúteis.
D) implica, em primeiro lugar, definir o assunto de um documento.

Resposta: B. Tradução, nesse caso, é traduzir a análise conceitual de um documento para a linguagem documentária utilizada pelo sistema.

30. De acordo com a ordem vertical (arquivamento) da Classificação Decimal Universal (CDU), a sequência correta é
A) 316; 316:658.8; 316+316.4; 316(046)
B) 316:658.8; 316+316.4; 316(046); 316
C) 316+316.4; 316; 316:658.8; 316(046)
D) 316+316.4; 316:658.8; 316; 316(046)

Resposta: C. A ordem de arquivamento é sempre do mais geral para o mais específico. 316:658.8 é uma, digamos assim, limitação do assunto 316, logo, 316 sozinho será mais amplo que 316:658.8.

42. Como regra geral, conforme o Manual AACR2, a entrada principal de uma obra adaptada deve ser pelo
A) adaptador.
B) autor original.
C) editor.
D) título da obra original.

Resposta: A O termo adaptador pode confundir. Pois na verdade o adaptador criou uma nova obra, ainda que baseada em uma outra obra. Logo, a entrada é pelo autor adaptador.

Força nos estudos!

Análise de conteúdo

Foi publicado recentemente na Revista Informação & Sociedade: Estudos, da UFPB, um artigo bem interessante sobre análise de conteúdo, um método de pesquisa qualitativa. Outros métodos de pesquisa já foram exigidos em concursos públicos, como Delphi e Grupos Focais. Quando apareceram, por não serem comuns, foi surpresa para muitos. Como o bom estudante é aquele que se adianta ao professor, vale a pena ler o artigo para não ser surpreendido.

ANÁLISE DE CONTEÚDO: considerações gerais, relações com a pergunta de pesquisa, possibilidades e limitações do método, de Ricardo Bezerra Cavalcante, Pedro Calixto e Marta Macedo Kerr Pinheiro.

Assim, a análise de conteúdo compreende técnicas de pesquisa que permitem, de forma sistemática, a descrição das mensagens e das atitudes
atreladas ao contexto da enunciação, bem como as inferências sobre os dados coletados. A escolha deste método de análise pode ser explicada
pela necessidade de ultrapassar as incertezas conseqüentes das hipóteses e pressupostos, pela necessidade de enriquecimento da leitura por
meio da compreensão das significações e pela necessidade de desvelar as relações que se estabelecem além das falas propriamente ditas.

Força nos estudos!!!

Curso preparatório para concursos – módulo técnico

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A DATA COOP REALIZARÁ CURSO PREPARATÓRIO DE BIBLIOTECONOMIA PARA CONCURSOS – MÓDULO TÉCNICO: CLASSIFICAÇÃO, INDEXAÇÃO, CATALOGAÇÃO E NORMALIZAÇÃO / Convênio SESCOOP/UERJ

CARGA HORÁRIA: 15 HORAS/AULA

PERÍODO: SÁBADOS 19, 26 de julho e 2 de agosto de 2014

HORÁRIO: 8 às 13 Horas

ENDEREÇO:
UERJ: Rua São Francisco Xavier, 524 / bloco F 6º andar, sala 6104 (Maracanã)
Investimento
Por inscrição, com a seguinte diferenciação: Estudantes de Biblioteconomia: R$ 290,00; Bibliotecários: R$ 350,00.
Para inscritos nos preparatórios anteriormente realizados (estudante ou bibliotecário): R$ 200,00.

Pagamento depósito em conta:
Para DATA COOP – COOPERATIVA DE BIBLIOTECÁRIOS,
DOCUMENTALISTAS, ARQUIVISTAS E ANALISTAS DA INFORMAÇÃO LTDA.

CNPJ: 01596552/0001-77

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
AG: 4144
Operação 003
Conta 790772-8
Confirmação por EMAIL – wilsy@datacoop.com.br
Inscrição: wilsy@datacoop.com.br
Inscrições até dia 05/07/2014 A confirmação de inscrição dá mediante comprovante de pagamento.
RUA DA QUITANDA, 19, SALA 401 –CENTRO – CEP 20011-030 – RIO DE JANEIRO – RJ

JUSTIFICATIVA

O crescente espaço no mercado de trabalho de Biblioteconomia, principalmente a grande oferta de vagas no serviço público, motiva estudantes e profissionais da área a procurarem cada vez mais capacitação para prestar concursos a fim de aproveitar o volume de oportunidades disponíveis, o que impulsiona a criação de cursos para atender à demanda de preparação destes candidatos.

OBJETIVOS / RESULTADOS ESPERADOS

O curso visa atuar na preparação do candidato frente às questões de concurso da área mais técnica e tradicional da Biblioteconomia. Serão 15 horas divididas entre as disciplinas classificação, indexação, catalogação e normalização.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

Classificação, indexação, catalogação e normalização.
O conteúdo deverá ser trabalhado tendo por base questões de provas variadas sobre as citadas disciplinas, realizadas no ano de 2013 até a data de divulgação do curso.

PRE-REQUISITOS

Não há pré-requisitos

INFRA-ESTRUTURA

* Coffee-break
* Pasta com caneta e bloco de anotação;
* Apostila impressa e digital.

DEMAIS INFORMAÇÕES

Vagas: até 50 alunos, mínimo de 20.

CURRÍCULO DA INSTRUTORA

Instrutora: Klara W. Freire
Graduada em Biblioteconomia e Gestão de Unidades de Informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ministra palestras sobre a carreira do bibliotecário no serviço público e possui experiência em Biblioteconomia para concursos. Primeiro lugar no concurso de 2012 do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, órgão no qual trabalha atualmente. Acumula aprovações nos seguintes certames: 2º lugar na Casa da Moeda – seu primeiro, ainda graduanda do 4º período de Biblioteconomia -, 4º lugar na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), 3º lugar na UFRJ – onde trabalhou por quase dois anos, até ingressar no Poder Judiciário – e, mais recentemente, 7º lugar na Petrobras, dentre outros.

Wilsy Moreira Castro
Data Coop – Cooperativa de Bibliotecários, Documentalistas, Arquivistas e
Analistas da Informação Ltda.
Rua da Quitanda, 19, salas 401-402
20011-030 – Rio de Janeiro- RJ – Brasil
Tel.: (21)38525653 /(21)38521117

Introdução a teoria geral da biblioteconomia

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Li e estou lendo o ótimo Introdução a teoria geral da biblioteconomia, do bibliotecário Ronaldo Vieira. Várias abordagens podem ser feitas à guisa de resenha para esta obra. Tentarei expor um pouco do que eu senti e do que eu conheci.

É muito bom receber uma obra chamada introdução à teoria geral da biblioteconomia. Toda profissão que se preze precisa de uma obra básica que introduza os diversos principais assuntos de seu mister. O livro do Ronaldo Vieira cumpre este objetivo ao trazer realmente o geral da biblioteconomia. A despeito disso, a única omissão, digamos assim, que percebi no livro foi não fazer uso das duas introduções à biblioteconomia que conhecemos bem por aqui, Guinchat e Menou, e Edson Nery da Fonseca. A obra em questão segue a linha do livro do Guinchat e Menou, inclusive o título é bem parecido.

O livro tenta abordar tudo da biblioteconomia de forma simples mas não superficial. Por isso, a meu ver, cai como uma luva para alunos de graduação, para concurseiros, e também para alunos de cursos técnicos em biblioteconomia e até mesmo para auxiliar de biblioteca, pois traz muitos tópicos em abordagem apropriada a quem se interessa por biblioteconomia de modo geral.

Outro ponto. Fico muito feliz de ver um livro de um “não-professor”. Nada contra professores, mas quando isso ocorre em uma área tão acadêmica quanto a nossa precisamos realçar. Precisamos de mais bibliotecários escrevendo e publicando, do contrário a biblioteconomia vai ser engolida pela ciência da informação. Agradeço ao Ronaldo Vieira pela coragem. E por extensão parabenizo a Interciencia por acreditar na biblioteconomia.

A organização do livro parece seguir uma grade curricular o que facilita bastante o uso do livro. São 22 capítulos. Talvez um índice ajudasse ainda mais o uso da obra, mas isso pode vir numa segunda edição.

O livro é muito rico em conceitos, traz muitas tabelas, diagramas, esquemas, figuras e exemplos que ajudam e muito os estudos.

Recomendado.

Força nos estudos!

Curso Biblioteconomia Para Concursos EAD TURMA 2 2014

Estão abertas as inscrições abertas para a nova turma do curso Biblioteconomia Para Concursos, turma 2 2014.

Nosso curso é baseado em objetos de aprendizagem. Através deles, os participantes podem decidir como querem aprender e praticar os diversos conteúdos do curso. Não é estático nem repetitivo, e nem tudo é aula. Acreditamos que cada pessoa tem um ritmo e um momento diferente de aprender, e isso deve ser explorado. Em recente pesquisa, encontramos que o estilo de aprendizagem predominante entre nossos alunos é o reflexivo, de pessoas que “costumam ser ponderadas nas observações e suas conclusões são refletidas antes da ação”. Por isso, quanto mais objetos de aprendizagem diferentes, melhor para a avaliação.

A participação dos professores é de mediadores e orientadores do aprendizado. Cada módulo apresenta diversos tipos de objetos de aprendizagem: textos selecionados, links, games, questões comentadas, além de aulas curtas, com o que é mais importante. Além de fóruns para interação com outros participantes e com os professores. E, claro, também trará questões de várias organizadoras, algumas comentadas. Muito material novo também, novas video-aulas, novos games, nova apostila. É um trabalho que iniciou em 2010 e que está com um formato consolidado que vem alcançando bons resultados. Já tivemos ao longo desse tempo mais de 500 alunos, muitos já são servidores públicos e que estão conquistando seus objetivos.

O novo formato do curso é de 4 meses, sendo 2 meses de curso e dois meses com acesso disponível. É um tempo ideal para quem está disposto a estudar e aprender.

Introdução ao curso. Documentação Biblioteconomia e ciência da informação Normas técnicas para a área de documentação Resumos e índices Indexação Catalogação (AACR-2, RDA, RFRB) Classificação Serviço de referência Estudo de usuário Organização e administração de bibliotecas Desenvolvimento de coleções Noções de informática para bibliotecas Automação Publicações Oficiais Preservação, conservação e restauração de documentos, acervos bibliográficos e conservação digital Bibliografia Catálogo: Tipos e funções. Legislação bibliotecária Dicas gerais para provas discursivas Ergonomia Fontes de informação

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As inscrições iniciaram dia 14 de abril de 2014.
Serviço
Curso Biblioteconomia Para Concursos 2 2014, entre 9 de junho e 10 de agosto (depois do encerramento, 2 meses de acesso, até o dia 10 de outubro)
Investimento: R$ 379 (via pagseguro)
Inscrições a partir do dia 14 de abril
Contato: blogconcursos@gmail.com
Força nos estudos!!!!
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