Estou começando um novo projeto voltado para a preparação de bibliotecários. O foco é concursos, porém, ajudará no aprendizado das disciplinas abordadas de forma geral.

Interessados deixem email nos comentários.

Força nos estudos!!!!

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Concurso do BNDES Análise de prova

by Gustavo Henn on 12/05/2013

Recebi a prova do BNDES de Talita, a quem agradeço. Prova bem difícil, como sempre a cesgranrio trazendo mais tópicos voltados pra gestão.

Vejamos algumas questões

31
O relatório é um instrumento que possibilita que a unidade
de informação cumpra suas funções a partir da análise da
situação existente, da avaliação dos resultados alcançados
e dos problemas encontrados em determinado período
de tempo.
Para tanto, o relatório deverá fundamentar-se no
(A) quadro de pessoal
(B) estatuto da unidade
(C) plano de trabalho
(D) organograma institucional
(E) cronograma de atividades

Questão bem elaborada com uma casca de banana pronta pra derrubar muita gente, pois o enunciado termina falando em período de tempo, o que talvez tenha levado alguns a marcarem cronograma. Mas a verdade é que relatório é um instrumento para avaliar uma situação, faz parte de um planejamento, logo deve fundamentar-se em um plano de trabalho.

Resposta: C

32
O caráter extremamente volátil, instável e perecível do objeto
digital exige opções de preservação em longo prazo.
Uma dessas opções é a conversão periódica, que implica
a(o)
(A) transferência de bits e bytes para um novo ambiente
físico de armazenagem.
(B) migração da informação digital de uma geração de
tecnologia para a subsequente.
(C) distribuição em rede, gerando múltiplo acesso simultâneo
e variedade de derivados.
(D) diversidade de qualidade e capacidade de hardware e
software em evolução.
(E) encapsulamento do objeto junto com a aplicação de
software usado para criá-lo.

Conversão periódica é sempre converter o objeto digital para que ele possa ser lido pelas tecnologias atuais. Eu que já passei dos 20 já sofre sem poder abrir alguns arquivos de programas antigos. Sobre preservação digital, fundamental ler este artigo do Professor Miguel Arellano http://www.scielo.br/pdf/ci/v33n2/a02v33n2.pdf.

Resposta: B

33
Segundo Moresi (2011), na gestão do conhecimento e
inteligência organizacional, uma organização não pode
criar conhecimento por si mesma sem a iniciativa do indivíduo
e a interação que ocorre no grupo.
Esse conhecimento pode ser amplificado ou cristalizado
ao nível do grupo, por meio de
(A) inteligência do processo de consultoria
(B) conversão do conhecimento tácito em explícito
(C) internalização e externalização do conhecimento
(D) valoração da criação do conhecimento nas organizações
(E) discussões, compartilhamento de experiências e observação

Quais as melhores opções para levar uma informação ou um conhecimento para o grupo? Discussões, reuniões, debates, e tudo o que promova o compartilhamento de experiências. Sempre, sempre mesmo, tente responder o enunciado antes de ler as alternativas. É mais fácil começar a ler as alternativas procurando a resposta que você já sabe do que tentar adivinhar entre as alternativas qual a resposta.

Resposta: E

36
Marketing da informação é um processo que pode contribuir
para a garantia do futuro das unidades de informação.
Nesse sentido, o marketing da informação é visto como
atividade
(A) mantenedora da unidade de informação
(B) corporativa de criação e inovação
(C) de estímulo à utilização de serviços e produtos de
informação
(D) de melhoria da imagem das unidades de informação e
dos bibliotecários
(E) de ajustamento de produtos e serviços às necessidades
dos usuários

Marketing é uma troca entre o que os usuários desejam (mesmo que nem saibam disso) e o que a empresa tem a oferecer. Por isso o marketing é fundamental para a criação e inovação. Nesse sentido, é fundamental não confundir marketing com a propaganda pura e simples. Lembre-se que propaganda é somente um dos 4 p´s do marketing.

Sobre marketing de informação, ler http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/view/1920 e

Resposta: B

41
Algumas classes foram adicionadas ou desenvolvidas na
CDDir, em sua 4a edição de 2002.
Entre essas classes, encontram-se as do Direito do Consumidor,
Direito Ambiental, Direito Econômico e Direito
(A) Internacional
(B) Canônico
(C) Privado
(D) Agrário
(E) Trabalhista

Não tem muita literatura sobre a CDDir, a principal é a própria CDDir. Isso está explicado logo no início. CDDir pode ser acessada aqui http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/publicacoes/classificacao-decimal-de-direito-1 . Resposta: D

59
As taxonomias vêm sendo empregadas em portais institucionais
e também em bibliotecas digitais. Elas são um novo
mecanismo de busca, em adição a outras ferramentas.
Nesse sentido, definem-se taxonomias como sendo o(s)
(A) conjunto de termos considerados equivalentes para
fins de recuperação.
(B) conjunto de termos que representam conceitos, modelados
a partir de uma notação gráfica composta por
nodos interconectados.
(C) vocabulários controlados, formados por termos preferenciais,
organizados em estruturas hierárquicas ou
poli-hierárquicas.
(D) sistemas de organização do conhecimento que permitem
organizar, classificar, recuperar, compartilhar e
reutilizar informações em ambientes digitais.
(E) sistemas de organização do conhecimento que permitem
a organização de termos descritores a partir de
relações lógico-semânticas de ordens hierárquicas,
equivalentes e associativas.

Taxonomias são vocabulários controlados. Apesar do nome ainda soar estranho, é algo muito mais antigo que imaginamos. Em algum deixamos de falar em taxonomias e, por ironia, o mundo digital trouxe de volta. Sobre o tema: http://www.dgz.org.br/ago08/Art_01.htm e http://revista.acbsc.org.br/racb/article/view/746

Resposta: C

68
De modo a se estabelecer a forma de cabeçalhos de
assunto, usa-se o plural para
(A) nomes das ciências e artes.
(B) nomes de ofícios e profissões.
(C) nomes de produtos químicos e agrícolas.
(D) ramos do conhecimento e teorias filosóficas.
(E) palavras que representam ideias abstratas.

Vamos ver o que fica menos estranho no plural:

a) Filosofias, b) Filósofos, c) Cloretos de potássios, d) Escolásticas, e)Amores.

Nos cabeçalhos de assunto, o nome de profissões é que pode aparecer em plural. http://rogeriopetrinialmeida.blogspot.com.br/2011/11/diretrizes-para-elaboracao-de-um-de.html

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Portal Livro Aberto

by Gustavo Henn on 08/04/2013

Totalmente excelente esse Portal Livro Aberto do IBICT. São várias obras importantes publicads pelo IBICT ao longo de sua história, muitas raras, de difícil acesso, e que estão gratuitamente para baixar aqui.

O Portal do Livro Aberto tem por objetivo reunir, divulgar e preservar as publicações oficiais em ciência, tecnologia e inovação. Os temas Tecnologias da Informação e Comunicação, Fármacos e Complexo Industrial da Saúde, Petróleo e Gás, Complexo Industrial da Defesa, Aeroespacial, Nuclear, Biotecnologia, Nanotecnologia, Energia Renovável, Biodiversidade, Mudanças Climáticas, Oceanos e Zonas Costeiras Popularização da C,T&I, Melhoria e Ensino de Ciências, Inclusão Produtiva e Social, e Tecnologias para Cidades Sustentáveis, definidas nos Programas e Atividades Estruturantes da Estratégia Nacional da Ciência, Tecnologia e Inovação 2012-2015, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e incluídos neste primeiro momento. Adiciona-se a área de Ciência da Informação, que reúne o saber e o fazer do IBICT. Numa segunda fase serão incluídas publicações oficiais em temas tratados em políticas de ciência e tecnologia de períodos anteriores, bem como os tratados nas demais políticas públicas que tenham interface com a Ciência e Tecnologia em geral.

Assegurando os direitos de autoria, o Portal visa contribuir para dar visibilidade à publicação oficial brasileira, conforme os preceitos do Manifesto de Acesso Aberto do IBICT, com vista à democratização do acesso à informação pública.

O Portal do Livro Aberto é um serviço do IBICT, criado com o apoio financeiro Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e conta com a parceria de diferentes órgãos dos Poderes Executivo e Legislativo Federal.

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Muito bom este artigo Modelos teóricos de estudos de usuários na ciência da informação . Traz a abordagem alternativa dos estudos de usuários com muitos recursos.

Os estudos de usuario nao são tão solicitados em concursos quanto eu acho que deveriam ser. Mas ainda assim são exigidos e devem ser bem estudados, afinal, somos bibliotecários.

Força nos estudos!!

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Estude mais

by Gustavo Henn on 23/03/2013

Existem duas formas muito perigosas de aceitar uma derrota. Uma é aumentando o desafio. Sempre escutamos alguém dizer: “ela era muita areia pro meu caminhão”, quando não conquista uma paquera; ele era muito forte, quando perde um peixe; o carro dele era infinitamente mais rápido, quando perde uma corrida. Em concursos, para se conformar com um fracasso, aceitamos dizer que “a prova estava muito difícil”. Assim, a culpa nao é minha, é da prova.
A outra forma é atribuir ao azar. ” ah, faltou só acertar uma questão!”, ou então ” só caiu os assuntos que eu nao estudei direito, que azar!”. Assim, aceitamos que fugiu do nosso controle, foi realmente uma questão de azar. Cuidado com esses pensamentos, eles podem nos deixar sempre como derrotados conformados.

Quem acompanha o blog sabe da minha jornada no Jiu-Jitsu. A arte suave me trouxe uma nova visão da vida e eu sempre me pego fazendo analogias entre a minha vida e o que eu aprendo no tatame. Um dia, depois de um campeonato, eu e um companheiro de equipe estávamos andando e cruzamos com o mestre da nossa equipe que chegava e nao sabia dos resultados da nossa luta. Éramos faixa branca, que é a primeira faixa do Jiu Jitsu. Eu tinha lutado e vencido, mas meu amigo tinha perdido em sua primeira luta e estava indignado, procurando algum forma de se conformar com a derrota. Quando o mestre perguntou como foi sua luta ele disse: perdi, mas aquele cara era faixa azul( uma faixa acima da branca, mais experiente portanto). A resposta do mestre foi: treine mais. E antes que meu amigo voltasse a aumentar as qualidades de seu adversário, o mestre disse: treine mais.

A derrota e o fracasso sempre chegam, e precisamos estar preparados para eles. Mas eles nao devem ser aceitos, nao devemos nos conformar. Devemos sempre dar o nosso melhor, não apenas no momento da provação, mas principalmente antes dele (estudando mais, treinando mais, se preparando melhor), para que possamos dizer “eu dei meu máximo e ainda assim nao sabia a resposta daquela questão, vou estudar agora para não errar mais”, poder dizer “eu dei meu máximo mas meu adversário conseguiu ser melhor, vou treinar mais para ficar nível dele”.

Está achando a prova muito difícil? Estude mais. Nao passou num concurso por 1 questão? Estude mais. Tirou 9 quando precisava de 10? Estude mais. Não passou na seleção do mestrado/doutorado? Estude mais.

Não justifique sua derrota. Estude mais.

Força nos estudos!!

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Li um texto incrível sobre as 7 qualidades das pessoas altamente produtivas. E claro que essas qualidades também estão nos concurseiros altamente produtivos. Tem pessoas que simplesmente fazem mais do que outras. Mas isso não acontece por conta de talento ou sorte. É trabalho. Na verdade, algumas pessoas trabalham muito mais do que outras. E para trabalhar assim, produzindo muito, 7 das qualidades dessas pessoas são:

Eles fazem o trabalho mesmo sob vaias ou críticas – Lembro até hoje quando eu comecei a estudar para concursos. A vida das pessoas próximas a mim corria normal, festas, viagens, noitadas, feriados na praia. E a minha passou a ser estudar e descansar para estudar melhor no outro dia. Isso gera críticas, vaias e, cá pra nós, até uma torcida do contra de algumas pessoas que julgamos ser nossos amigos. Mas estudar para concursos é tão bom que até afasta você das falsas amizades. Se em algum eu me abalasse com as críticas, não teria produzido tanto. Enquanto os outros falam, o concurseiro estuda.

Eles encaram o medo como algo tão normal quanto o almoço – Começar a estudar para concursos exige uma mudança de hábito, de rotina, de atitude muito grande. É uma mudança de vida temporária, mas uma mudança de vida. E mudança sempre dá medo. Também conheço gente que tem medo de fazer prova, de ser avaliado, alunos meus me relatam o medo que sentem de conferir o gabarito. Mas como diria o poeta Alberto Cunha Melo, o medo aumenta o perigo e diminui as pessoas. Uma qualidade de quem produz é encarar o medo como algo normal, como o almoço de meio dia. Digamos que você tem medo do almoço. Mas meio dia ele é servido e querendo ou não você terá que almoçar, logo, é se preparar e se acostumar que em pouco tempo aquilo será comum. O medo não deixa de existir mas você lida com ele normalmente.

Eles dão o seu melhor mesmo quando estão num dia ruim – a quantidade de livros de auto ajuda, de filmes e de novelas que nos influenciam a quebrar tudo, chorar, ou ir para longe, enfim, abstrair do mundo quando estamos num dia ruim é imensa. Mas quem quer sucesso mesmo num dia ruim está lá produzindo. Quem quer passar num concurso, mesmo num dia ruim, está estudando forte, com o mesmo empenho e vontade.

Ser aprovado é sinônimo de esforço e não de sorte – Conheço inúmeras pessoas que dizem: não passei por conta de 1 questão, que azar! E a minha resposta é: estude mais. Faltou estudar mais! Não adianta fugir da responsabilidade, culpar a prova por ter trazido somente os “assuntos que você não estudou” e dizer que teve azar. Não. Você foi despreparado para a prova. Minha irmã certa vez fez concurso para professora (hj ela é doutora) de uma IFES e estudou bem 4 dos 5 pontos da prova didática e disse que seria muito azar cair aquele que ela não tinha estudado. Caiu e ela não passou. Foi azar? Teria sido sorte se caísse um dos 4 que ela dominava? Assuma a responsabilidade de estudar, não entregue à sorte.

Eles encaram ajuda como essencial e não como fraqueza – Ninguém é autosuficiente. É fundamental contar com ajuda para conseguir estudar melhor. Tem os amigos que dominam melhor determinados assuntos e podem te ajudar com aulas ou emprestando livros. Tem os professores que sempre estão dispostos a ajudar. Os vários cursos disponíveis. Os vários livros e apostilas para estudar. Enfim, pedir ajuda é fundamental e, mesmo sem pedir, saber escutar os conselhos recebidos também é.

Eles começam
– Começar é dar o primeiro passo. Conheço pessoas que sempre dizem que vão estudar para concurso e esse dia nunca chega. Quer começar a estudar para concursos? Comece agora. Agora.

Eles terminam – Depois que começou, vá até o fim. O fim só pode ser de dois tipos: nomeação no cargo que você desejou ou a desistência total dos estudos para concursos para se dedicar a outros projetos, a outros tipos de emprego. Afinal, o emprego público não é o único nem o melhor meio de vida. É apenas uma opção entre tantas, mas que para bibliotecários especialmente se mostra bem interessante. Então, começou a estudar vá até o fim.

Força nos estudos!

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Gosto sempre de preparar essas listas pois é importante estudar pelos melhores livros. Para quem é bibliotecário, nos concursos jurídicos costuma cair direito administrativo e constitucional. Assim aqui vai a lista que elaborei com ajuda dos meus amigos advogados que também se preparam para concursos com livros sobre direito administrativo.

direito adminisrtativo descomplicado

direito administrativo concursos cespe

direito administrativo concursos fcc

direito administrativo concursos nível médio

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RDA em Slides

by Gustavo Henn on 03/02/2013

O Slideshare é uma fonte de informação muito rica para quem estuda para concursos. Lá nós encontramos slides de estudantes e professores que são excelentes conteúdos para os estudos.

Selecionei 3 slides bem interessantes sobre RDA Resource Description and Acess, que começa a aparecer com mais freuência em concursos.

RDA from Re_Biblio

Slide muito bom, bem explicado, por si já se basta.

Este do Professor Fernando Modesto traz diferenças entre RDA e AACR2 e ajuda bastante a tirar o medo do RDA.

Este é uma introdução que traz RDA e RFRB e ilumina as ideias de quem quer conhecer o novo na biblioteconomia.

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As classes da CDD

by Gustavo Henn on 01/02/2013

Muito comum cair em questões de concursos as classes decimais da cdd ou cdu.

Para ajudar a memorizar essas classes, vai a imagem abaixo que está circulando no facebook.

Perdão pois nao encontrei a fonte original. Se alguém souber, agradeço.

20130201-080854.jpg

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TELEBRAS – Telecomunicações Brasileiras S.A

by Gustavo Henn on 14/01/2013

8 vagas para bibliotecários numa tele. Oportunidade e tanto, e em todas as 5 regiões do país.

[09/01/2013] TELEBRAS – Telecomunicações Brasileiras S.A
Inscrições: entre 10 horas do dia 11 de janeiro de 2013 e 23 horas e 59 minutos do dia 31 de janeiro de 2013
Remuneração: R$ 5.825,11 (Cargo 2)
Vagas: 08 (Belém/PA 01; Brasília/DF 04; Fortaleza/CE 01 ; Porto Alegre/RS 01; Rio de Janeiro/RJ CR ; São Paulo/SP 01)
Taxa: R$ 90,00
Data prevista para a prova:17/03/2013
Site: www.cespe.unb.br/concursos/telebras_13/
Edital

Extraído do excelente Biblioconcursos

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2013 promete manter a boa média de concursos para bibliotecários. E a concorrência tende a aumentar, depois de matérias interessantes que elevaram o conceito de nossa profissão, como esta aqui. Por isso, começar a estudar o quanto antes é fundamental, e para quem já está estudando, é a hora aumentar o ritmo de estudos e aprimorar o conhecimento. Estamos abrindo nova turma do curso Biblioteconomia para concursos EAD, a primeira de 2013. O curso segue a dinâmica de EAD focada na aprendizagem, onde o aluno é o responsável pelo que aprende. Não há aquela figura do professor que diz o que, como e quando o conteúdo deve ser aprendido. Nem há o professor repassador de informação. A participação dos professores é mais de mediadores e orientadores do aprendizado.

Cada módulo apresenta textos selecionados, links, games, questões comentadas, além de aulas curtas, com o que é mais importante. Além de fóruns para interação com outros participantes e com os professores. E, claro, também trará questões de várias organizadoras, algumas comentadas. Muito material novo também, novas video-aulas, novos games, nova apostila. É um trabalho que iniciou em 2010 e que está com um formato consolidado que vem alcançando bons resultados. Já tivemos ao longo desse tempo mais de 400 alunos, muitos já são servidores públicos e estão conquistando seus objetivos.

O curso inicia no dia 4 de fevereiro e se encerra no dia 6 de maio de 2013. Haverá certificado para os que desejarem, equivalente a 60 horas/aula, considerando 2 horas de estudos por dia útil.

O programa inicial do curso é o seguinte

Introdução ao curso.
Documentação
Biblioteconomia e ciência da informação
Normas técnicas para a área de documentação
Resumos e índices
Indexação
Catalogação (AACR-2, RDA, RFRB)
Classificação
Serviço de referência
Estudo de usuário
Organização e administração de bibliotecas
Desenvolvimento de coleções
Noções de informática para bibliotecas
Automação
Publicações Oficiais
Preservação, conservação e restauração de documentos, acervos bibliográficos e conservação digital
Bibliografia
Catálogo: Tipos e funções.
Legislação bibliotecária
Dicas gerais para provas discursivas
Ergonomia
Fontes de informação

Inscrições

Curso Biblioteconomia para Concursos 2013
3 meses de duração.

Início: 4 de fevereiro de 2013.

Inscrições abertas
INSCRIÇÕES ENCERRADAS

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Minha amiga Alba pediu umas dicas de artigos para estudar para o concurso do BNDES. São vários assuntos, entre eles, Alba destacou “criação, organização e compartilhamento de experiências” dentro de gestão de conhecimento. Fiz uma pesquisa e coloco alguns artigos que valem a leitura. Estes artigos são pesquisas, o mais importante para quem está estudando para concursos em geral está na parte da revisão de literatura. Se não der tempo de ler o artigo completo, leia pelo menos a revisão de literatura.

Sobre gestão do conhecimento, destaco a revista Perspectivas em Gestão do Conhecimento, da UFPB.

COMPARTILHAMENTO DE CONHECIMENTO: UM ESTUDO DE CASO EM UMA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

IMPACTO DO COMPARTILHAMENTO DA INFORMAÇÃO E DO CONHECIMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO DE INOVAÇÕES EM GRANDES ORGANIZAÇÕES

O USO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO E SEUS REFLEXOS NA CULTURA ORGANIZACIONAL E NO COMPARTILHAMENTO DE INFORMAÇÕES

Aplicação da metodologia de Engenharia Kansei para melhorar a incorporação de requisitos de experiência em desenvolvimento de novos produtos

Influências e barreiras ao compartilhamento da informação: uma perspectiva teórica

A Gestão do Conhecimento em uma Organização Bancária: competências profissionais num contexto de mudanças

Diagnosticando a gestão do conhecimento em uma organização utilizando o método: Organizational Knowledge Assessment, OKA

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Saiu também edital para o BNDES. Cadastro reserva. Não sei dizer se há possibilidades de abertura de vagas, mas é frequente o BNDES abrir concursos para bibliotecários com pelo menos 1 vaga. Creio que lá tenha um quadro razoável de bibliotecários.

A remuneração é excelente: R$ 9.182,01, além das vantagens de se trabalhar para uma empresa que está financiando praticamente tudo neste país.

O programa é interessante. Note que além de CDD o programa coloca a Classificação Decimal de Direito. Importante estudar. Mas o que dificulta mesmo é a prova discursiva, que traz perguntas difíceis e costuma eliminar boa parte dos candidatos. É um diferencial para esta prova saber escrever.

I – PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO EM SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO: Características e objetivos de um centro de
informação. Relatórios como instrumento de planejamento e avaliação. Gestão do conhecimento e inteligência
organizacional: criação, organização e compartilhamento de experiências. Gestão de bibliotecas digitais: criação, captura,
armazenamento, preservação de documentos digitais, direitos autorais; marketing em unidades de informação. II -
PROCESSAMENTO TÉCNICO DA INFORMAÇÃO: Descrição bibliográfica: Código de catalogação Anglo-americano –
AACR2, Formato MARC 21 e Tabela da Cutter. Classificação bibliográfica: Classificação Decimal de Dewey – CDD e
Classificação Decimal de Direito. Gerenciamento da Informação em ambiente web: taxonomias. III – FORMAÇÃO,
DESENVOLVIMENTO E AVALIAÇÃO DE COLEÇÕES: Políticas de seleção, aquisição e descarte. Comutação bibliográfica.
IV -SERVIÇO DE REFERÊNCIA: Serviço de referência: educação e estudo do usuário, assistência direta e disseminação
seletiva da informação. V – INDEXAÇÃO E NORMALIZAÇÃO Conceitos e mecanismos de indexação (descritores,
cabeçalhos, tesauros Normalização: NBR-6023/ABNT. VI – NOÇÕES DE ECONOMIA: Noções elementares de Economia.
Conhecimento dos termos mais usuais em Economia. Conhecimento dos principais organismos nacionais e internacionais
de financiamento. Conhecimento das principais fontes de informação setorial da economia nacional e internacional.

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Concurso do Conselho Nacional de Justiça

by Gustavo Henn on 21/12/2012

Saiu edital para o concurso do Conselho Nacional de Justiça. São 2 vagas para bibliotecário.

O programa de biblioteconomia é o padrão CESPE, exceto pelos últimos pontos: 8 Modelo de Requisitos para Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos – e-ARQ Brasil, Modelo de Requisitos Informatizados de Gestão de Processos e Documentos da Justiça Federal – Moreq-Jus. 19 Programa Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário – Proname (Recomendação CNJ nº 37/2011).

A remuneração inicial é de R$ 6.611,39, mas este ano o congresso deve aprovar um aumento. É uma oportunidade e tanto.

1 Documentação: conceitos básicos e finalidades da documentação geral e jurídica. 2
Biblioteconomia e ciência da informação: conceitos básicos e finalidades. 3 Noções de informática para
bibliotecas: dispositivos de memória, de entrada e saída de dados. 4 Normas técnicas para a área de
documentação: referência bibliográfica (de acordo com as normas da ABNT — NBR nº 6.023:2002),
resumos, abreviação de títulos de periódicos e publicações seriadas, sumário, preparação de índices de
publicações, preparação de guias de bibliotecas, centros de informação e de documentação. 5 Indexação:
conceito, definição, linguagens, descritores, processos e tipos de indexação. 6 Resumos e índices: tipos e
funções. 7 Classificação decimal universal (CDU): estrutura, princípios e índices principais e emprego das
tabelas auxiliares. 8 Catalogação (AACR-2): catalogação descritiva, entradas e cabeçalhos; catalogação de
multimeios: CD-ROM, fitas de vídeos e fitas cassetes. 9 Catálogos: tipos e funções. 10 Organização e
administração de bibliotecas: princípios e funções administrativos em bibliotecas, estrutura organizacional,
as grandes áreas funcionais da biblioteca, marketing. 11 Centros de documentação e serviços de
informação: planejamento, redes e sistemas. 12 Desenvolvimento de coleções: políticas de seleção e de
aquisição, avaliação de coleções, fontes de informação. 13 Estrutura e características das publicações:
Diário Oficial da União (DOU), Diário da Justiça. 14 Serviço de referência: organização de serviços de
notificação corrente (serviços de alerta), disseminação seletiva da informação (DSI) — estratégia de busca 32
de informação, planejamento e etapas de elaboração, atendimento ao usuário. 15 Estudo de usuário —
entrevista. 16 Automação: formato de intercâmbio, formato US MARC, banco de dados, base de dados,
planejamento da automação, principais sistemas de informação automatizados nacionais e internacionais.
17 Bibliografia: conceituação, teorias, classificação, histórico e objetivos. 18 Modelo de Requisitos para
Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos – e-ARQ Brasil, Modelo de Requisitos
Informatizados de Gestão de Processos e Documentos da Justiça Federal – Moreq-Jus. 19 Programa
Nacional de Gestão Documental e Memória do Poder Judiciário – Proname (Recomendação CNJ
nº 37/2011).

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Concurso da UNIRIO

by Gustavo Henn on 17/12/2012

Recebi da Thalita Gama, a quem agradeço, a prova do concurso da UNIRIO para bibliotecário. E ela disse que, de mais de 700 candidatos para 14(2 para deficientes) vagas, ou seja, 50 candidatos por vaga, passaram apenas 10 e sobraram 4 vagas. Isso não existe. Ou pior, existe, mas não deveria existir. Como é que nem sequer 14 pessoas atingiram a nota mínima para ser aprovada? Eu fico chocado com isso. Pois isso foi o que ocorreu comigo em 2004. Não sei dizer de outras profissões, mas nós bibliotecários estamos deixando sobrar vagas no serviço público por não conseguirmos atingir o mínimo exigido. Eu não consigo entender isso. Temos hoje uma certa cultura para concursos em biblioteconomia. Temos sites, livros, cursos específicos. Não estuda quem não quer. Preciso de um tempo para entender isso.

Não analisei, nem poderia, as outras provas. Mas não é possível que estivessem tão difíceis assim para não se atingir a nota mínima. Já a prova de conhecimentos específicos estava um tanto mais difícil que a média, mas mesmo assim não justifica. Foram 40 questões no total, pelo menos 4 envolvendo estatística/bibliometria, questões difíceis de catalogação e RDA. Mas no geral, cobriu bem o programa e com um bom número de questões fáceis.

Vejamos algumas questões:

1) Tendo por base o Manifesto da IFLA sobre estatísticas em bibliotecas, analise as assertivas abaixo:
I) O modelo de questionário com 23 questões é destinado às bibliotecas públicas e universitárias;
II) O Manifesto visa à recompilação de dados estatísticos em nível regional ou nacional;
III) Os inputs em bibliotecas são contabilizados por meio do uso das coleções e serviços bibliotecários.
Estão CORRETAS, apenas, as assertivas
a) I.
b) II.
c) III.
d) I e II.
e) II e III.

Questão cruel, pois esse manifesto da IFLA sequer existe em português. Além do mais, com tantos “não-bibliotecários” ministrando aulas nos cursos de graduação em biblioteconomia, acho que o estudante sequer ouve falar em IFLA. Mas isso é outra história.

Aqui o link para o manifesto em espanhol.

Resposta: D

4) No âmbito das bibliotecas universitárias, a estatística é considerada uma das ferramentas para analisar os dados bibliográficos, de circulação e de uso do material da biblioteca. Todo grupo de objetos ou indivíduos observados e o conjunto de dados que se deseja estudar na biblioteca são denominados
a) inferência e variáveis.
b) população e amostra.
c) gráfico e tabelas.
d) indicadores e média.
e) amostragem e frequência.

Outra questão envolvendo estatística. Esta bem mais fácil. Quem fez qualquer tipo de pesquisa sabe o que é uma população e uma amostra.

Resposta: B

8) A Diretora da Biblioteca Central da UNIRIO solicitou que um bibliotecário avaliasse a produtividade dos pesquisadores da universidade e o fator de impacto de suas publicações, bem como, medisse o índice de impacto de periódicos para subsidiar a tomada de decisão de quais títulos de periódicos deveria providenciar a aquisição para formar a coleção básica do Curso de Bacharelado em Serviço Social. Para atender a solicitação da Diretora, o bibliotecário teve de utilizar, respectivamente, as Leis de
a) Bradford e Goffman.
b) Goffman e Zipf.
c) Zipf e Meadows.
d) Lotka e Bradford.
e) Meadows e Lotka.

Noivamente estatística. Desta vez, bibliometria. Leis bibliométricas aparecem aqui no blog há tempos. Quem acompanha tenho certeza que acertou esta.

Resposta: D

9) O processo de referência é representado por uma sequência lógica de oito etapas decisórias e encadeadas. A etapa na qual o bibliotecário e o usuário devem avaliar se o resultado obtido é suficiente para finalizar o processo de busca é a
a) solução.
b) resposta.
c) estratégia de busca.
d) questão negociada.
e) necessidade de informação.

Solução é a resposta. É quando bibliotecário e usuário avaliam se aqueles itens encontrados solucionam o problema de informação do usuário ou não.

Resposta: A

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