As melhores gramáticas para estudar para concursos

by Gustavo Henn on 22 de abril de 2010

De tempos em tempos gosto de me atualizar sobre os livros que estão sendo bem falados voltados para concursos. Como português é uma matéria que aparece em quase todo concurso, é por ela que vou começar.

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Celso Cunha é um autor de renome, que está na área faz tempo. Apesar de sua gramática não ser especificamente voltada para concursos, ela tem a qualidade de ser didática.

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Renato Aquino é um excelente autor. Além de tudo, um concurseiro de sucesso. Ele realmente consegue passar o português com a linguagem de quem estuda para concursos.

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A gramática de Bechara é um pouco mais difícil que as outras. O linguajar não é aquele de quem está estudando para concursos e precisa estudar vários assuntos ao mesmo tempo. É uma ótima gramática para quem quer aprender mais sobre a língua portuguesa.

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Não tive a oportunidade de conhecer ainda. Mas pelo que li sobre ela, é um trabalho bem feito, com foco no português falado aqui no Brasil. Imagino que para concursos seja muito válido, pois as provas de português, principalmente interpretação, utilizam muito a linguagem do dia-a-dia.

Força nos estudos!!!

15 comentários

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Maria J. 16 de janeiro de 2011 às 4:46 pm

Gente, eu fiz uma pesquisa e vou postar comentários pertinentes que achei na net sobre gramática para concursos.

Evanildo Bechara
(parece ser muito bom, mas para quem quer se aprofundar mais no assunto, não para concurseiros que querem saber de forma mais superficial, em menos tempo)

Décio Sena
(este livro tem pouca teoria, muitos exercícios, mas nenhum comentário.)
Na minha opinião, os livros do Décio Sena são bons. Os livros da série “As últimas do Português” tem uma parte teórica bem exposta, inclusive enriquecida com os posicionamentos de renomados gramáticos de nossa língua, como Celso Cunha, Bechara, Rocha lima e outros; além do mais, há muitos exercícios, todos fartamente comentados.
O livros do Décio são melhores.
Sua principais vantagens são:
i) teoria mais detalhada;
ii)maior quantidade de exercícios;
iii) exercícios pormenorizadamente comentados.

JOAO BOLOGNESI
(O do Bolognesi é excelente para quem já possui uma base teórica (a teoria no livro é resumida); há muitos exercícios e simulados (vale o investimento!).
Estou estudando pelo livro do João Bolognesi “Testando a Língua Portuguesa” estou gostando muito, ele e dividido da seguinte forma:

Parte 1: 10 simulados com 30 questões cada, todos comentados.
Parte 2: Resumo teórico dos assuntos mais abordados (so o essencial, nada profundo)
Parte 3: umas 700 questoes com gabarito apenas
Parte 4: umas 300 frases q servem como exercício (com comentarios)

Pasquale e Ulisses
(Não vem com as respostas dos exercícios. Não pesquisei na editora, se ela envia por e-mail, como outras fazem.)

Ernani Terra
( Prós : Bem ilustrada. Conteúdo abrangente. Muito didática. Texto objetivo e muito claro. Nada de rebuscamentos. Já está conforme o acordo ortográfico. Contra: As respostas dos exercícios não acompanham o livro, entretanto, podem ser requisitadas, por telefone, da editora, que as enviam por e-mail)

Nilson Teixeira
(Olá, Sandra Santana, eu terminei de ler a gramática completa para concursos e vestibulares do prof. Nílson Teixeira de Almeida, eu a achei muito boa, por conter respostas comentadas e várias informações de fácil compreensão.) (Não pretendo comprar mais livros de português, mas se estão procurando algo de fato atualizado de cabo a rabo com a nova ortografia, sugiro a gramática do Nilson Teixeira.)

CUNHA, CELSO
(muito bom o livro, mas para consulta, não tem exercícios)
Domingus Paschoal cegalla
NGLP (É um bom livro, mas eu preciso das respostas do execicíos. Ou seja, nele não tem)

Marcelo Rosenthal
(Também comprei o livro achando que era todo atualizado, mas tb me decepcionei ao ver que o autor explica as novas regras somente no último capítulo… tô um pouco arrependido tb…Mas, enfim, considero um livro bom desde que seja complementado com alguma outra gramática…)
eu tenho o do Marcelo Rosenthal pela Campus….
realmente ele não é tão cheio de teoria…porque não é esse o seu objetivo…..
o seu objetivo é falar mais sobre o que realmente caiu e cai nas provas tanto é que essa parte ele comenta tudo, inclusive com bizús….!

Rodrigo Bezerra
(o do Rodrigo Bezerra apresenta um conteúdo teórico mais extenso, contudo os exercícios são mais simples (na maioria das vezes de exames vestibulares). A editora disponibiliza uma lista de exercícios de concursos no site.)

Claudia Kozlowski
Mas se querem uma sugestão de material didático, consigam o que a Claudia Kozlowski fez/faz para o Ponto dos Concursos. Altíssimo nível e acessível, cheio de macetes de provas…

José Almir
Uso Gramática do Concursando de José Almir e não tenho problema. É um bom livro traz, inclusive, o gabarito comentado.
http://www.casadosconcursos.com/produto-37-a_gramatica_do_concursando_jose_almir_fontela

OPNIÃO DE UMA PROFESSORA, ACHEI RELEVANTE.
Boa noite a todos, sou Professora de Português para concursos, indico sempre uma gramática que contenha, além de teoria, exercícios com gabaritos, de preferência comentados. O alunos que quer prestar um concurso não deve comprar uma gramática normativa, pois essa é direcionada a professores. Bons nomes: Marcelo Rosenthal, Renato Aquino(ambas da editora Campus) e o Nilson Teixeira, assim como as apostilas da Vestcon. Abraços

Minha opinião depois da pesquisa.
A maioria dos livros parece ser de boa qualidade. Mas para concurseiros. Pessoas que querem obter um conhecimento não muito aprofundado e com mais exercícios para fixação não pode dispensar um livro que ofereça questões com gabarito e também comentadas, de preferência que fossem todas comentadas. Mas, mesmo irtercalando, algumas com gabarito e outras comentadas, já está de bom tamanho.

Melhores: Nilson Teixeira, José Almir, JOAO BOLOGNESI, Renato Aquino (embora eu não tenha feito pesquisa sobre ele sei que é bom porque já utilizei um livro dele), Claudia Kozlowski.

O livro do Décio sena, no primeiro comentário, a pessoa disse que não têm questões comentadas. Mas ele (a) devia estar se referindo a algum livro dele em específico, ou se equivocou, pois vi outras pessoas dizendo que tem respostas comentadas. Caso seja comentado, as mesmas, ele se encaixaria nos melhores acima.
A maioria, ou todos os melhores escolhidos por mim, já tem lançamento com o novo acordo ortográfico, na hora da pesquisa ou compra se certifique.

Espero ter ajudado, abraços!!!

camila 18 de fevereiro de 2011 às 6:43 pm

Gostaria de saber qual é o melhor livro de portugês para estudar para concursos, pois tenho muita dificuldade com a matéria.
Obrigada!

Abraão Viveiro 4 de julho de 2011 às 2:44 pm

Cara, eu estou estudando essa gramática do Bechara, mas ela é muito conceitual, usa termos de difícil compreensão, se preocupa muito com comparação entre idiomas, em apontar erros das Normas vigentes. Ela não é nada prática para quem precisa dos conceitos e exemplos o mais claro possível.
Como eu já comecei a estudá-la (por indicação de minha esposa que é formada em Letras) vou até o fim, mas pretendo encontrar uma gramática mais simples e mais didática para revisão e de preferência com bastante exercícios.
Muito obrigado pelas dicas!
Abração!

Harlei Cursino Vieira 23 de julho de 2011 às 1:58 pm

Eu gosto muito da gramática do Evanildo Bechara!

KAUEM 24 de fevereiro de 2012 às 9:53 am

O livro de Renato Aquino está conforme o novo acordo?

Jeferson 6 de março de 2012 às 6:40 pm

Fala galera, os livros do Décio Sena são ótimos, podem estudar com eles para concurso, provas comentadas e corrigidas, show de bola , vale o investimento, qualquer coisa, me adicionem aê!

Danilo Moreno Ribeiro Carneiro Lima 10 de outubro de 2012 às 10:45 pm

Comprei ontem a Moderna Gramática Portuguesa na sua 37ª edição e foi um investimento excelente pois ela é uma gramática bastante abrangente apesar de trabalhar de forma mais superficial.recomendo à todos.Custou R$ 65,91+Frete:R$13,11 Total:R$79,02
Valeu a pena investir!comprei nas americanas.estou esperando chegar!

Harlei Cursino Vieira 16 de outubro de 2012 às 5:18 pm

O aluno não vai para a escola para aprender ‘nós pega o peixe’”
Imortal da Academia Brasileira de Letras diz que língua familiar é aceita do ponto de vista linguístico, mas não deve ser ensinada
Thais Arbex, iG São Paulo | 13/05/2011 21:06
A+ A- Compartilhar: Para o gramático Evanildo Bechara, autor da Moderna Gramática Portuguesa, o aluno não vai para a escola “para viver na mesmice” e continuar falando a “língua familiar, a língua do contexto doméstico”.

Leia também:
“Não somos irresponsáveis”, diz autora de livro com “nós pega”
MEC defende uso de livro com linguagem popular
Livro usado pelo MEC ensina aluno a falar errado
“Sempre se vai para a escola para se ascender a posição melhor. A própria palavra educar, que é formada pelo prefixo latino edu, quer dizer conduzir. O papel da educação é justamente tirar a pessoa do ambiente estreito em que vive para alcançar uma situação melhor na sociedade”.

Em entrevista ao iG, Bechara, que ocupa a cadeira 33 da Academia Brasileira de Letras e é autoridade máxima no Brasil quando o assunto é novo acordo ortográfico, afirma que a proposta do livro didático de português que dedica um capítulo ao uso popular da língua Por uma vida melhor, da coleção Viver, Aprender, adotado pelo Ministério da Educação (MEC) para a Educação de Jovens e Adultos (EJA), está perfeita do ponto de vista do técnico. Mas do ponto de vista do professor de português, segundo ele, é como se dissesse: “eu vou ensinar o que é correto, mas se você quiser continuar usando o menos correto, você pode continuar”.

Segundo Bechara, neste caso, está se tirando do aluno o que ele considera o elemento fundamental na educação: o interesse para aprender mais. Mas, para o acadêmico, o sucesso da sala de aula não depende do livro adotado. Depende da técnica e do preparo do professor. .

Foto: Divulgação
“O bom professor é aquele que desperta no aluno o gosto pelo aprender”, diz gramático Evanildo Bechara
O livro didático de língua portuguesa Por uma vida melhor, da coleção Viver, Aprender, adotado pelo Ministério da Educação (MEC), dedica um capítulo ao uso popular da língua. Qual é a opinião do senhor?
Evanildo Bechara: Em primeiro lugar, o aluno não vai para a escola para aprender “nós pega o peixe”. Isso ele já diz de casa, já é aquilo que nós chamamos de língua familiar, a língua do contexto doméstico. O grande problema é uma confusão que se faz, e que o livro também faz, entre a tarefa de um cientista, de um linguista e a tarefa de um professor de português. Um linguista estuda com o mesmo interesse e cuidado todas as manifestações linguísticas de todas as variantes de uma língua. A tarefa do linguista é examinar a língua sem se preocupar com o tipo de variedade, se é variedade regional, se variedade familiar, se é variedade culta. Ele estuda a língua como a língua se apresenta. Já o professor de português, não. O professor de português tem outra tarefa. Se o aluno vem para a escola, é porque ele pretende uma ascensão social. Se ele pretende essa ascensão social, ele precisa levar nessa ascensão um novo tipo de variante. Não é uma variante que seja melhor, nem pior. Mas é a variante que lhe vai ser exigida neste momento de ascensão social.

iG: Para o MEC, o papel da escola não é só ensinar a forma culta da língua, mas também o de combate ao preconceito contra os alunos que falam “errado”. Como o senhor avalia essa orientação?
Evanildo Bechara: Ninguém vai para a escola para viver na mesmice. Eu chamaria de mesmice idiomática. O aluno vai para a escola, mas acaba saindo dela com a mesma língua com a qual entrou. Portanto, perdeu seu tempo. Na verdade, sempre se vai para a escola para se ascender numa posição melhor. A própria palavra educar, que é formada pelo prefixo latino edu, quer dizer conduzir. Então, o papel da educação é justamente tirar a pessoa do ambiente estreito em que vive para alcançar uma situação melhor na sociedade. Essa ascensão social não vai exigir só um novo padrão de língua, vai exigir também um novo padrão de comportamento social. Essa mudança não é só na língua. Portanto, não é um problema de preconceito. E, para esses livros, parece que o preconceito é uma atitude de mão única. Mas o preconceito não é só da classe culta para a classe inculta, mas também da classe inculta para a classe culta.

iG: Segundo a autora do livro, Heloísa Ramos, a proposta da obra é que se aceite dentro da sala de aula todo tipo de linguagem, ao invés de reprimir aqueles que usam a linguagem popular…
Evanildo Bechara: Acho que do ponto de vista do técnico em língua, está perfeito. Mas do ponto de vista do professor de português, é como se você dissesse “eu vou ensinar o que é correto, mas se você quiser continuar usando o menos correto, você pode continuar”. Então, qual estímulo você dá a esse aluno para ele ascender socialmente? Você está tirando dele o elemento fundamental que funciona na educação: que é o interesse para aprender mais.

iG: Ao defender o uso do livro didático com linguagem popular, o senhor acredita que seria função do MEC preparar o professor para usar esse material?
Evanildo Bechara: Eu acho que não é função do MEC preparar o professor. A função do MEC é dar as condições necessárias para o bom desempenho do professor. E o bom desempenho do professor começa com um bom salário. A função do Ministério não é uma função pedagógica. A função pedagógica é das instituições universitárias, das faculdades de pedagogia, das faculdades de letras. O que o Ministério faz, com muita justiça, é distribuir livros. Mas ele não tem que tomar conta do preparo do professor. O professor tem que ser preparado pelas instituições adequadas. O ministério faz bem em comprar bons livros e distribuí-los para as escolas. Isso é uma coisa perfeitamente digna de elogio. Mas modelar o professor e, por exemplo, comprar livros que falem muito bem de um governante e muito mal de outro governante, num enfoque político dirigido, isso já não é tarefa do Ministério da Educação.

iG: O senhor vê algum problema na utilização desse livro em sala de aula?
Evanildo Bechara: Eu não vejo problema pelo seguinte: porque o sucesso da sala de aula não depende do livro adotado. Depende da técnica e do preparo do professor. Um bom professor pode trabalhar muito bem com um mau livro, assim como um professor sem preparo não consegue tirar tudo de bom do aluno com um bom livro. Porque ele está mal preparado e não sabe aproveitar o livro. O sucesso da sala de aula não depende do livro adotado. Mesmo porque o bom professor não é aquele que ensina. O bom professor é aquele que desperta no aluno o gosto pelo aprender. A sala de aula, o período de escola do aluno, é um período muito pequeno para o universo de informações que ele deve ter para ter sucesso na vida. Pelo menos teoricamente. No meu tempo de aluno, nós tínhamos apenas dois livros: durante quatro, cinco anos, tínhamos a mesma antologia e a mesma gramática. Mas, embora os professores não tivessem tirado o proveito das universidades, eles levavam para a escola uma cultura geral muito boa. E era essa cultura geral do professor de matemática, de física, de química, de português, era o grande atrativo para o aluno. Mas o professor que se limita ao programa estabelecido pelo livro didático, é um professor que é conduzido, é um professor que não tem conhecimento suficiente para sair dos trilhos oferecidos pelo livro didático.

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Carlos Rodriguez 18 de setembro de 2013 às 10:36 am

Gostei muito dos comentários, mas vou deixar uma dica de livro específico para concurceiros. “Gramática Basica para Concursos” do Avelino dos Santos, editora Ferreira, o livro tráz mais de mil exercícios selecionados de concursos e criados pelo autor, todos resolvidos e comentados, possui dicas ao longo da teoria, que por sinal está além da básica. Dentro dos disponíveis na livraria foi o melhor.

Aline 2 de outubro de 2013 às 11:59 am

Gostei muito de encontrar esse site. Olha só, eu uso a Gramática da Língua Portuguesa para concursos, vestibulares, ENEM, colégios técnicos e militares… do Nílson Teixeira, estou gostando, explicação boa e direta somado a exercícios são comentados. Mas estou procurando comprar mais um, pois meu ensino médio não foi lá aquelas coisas: estudar no período noturno e trabalhar de dia foi tenso. Obrigada.

Rafael J. 27 de dezembro de 2013 às 3:58 am

A gramática do Bechara não presta para estudo prático, é bom te-la como livro de estudo de curiosidade, opcional, é extremamente sintética em seus pontos e cobre pontos irrelevantes para provas e concursos. A do azevedo é uma “viagem na maionese” o autor passa duzias de pags. falando do universo e das flores, conceitualizando sobre a comunicaçao humana, um porre! Não presta. A gramatica do Rodrigo Bezerra é lixo, editora Gens, um lixo. aliás serve como teste diferencial. Espécie de livro dos sete erros. Exemplo: logo no começo explicando que gu e qu são dígrafos apenas quando acompanhados por e ou i dá como exemplo, entre palavras corretas: quatorze! Os exercícios frequentemente tem vários erros e o gabarito ñ é comentado. Serve como treino para vc. Ver se está mesmo bom depous de estudar em outras gramáticas: estou gostando da gramática do Fernando Pestana, bem abrangente p estudo prático: PRÁTICO. e a gramatica básica do Arenildo dos Santos: otima didática, muito objetiva, um pouco resumida demais.

Helenilson Pereira da Silva 16 de fevereiro de 2014 às 4:42 am

A Moderna Gramática Portuguesa está muito boa depois que saiu segundo o Acordo Ortográfico. Ele está entre prescritiva e descritiva. Muito boa mesmo. Mas ele também tem a Gramática Escolar da Língua Portuguesa, que contém exercícios. Produzida em 2011, e feita para estudantes do ensino médio.

Helenilson Pereira da Silva 16 de fevereiro de 2014 às 9:32 pm

Ops! na mensagem anterior esqueci de falar que o autor das duas gramática é Evanildo Bechara. Negociador brasileiro do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Considerado o maior gramático vivo da atualidade no Brasil.

Helenilson Pereira da Silva 16 de fevereiro de 2014 às 9:40 pm

Sou formado em Língua Portuguesa e Língua Espanhola pela Fundação Universidade do Tocantins, com Especialização em Metodologia do Ensino da Língua Portuguesa e Estrangeira pelo Centro Universitário Internacional UNINTER e Especialização em Língua Portuguesa pela Universidade Cidade de São Paulo. Segundo a minha avaliação, a Gramática Houaiss da Língua Portuguesa é indicada para estudantes de Letras, não para concursos. Ela traz um embasamento linguístico importante para quem faz Letras.

Helenilson Pereira da Silva 16 de fevereiro de 2014 às 9:45 pm

Português para Concurso, de Renato Aquino é a mais indicada para quem pretende prestar concursos. Há mais de 20 anos o Prof. Renato Aquino se dedica a concursos.

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