Apostila de Auxiliar de biblioteca – Livro Post

by Gustavo Henn on 23 de dezembro de 2011

Apostila atualizada em 22 dezembro 2010.

O concurso de auxiliar de biblioteca da UFAL teve 6143 inscritos para 305 5 vagas. Recebi muitos comentários em busca de material. Conheço apenas, especificamente, o livro da Thesaurus que já comentei em outro post.

Resolvi aproveitar o feriado de São João para escrever algo sobre cada tópico, a fim de “dar uma luz” sobre o que significa cada um deles, afinal, acredito que a grande maioria dos candidatos não é da área e, talvez, tenha pouco hábito de frequentas bibliotecas. Não sei até que ponto ajudará, mas a idéia é apenas apontar caminhos.

De qualquer forma, é bom que fique claro que este texto é básico, geral, e possui omissões. Procurei escrever da forma mais simples e direta possível, e, se ficar bom, pode ser que eu continue desenvolvendo ao longo do tempo.

Como as provas para nível fundamental costumam ser mais diretas, uma leitura atenta do enunciado faz muita diferença.

Este é o primeiro livro-post deste blog. E irei publicando e atualizando na medida dos acréscimos feitos. Espero terminar antes da prova.

Atualizei com o programa do concurso para auxiliar de biblioteca da UEPB. Espero que possa ajudar os candidatos.

BASICÃO DE AUXILIAR DE BIBLIOTECA

1. Bibliotecas: tipos e conceitos;

Definição do Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia (CUNHA e CAVALCANTI. Briquet de Lemos, 2008): “Coleção de material impresso ou manuscrito, ordenado e organizado com o propósito de estudo e pesquisa ou de leitura geral ou ambos. Muitas bibliotecas também incluem coleções de filmes, microfilmes, discos, vídeos e semelhantes que escapam à expressão “material manuscrito ou impresso”.

É bom saber que Biblioteca significa algo como “Caixa de livros”, da junção dos radicais Biblio (Livro) e Thek (caixa). A Biblioteca atual pode ser chamada de Unidade de Informação, Centro de Informação, Centro de Documentação, entre outras denominações.

Existem basicamente 5 tipos de bibliotecas: Escolar, Universitária, Especializada, Pública e Nacional.

A Biblioteca Escolar é aquela que serve à escola, entendendo-se escola como a instituição de ensino fundamental e médio, destinada a servir a alunos e professores.

A Biblioteca Universitária, como o nome já indica, é aquela que serve aos propósitos das universidades e instituições de ensino superior, estando também por isso ligada ao tripé Ensino, Pesquisa e Extensão. Em universidades de grande porte, é comum existir a Biblioteca Central e Bibliotecas Setoriais ligadas à ela, formando assim um Sistema de Bibliotecas (SIBI).

A Biblioteca Especializada é aquela que foca em alguma área ou público específico, também chamada de biblioteca especial. Entre os exemplos de biblioteca especializada, destacam-se as bibliotecas jurídicas e de centros de pesquisa.

A Biblioteca Pública, aqui entendida como Pública Estadual ou Pública Municipal, é aquela que tem como objetivo servir à coletividade e é mantida por recursos públicos. Possui acervos gerais, mais focados em literatura de lazer e fontes de informação como dicionários e enciclopédias. As Bibliotecas Públicas Estaduais, em muitos estados brasileiros, são responsáveis pelo depósito legal estadual.

A Biblioteca Nacional é a biblioteca mais importante de um país e é a responsável por sua memória bibliográfica. A Fundação Biblioteca Nacional, é a responsável pelo depósito legal e pela bibliografia brasileira. Teve origem na biblioteca real, que chegou ao país em 1810 e foi aberta ao público em 1814. Fica no Rio de Janeiro, na Avenida Rio Branco, e é belíssima. Vale a visita.

2. Estrutura física da biblioteca;
Aqui, entendo estrutura física como a estrutura organizacional, e a organização funcional como o que cada setor faz. Como exemplo de estrutura, coloco o organograma abaixo da UFRRJ.

organograma

É bastante simples. Uma parte é responsável pelos usuários, e a outra parte, pelo acervo.

3. Organização funcional da biblioteca;

A biblioteca, como vimos acima, é divida em setores para atender ao usuário e para atender ao acervo. As principais seções (setores) da biblioteca são:

Administração – é responsável pela administração geral. Ou seja, recursos humanos, segurança, finanças, planejamento, controle, correspondências, etc.

Desenvolvimento de coleções – é o setor responsável pelo acervo da biblioteca, ou melhor, pelo desenvolvimento da coleção de documentos da biblioteca. É dividido em dois (em geral):

1- Seleção, que se responsabiliza por selecionar os livros e documentos que a biblioteca precisa e deseja para melhorar sua coleção, tanto qualitativamente quanto quantitativamente.
A seleção que busca incorporar acervo à biblioteca chama-se seleção positiva. A seleção que busca retirar acervo da biblioteca, ou descartar, é chamada seleção negativa.

2 – Aquisição, que irá implementar as decisões da seleção, ou seja, irá efetivamente adquirir os documentos selecionados pelo setor de seleção. A aquisição pode ser de 3 formas: compra, que será por assinatura para periódicos e por licitação no caso de órgãos publicos. Permuta, ou seja, troca de materiais entre instituições. E doação, ou seja, quando a biblioteca recebe os documentos gratuitamente. Neste caso, é preciso avaliar criteriosamente se os livros doados realmente servem para o uso da biblioteca.

Registro – é o setor responsável por tornar os livros e documentos patrimônio da biblioteca. Cada livro/documento ira receber o seu número de tombo e vários carimbos para assegurar a propriedade do exemplar.

PT (Processos técnicos) - é o setor que irá tratar o documento, aplicando técnicas da biblioteconomia para classificar, indexar e catalogar.

Preservação, conservação e restauração – é o setor responsável por periodicamente avaliar o estado físico das obras e retirar da circulação os exemplares danificados, a fim de restaurá-los ou encaderná-los.

Referência – é o setor responsável por atender o usuário. É o cartão de visitas da biblioteca. É o primeiro contato do usuário com o a biblioteca.

Circulação – Como o próprio nome indica, é o setor responsável pela circulação do acervo, ou seja, empréstimo e devolução dos livros. Normalmente, está ligado ao setor de referência pois faz parte do atendimento ao usuário. Além do empréstimo, que é a retirada do livro pelo usuário, e da devolução, este setor realiza também a cobrança dos livros em atraso (por carta, telefone ou mesmo e-mail), reserva dos livros que estão emprestados e a renovação do empréstimo, ou seja, um novo prazo para ficar com o livro. De uns tempos pra cá este serviço vem melhorando por conta dos softwares de automação. Na UFAL, o software usado é o Pergamum.

4. Acervo:

Segundo o Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia (CUNHA e CAVALCANTI. Briquet de Lemos, 2008): Acervo é um “conjunto de documentos conservados para o atendimento das finalidades de uma biblioteca: informação, pesquisa, educação e recreação”. Também é sinônimo de coleção.

Em suma, acervo é tudo que é documento dentro da biblioteca (essa definição é minha mesmo).

4.1. seleção/aquisição: Como vimos mais acima, o acervo é formado através de um processo de Formação e desenvolvimento de coleção. Esse processo é formado pela etapa de seleção, que irá dizer quais documentos devem ser adquiridos de acordo com os desejos e necessidades da biblioteca, e que é de bom senso estar de acordo com a Política de Formação e Desenvolvimento e com a Política de Seleção da Biblioteca. E a etapa de aquisição será responsável por efetivar as escolhas da seleção, ou seja, adquirir, seja por compra, permuta (troca, que normalmente se dá entre duplicatas que as bibliotecas possuem) ou doação (que pode ser solicitada, ou seja, a Biblioteca envia um pedido de doação a uma instituição, editora, ou mesmo ao próprio autor).

4.2 Tratamento técnico
:

Tratamento técnico, ou processo técnico, é a atividade que irá tratar o documento com as técnicas da biblioteconomia para representação do documento (catalogação) e do conteúdo (classificação e indexação).

4.2.1 Catalogação: a catalogação é o processo de descrição do documento para a criação de um catálogo. Cada documento será catalogado a partir de um código de catalogação – o código em vigor e mais utilizado no mundo inteiro é o AACR2 – Regras de Catalogação Anglo Americanas segunda edição, que está em edição revista e é publicado aqui no Brasil pela FEBAB.

Vejamos o exemplo de ficha catalográfica abaixo:

ficha

Note que todas as informações são voltadas para descrever o documento. Então você sabe autor, título, número de páginas, ISBN, e de quais assuntos, de forma geral, trata, entre outras informações.

O nome do autor sempre será colocado com o último nome na frente, p.ex.:

Silva, João dos Santos.

Mas caso o último nome indique parentesco, a entrada será pelo penúltimo nome seguido do parentesco (sobrinho, neto, junior, filho, etc.). Exemplo: João dos Santos Silva Sobrinho terá entrada por:

Silva Sobrinho, João dos Santos.

A catalogação se divide em duas partes: acesso (entrada) e descrição física. O acesso irá dizer quais os pontos de acesso para o documento. Existem dois tipos de entrada: principal e secundárias. O autor lá no alto da ficha é a entrada principal. E as demais entradas, embaixo da ficha, são as entradas secundárias.

Antes do nome do autor deverá ir na ficha o número de Cutter correspondente, que deverá ser retirado da Tabela de Cutter-Sanborn. A tabela é usada da seguinte forma. A entrada será por Silva, João da. Devemos então encontrar na tabela o número correspondente a SIL, que é 581. Logo, o número será S581. Após esse número, irá entrar a primeira letra da primeira palavra do título, exclui-se artigo, em minúscula. Se o título começar com A Arte de Estudar, o cutter será S581a.

4.4.2 Classificação: Classificar é atribuir uma classe (um assunto) ao livro. E isso é importante numa biblioteca, pois cada livro será classificado sob um único assunto, ainda que composto por vários assuntos. Para tanto, as bibliotecas adotam em geral dois esquemas de classificação. A Classificação Decimal de Dewey e a Classificação Decimal Universal. As duas tem muito em comum. A CDU, que é baseada na CDD, dá mais liberdade ao classificador. Mas o mais importante, como não poderia deixar de ser, são as classes. Ambas dividem o conhecimento em 10 classes principais, por isso são chamadas de classificações decimais. E há apenas uma pequena diferença entre elas, nas classes 4 e 8, que na CDD continuam como sempre foram, mas na CDU a classe 4 está vaga enquanto que a 8 abriga além de literatura, linguística.

As principais classes da CDU podem ser acessadas clicando nos nomes.

Por exemplo, um livro de Literatura Brasileira será classificado em

869.3 na CDD e em 869(81) na CDU. Note que a raiz é a mesma, 869, mas o uso das tabelas é diferente para cada caso.

O número da classificação, ou número da notação ou somente notação, irá aparecer junto ao Cutter e possíveis informações sobre edição, exemplar ou coleção, no número de chamada. Logo, o número de chamada, utilizando CDU, para um livro de literatura brasileira, vamos usar no exemplo Gabriela, cravo e Canela de Jorge Amado, será:

869(81)
A481g

O número de chamada será colocado na etiqueta que fica na lombada do livro, e é o que permite a identificação do livro na estante.

4.4.3 Indexação: Indexar vem do termo Index, que significa índice. Índice é ” Lista dos elementos identificadores de um documento, (autor, assunto, titulo, etc.) dispostos em determinada ordem para possibilitar seu acesso. ” (Marisa Bräscher Basílio Medeiros) e podem ser também” Produto da indexação, como instrumento de pesquisa autônomo ou complemento de outro. “Maria Alexandra Miranda Aparício. Aqui vale dizer a diferença entre indexação e catalogação. A indexação representa o conteúdo, o tema, a catalogação representa a parte física, ela descreve.

Em termos práticos, indexar é representar o documento por meio de palavras. Peguemos como exemplo o livro Português para Concursos, de Renato Aquino (livro aliás que recomendo toda vida). Quais palavras nós usaríamos para representar seu conteúdo? Português e Concursos são duas prováveis. Mas poderíamos utilizar também Língua Portuguesa, Gramática, Testes, Provas, enfim. O indexador irá decidir quais palavras serão usadas com base na política de indexação da biblioteca, no público-alvo da indexação, e nos instrumentos que tiver em mãos (vocabulários controlados).

4.4.4 Preparação física do livro: Cada livro será devidamente etiquetado com o número de chamada e carimbado, antes de ir para o acervo. Isso irá ajudar a identificar a propriedade do livro em caso de extravio. Nas bibliotecas que possuem sistemas de segurança, cada livro receberá um alarme.

A maioria das bibliotecas costuma colocar o número do tombo no exemplar, em alguns casos, ainda se coloca data de aquisição.

Além dos carimbos e etiquetas, também podem ser colocados bolso e (não lembro como chama) uma “folha de devolução”, onde é carimbada a data em que o livro deve ser entregue. Tanto um quanto outro são mais comuns em sistemas não automatizados.

Aqui vai um link para um bom material de processamento técnico.

5. Armazenagem da documentação, preservação do acervo;

Os livros são guardados nas estantes de acordo com sua classificação, no que se chama de ordem relativa. Ou seja, a ordem do livro é relativa ao seu assunto. É preciso atentar para a correta ordem de arquivamento do sistema decimal utilizado pela biblioteca.

Além da ordem relativa, existe a ordem fixa, ou sistema de localização fixa. Se diz fixa pois cada livro tem o seu lugar garantido e preservado na estante. Tipo – Corredor X, Estante 3, Prateleira 4, Posição 7 (este é apenas um exemplo ilustrativo). Quando o livro é retirado do seu local, é colocado um objeto para guardar o seu lugar. Esse objeto é chamado de “fantasma”. Outro ponto importante sobre localização fixa é que, em geral, as bibliotecas que a utilizam trabalham com os acervos fechados ao público. Apenas os funcionários é que tem acesso ao acervo. Faz sentido pois para um usuário interessado em um assunto específico é muito mais difícil achar livros daquele assunto, pois os livros estão agrupados pelo acaso e não pelo assunto.


Preservação do acervo são os cuidados tomados para que os livros tenham longa vida
. Evitar comida na biblioteca é um dos mais importantes. Outro ponto importante é manusear os livros com cuidado. Retirar o livro da estante com a o polegar e o indicador e não puxando pela lombada. Entre outros.

6. Catálogos: tipos e referências;

Catálogo é o local onde estão ordenadas as fichas catalográficas. Se for automatizado, então existirá apenas um. Se for manual, existirá vários, cada um com um tipo de entrada diferente.

Existem dois tipos de catálogo manual: os do público, ou externos, e os auxiliares, ou internos. Os primeiros, como o nome indica, servem para o uso dos usuários da bibliotecas. Os segundos, para fins de uso interno pelo pessoal da biblioteca.

Em geral, ainda hoje, é possível encontrar nas bibliotecas três tipos de catálogo externo. De nome de autor, de título e de assunto. O catálogo de autor também pode ser chamado de catálogo onomástico. O de título, de catálogo didascálico. E o de assunto, catálogo ideográfico.

Esses catálogos podem ser organizados:

  • Alfabeticamente
  • Como um todo, com todas as entradas (autor, título e assunto) em um único catálogo, chamado de catálogo dicionário.
  • Com três catálogos diferentes, um para cada tipo de entrada.
  • Ou podem ser organizados sistematicamente, com as entradas organizadas pelo número de classificação.

    Já os catálogos internos podem ser:

  • De identidade, organizado pelos nomes dos autores e entidades.
  • De assuntos, organizado pelos assuntos dos livros.
  • Catálogo de número de classificação
  • Catálogo de séries e títulos uniformes
  • Catálogo decisório, que organiza as decisões tomadas pela biblioteca concernentes à catalogação.
  • Catálogo topográfico, que é o catálogo utilizado para fins de inventário da biblioteca, pois é organizado pela número de chamada dos livros.
  • Catálogo oficial, que é uma réplica dos catálogos externos, mas inclui apenas o ponto de acesso principal.
  • Catálogo de registro, para fins de controle do patrimônimo da biblioteca. Atualmente, a maioria das bibliotecas utiliza o livro de tombo para isso.
  • 7. Serviços aos usuários:

    Serviços aos usuários são os serviços prestados pela bibliotecas às pessoas que usam a biblioteca, os usuários. Os usuários são basicamente de 2 tipos: os reais, que efetivamente usam a biblioteca e seus serviços; e os potenciais, que podem vir a usar a biblioteca. Cabe a biblioteca atender as demandas tanto dos usuários reais quanto dos potenciais. Para isso, ela oferece vários serviços, a saber.

    7.1 Treinamento, orientação e consulta: Quando o usuário chega à biblioteca, principalmente aqui no Brasil, é um alumbramento, um espanto. Ainda tem muita gente, mesmo em cidades grandes, que nunca foi em uma biblioteca. Por isso, a maior parte da atenção de treinamento, orientação e consulta é voltada para ensinar essas pessoas a utilizar os recursos e serviços da biblioteca da forma mais completa possível. Isso vai desde de ensinar como encontrar um dicionário na organização das estantes da biblioteca até ensinar como fazer uma busca por ordem alfabética de uma palavra em um dicionário.

    Bibliotecas universitárias se deparam com a necessidade constante de treinar e orientar os usuários, especialmente os calouros (muitos dos quais estão indo pela primeira vez em uma biblioteca na universidade), no uso do sistema de gerenciamento de livros (como fazer uma busca por título, por autor, por assunto, como identificar a data, como saber se o livro está disponível, etc.) e depois de encontrar o livro no sistema, como encontrá-lo nas estantes.

    É comum as bibliotecas oferecerem visitas guiadas, para uma ambientação inicial com os novos alunos.

    Nas bibliotecas que não possuem sistemas informatizados, o treinamento para o uso do catálogo é essencial.

    7.2 referência (ou serviço de referência): é o intermediário entre o acervo e o usuário. O usuário quando se depara com a biblioteca precisa de referência, por isso esse nome. (Para alguns autores, e eu concordo com essa linha de pensamento, todos os serviços voltados para os usuários estão dentro do serviço de referência. Mas isso é apenas a minha visão.) Afinal de contas, como encontrar a informação que você quer diante de um mundo de documentos? É preciso de ajuda.

    O serviço de referência tem por base a 4ª lei de Ranganathan, e aproveito para colocar todas aqui:

    1 – Os livros são para usar
    2 – A cada leitor o seu livro
    3 – A cada livro o seu leitor
    4 – Poupe o tempo do leitor
    5 – A biblioteca é um organismo em crescimento

    Por poupar o tempo do leitor, entende-se se esforçar para que o tempo entre a solicitação do usuário ao sistema e a sua resposta seja mínimo. Para tanto, as bibliotecas cada vez mais investem em sistemas automatizados, por um lado, e em treinamento de pessoal, por outro.

    O serviço de referência também pode ser feito à distância. O que dá mais comodidade ao usuário. Em geral, as bibliotecas oferecem telefone, para receber críticas e sugestões e tirar dúvidas, e e-mail ou formulários web para solicitações mais detalhadas. Neste caso, pode ser chamado de serviço de referência virtual ou digital.

    Serviço de referência é o serviço responsável pelo atendimento do usuário na biblioteca. É, de forma simples, a ponte entre o acervo informacional da biblioteca e o usuário que pretende encontrar alguma informação ali. O primeiro trabalho sobre serviço de referência data de 1876, nos EUA. A origem do Serviço de Referência está diretamente ligada à urbanização e à industrialização, que fez com que as grandes cidades recebessem pessoas sem o mesmo grau de cultura e letramento daquelas que frequentavem bibliotecas até então. Isso fez com que os bibliotecários passassem a se preocupar em como atender melhor pessoas que muitas vezes sequer sabiam ler.

    Dennis Grogan, um dos principais autores sobre o tema, coloca 8 etapas para o processo de referência, a saber:

    O problema: o processo é iniciado com um problema que atrai a atenção de um usuário;
    A necessidade de informação: explicitação do problema pelo usuário, seja por necessidade de conhecer e compreender, seja por curiosidade ou qualquer outro motivo;
    A questão inicial: o usuário formula a questão e solicita auxílio do bibliotecário; inicia-se o processo de referencia, que compreende duas fases: a análise do problema e a localização das respostas às questões;(grifo nosso)
    A questão negociada: o bibliotecário solicita esclarecimentos sobre a questão inicial para atender satisfatoriamente a necessidade do usuário;
    A estratégia de busca: o bibliotecário analisa minuciosamente a questão, identificando seus conceitos e suas relações, para traduzi-la em um enunciado de busca apropriado à linguagem de acesso ao acervo de informações; a seguir, são escolhidos os vários caminhos possíveis para o acesso às fontes especificas para responder a questão apresentada.
    O processo de busca: estabelecimento de estratégias flexíveis que comportem mudança de curso para otimizar a busca;
    A resposta: para a maioria dos casos será encontrada uma resposta, porém isso não constitui o fim do processo, pois a resposta encontrada pode não ser a esperada;
    A solução: o bibliotecário e o usuário devem avaliar se o resultado obtido é suficiente para finalizar o processo de busca.

    7.3 Clipping (ou clipagem): É uma atividade que consiste em fazer leituras de jornais, revistas e periódicos em geral a fim de selecionar matérias de interesse para a instituição ou para os usuários individualmente.

    7.4 Pesquisas e levantamentos bibliográficos: É uma das atribuições mais importantes da biblioteca e, mais nas bibliotecas especializadas, constitui boa parte das solicitações. Consiste em executar pesquisas para os usuários sobre temas específicos nas fontes de informação disponíveis às bibliotecas. Levantamento bibliográfico é um sinônimo para “o que tem sobre determinado assunto” ou “o que tem de determinado autor” na biblioteca. Isso é muito comum. O que tem sobre história do Brasil? Então será feito um levantamento bibliográfico a fim de identificar a bibliografia disponível na biblioteca sobre o tema, incluindo não apenas livros, mas artigos de periódicos e demais documentos.

    7.5 DSI (disseminação seletiva da informação): É o serviço que leva a informação ao usuário, ou seja, dissemina a informação selecionada para a pessoa que precisa/deseja receber a informação.

    Em geral, o usuário tem um cadastro na biblioteca em que indica seus interesses, e a biblioteca envia informações selecionadas para ele.

    7.6 Empréstimo(Circulação).: É o serviço de circulação dos exemplares (documentos) do acervo. Em geral, toda biblioteca tem um balcão de empréstimo/devolução, com sistema automatizado ou não, em que o usuário leva o livro que quer levar, preenche as informações necessárias, e leva o livro para casa durante o período permitido de empréstimo. Caso o usuário deseja ficar mais tempo com o livro, poderá renová-lo caso não esteja reservado, no caso de sistemas automatizados é possível fazer isso sem ir presencialmente na biblioteca. E caso o usuário queira pegar um livro que está emprestado, poderá fazer a reserva do livro. Também aqui, em caso de sistema automatizado, a reserva pode ser feita pelo próprio sistema.

    8. Controle bibliográfico ISBN.

    Criado em 1967 e oficializado como norma internacional em 1972, o ISBN – International Standard Book Number – é um sistema que identifica numericamente os livros segundo o título, o autor, o país e a editora, individualizando-os inclusive por edição.
    O sistema é controlado pela Agência Internacional do ISBN, que orienta e delega poderes às agências nacionais. No Brasil, a Fundação Biblioteca Nacional representa a Agência Brasileira desde 1978, com a função de atribuir o número de identificação aos livros editados no país.
    A partir de 1º de janeiro de 2007, o ISBN passou de dez para 13 dígitos, com a adoção do prefixo 978. O objetivo foi aumentar a capacidade do sistema, devido ao crescente número de publicações, com suas edições e formatos.

    livros com edição de 2006 deverão ser editados com ISBN de 10 dígitos e também com de 13 dígitos (ambos deverão constar no verso da folha de rosto);
    livros com edição de 2007 só poderão ser editados com ISBN de 13 dígitos.

    Deve-se atribuir ISBN:
    A cada edição de uma publicação;
    A cada edição em idioma diferente de uma publicação;
    A cada um dos volumes que integram uma obra em mais de um volume e também ao conjunto completo da obra (coleção);
    A toda reedição com mudança no conteúdo(texto) da obra;
    A cada tipo de suporte, tipo de formato, tipo de acabamento e tipo de capa;
    As reimpressões fac-similares;
    As separatas (desde que apresentem títulos e paginação próprios);

    OBS:
    A reimpressão pura e simples de um livro NÃO requer outro ISBN;
    Mudança na cor da capa, formato de letras e correção ortográfica do texto da obra, NÃO requer outro ISBN.
    As normas também estão disponiveis no Manual do Editor

    “A Atribuição do ISBN não implica no depósito legal automático da obra. Depois de ter o número do ISBN atribuído, um exemplar da obra publicada deve ser encaminhado para o Depósito Legal da Biblioteca Nacional.”
    Uma vez atribuído a uma publicação, um ISBN nunca poderá ser reutilizado para identificar outra publicação.
    Almanaque: publicação normalmente editada todos os anos/anualmente contendo uma grande variedade de fatos de natureza heterogênea (efemeridade, anedotas, informações sobre festividades e feriados, informações estatísticas e as vezes um calendário em comum).
    Ano de Publicação: indicação do ano, mês e dia, quando houver, quando a obra for publicada.
    Anuário: publicação em série que é editada anualmente, em geral tem caráter estatístico, contém um resumo de atividades, informações diversassobre assuntos técnicos.
    Autor(es): pessoa(s) física(s) responsável(eis) pela criação do conteúdo intelectual ou artístico de uma publicação.
    Autor(es) entidade(s): instituição(ões), organização(ões), empresa(s), comitê(s), comissão(ões), evento(s), entre outros, responsável(eis) por publicações em que não se dintingue autoria pessoal.
    Co-Edição: edição entre duas ou mais editoras;
    Copirraite (copyright): proteção legal que o autor ou responsável (pessoa física ou jurídica) tem sobre a sua produção intelectual, científica, técnica, cultural ou artísitica.
    Dados Internacionais de Catalogação na Publicação(CIP): conhecida como ficha catalográfica.É o registro das informações que identificam a publicação na sua situação atual, no verso da folha de rosto.
    Edição: todos os exemplares produzidos a partir de um original ou matriz. Pertencem à mesma edição de uma publicação todas as sua impressões, reimpressões, tiragens etc, produzidas diretamente por outros métodos, sem modificações, independentemente do período decorrido desde a primeira publicação.
    Editora: casa publicadora, pessoa(s) ou instituição(ões) responsável(eis) pela produção editorial de uma publicação.
    Editoração: conjunto de atividades funcionais de um editor, isto é: a seleção, programação, e comercialização dos originais.
    Exemplar: cada unidade impressa de uma publicação;
    Folha de Rosto: folha que contém os elementos essenciais à identificação da publicação, assim como: autor, título, subtítulo, edição, local, editora e data.
    Miolo: conjunto de folhas, reunidas quase sempre em cadernos, que formam o corpo da publicação.
    Organizador: pessoa física que reune em uma só obra, trabalho de outras pessoas.
    Reedição: edição diferente da anterior, seja por modificações feitas no conteúdo, na forma ou na apresentação da publicação ou seja por mudança de editor.
    Cada reedição recebe um número de ordem: 2ª edição, 3ª edição etc.
    Reimpressão: nova impressão da publicação, sem modificação no conteúdo ou na forma de apresentação (exceto correções de erros de composição ou impressão), não constituindo nova edição.
    edição atualizada / edição revista: permanece o mesmo número de ISBN e também a mesma edição. edição ampliada / edição aumentada: permanece o mesmo número de ISBN e será a mesma edição.
    anuário: publicação anual destinada ao relato de assuntos, em diversos campos da atividade humana, no período de 12 meses ( é um periódico e recebe ISSN)
    brochura: livro de papel mole
    coletânea: conjunto selecionado de obras
    capa dura: acoplagem de um papel fino, tecido, percaluz, couro sintético etc. em um cartão de maior gramatura (acima de 1250g/m2)

    Apresentação do ISBN
    O ISBN deve ser escrito ou impresso, precedido pela sigla ISBN, a cada segmento separado por hífen.
    EX: ISBN 978-85-333-0946-5
    Impressão do número do ISBN
    No verso da folha de rosto
    No pé da 4ª capa, do lado direito junto a lombada

    Um ISBN é como o código postal de um livro. Tem 13 dígitos – antes de 2007 eram 10 – que precedem a sigla ISBN e pode ler-se na parte inferior da contracapa, junto ao código de barras, e na primeira página onde se referem todos os dados referentes aos direitos de autor. Estes dígitos dividem-se em cinco grupos separados através de espaços ou hífenes – o manual de ISBN recomenda o uso de hífens.

    1ª Parte – Group Country Identifier: Diz respeito ao país de origem do livro;
    2ª Parte – Publisher Identifier: Código identificativo do editor do livro;
    3ª Parte – Title Identifier: Código identificativo do título do livro ou da edição
    4ª Parte – Check Digit: Dígito de validação.

    O primeiro grupo corresponde ao prefixo Bookland que se representa nos livros como 978. O segundo grupo corresponde ao identificador do país, área geográfica ou linguística – a Portugal corresponde o número 972. O terceiro grupo é o prefixo editorial e é um número atribuído pela agência responsável pela gestão do ISBN num determinado país ou área territorial. O identificador do título é o grupo seguinte, e a sua função consiste em determinar um número para uma edição específica de cada publicação. O último grupo é odígito de controlo, um número que surge através de uma operação matemática e que garante a individualização perfeita de cada ISBN.
    Se escolheres um ISBN do Bubok para o seu livro, terá o prefixo editorial do Bubok.
    Se preferir tratar por si do ISBN, a Agência de ISBN irá atribuir-lhe um ISBN de auto-edição.

    NBRISO2108: Informação e documentação – Número Padrão Internacional de Livro (ISBN)

    9. Controle bibliográfico ISSN.

    O ISSN – Número Internacional Normalizado para Publicações Seriadas (International Standard Serial Number) é o identificador aceito internacionalmente para individualizar o título de uma publicação seriada, tornando-o único e definitivo. Seu uso é definido pela norma técnica internacional da International Standards Organization ISO 3297.
    O ISSN é operacionalizado por uma rede internacional, e no Brasil o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia – IBICT atua como Centro Nacional dessa rede.
    O ISSN identifica o título de uma publicação seriada em circulação, futura (pré-publicação) e encerrada, em qualquer idioma ou suporte físico utilizado (impresso, online, CD-ROM etc).
    O ISSN é composto por oito dígitos, incluindo o dígito verificador, e é representado em dois grupos de quatro dígitos cada um, ligados por hífen, precedido sempre por um espaço e a sigla ISSN.
    Exemplo: ISSN 1018-4783.
    O editor interessado no registro de suas publicações seriadas, poderá obter o formulário e instruções de solicitação do ISSN nesta home page, ou solicitá-los ao Centro Brasileiro do ISSN, IBICT.

    Os editores não são legalmente obrigados a ter um ISSN mas há muitas vantagens em se ter um ISSN para suas publicações seriadas.
    Como o sistema do ISSN é internacional e cada ISSN é único, um ISSN pode identificar uma publicação seriada independentemente de seu idioma ou país de origem fazendo a distinção entre publicações seriadas com o mesmo nome ou títulos semelhantes.
    O ISSN é usado onde a informação sobre publicações seriadas necessita ser registrada e comunicada com precisão (ordens de compra, pesquisas em base de dados, etc.).
    O ISSN proporciona um método eficiente e econômico de comunicação entre editores, fornecedores e compradores de publicações seriadas. Proporciona, também, um ponto de acesso útil aos catálogos de editores, diretórios comerciais, inventários automatizados, bibliografias, etc.
    O ISSN é amplamente usado em bases de dados automatizadas na organização, recuperação e transmissão de dados sobre publicações seriadas.
    O ISSN é amplamente usado por bibliotecas para identificar, ordenar e processar títulos de publicações seriadas.
    Publicações que têm ISSN fazem parte dos registros de publicações seriadas mantido pelo Centro Internacional do ISSN, em Paris.

    O que é uma publicação seriada?
    Publicação seriada é uma publicação editada em partes sucessivas que pretende ser continuada indefinidamente. Cada edição de uma publicação seriada tem uma designação numérica e/ou designação cronológica (volume, número e ano de publicação) distinguindo cada uma das edições individuais da publicação, com intenção de ser continuada indefinidamente.
    Podem ser publicados em qualquer mídia (impresso, CD-ROM, via internet, etc.). Se uma publicação seriada for editada em mais de uma mídia, um ISSN é requerido para cada formato em que a publicação é editada.
    Ver também Publicação Seriada
    topo
    Quais são os tipos de publicações seriadas?
    Publicações seriadas incluem periódicos, magazines, jornais, anuários, (tais como livros do ano, relatórios anuais e diretórios, etc.) memórias, anais de congressos, publicações de sociedades e séries monográficas.

    Para periódicos impressos o local do ISSN é na capa ao alto no canto direito
    Para periódicos online deve aparecer na primeira tela da revista, ao alto no canto direito.
    Para periódicos em CD-ROM deve aparecer na capa e no rótulo ao alto no canto direito, além da tela de apresentação.

    O ISSN (International Standard Serial Number), Número Internacional Normalizado para Publicações Seriadas (português brasileiro) ou Número Internacional Normalizado das Publicações em Série (português europeu), é o identificador de publicações seriadas aceito internacionalmente. Seu uso é definido pela norma técnica ISO 3297:2007 – Information and documentation – International standard serial number (ISSN).

    10. Circulação do material bibliográfico: empréstimo, devolução, consulta, etc.

    Circulação do material bibliográfico entende-se como a circulação do acervo da biblioteca entre a sua comunidade. Essa circulação se dá através do empréstimo de livros aos indivíduos da comunidade, com tempo estipulado para ser devolvido para que outros possam tomá-lo emprestado. Existe uma sequência lógica aqui.

    1 – O usuário irá fazer uma consulta ao catálogo da biblioteca. As bibliotecas universitárias, quase sempre, possuem um sistema de bibliotecas para gestão de seus catálogos, e oferecem um catálogo em linha (OPAC).
    2 – Após encontrar o livro na base, o usuário irá verificar se o livro está disponível para empréstimo. Se o livro estiver disponível, o usuário irá localizá-lo nas estantes para realizar o empréstimo (caso o acervo da biblioteca seja fechado, ou seja, sem acesso para os usuários, o livro deverá ser solicitado no balcão). Se o livro não estiver disponível o usuário deve identificar a razão. Se o livro não puder ser emprestado, pode ser feita uma consulta local. Se o livro estiver passando por reparos, o usuário deverá retornar em outro momento. Se o livro estiver emprestado, o usuário poderá fazer uma reserva do livro.
    3 – Com o empréstimo realizado, o usuário deverá ficar atento ao prazo para devolução. Ao fim do prazo, caso o usuário queira permanecer com o livro, deverá consultar o sistema para saber se há reservas. Se houver reservas, deverá devolver o livro. Caso não hajam reservas, o usuário poderá renovar o empréstimo e permanecer com o livro.

    É importante saber que existem diferentes prazos de empréstimo a depender do material a ser emprestado (livros com grande rotatividade geralmente tem menor prazo de empréstimo), e do tipo de usuário (professores e alunos de pós-graduação normalmente tem um prazo maior do que alunos de graduação, por exemplo). Também vale lembrar que é bastante comum a aplicação de multas diárias para os atrados na devolução e, em muitos casos, a multa é mais alta para livros que estão com reservas.

    7. Registro de Periódicos: KARDEX.

    Ficha Kardex é uma ficha de registro de periódicos. É usada para registrar cada periódico e exemplar que entra na biblioteca. Periódicos são publicações seriadas (em série). Possuem esse nome pois obedecem a uma periodicidade (período de tempo) qualquer. Podem ser diários (como os jornais de grande circulação), semanais, quinzenais, mensais, bimestrais, trimestrais, quadrimestrais, semestrais, anuais, bianuais, e assim por diante. Curiosidade: periódicos de países com estações do ano bem definidas costumam ser trimestrais e trazem a estação e não os meses.

    As publicações seriadas acadêmicas, que são mais utilizadas em bibliotecas universitárias (também chamadas de bibliotecas acadêmicas), apresentam em geral periodicidade de mensal em diante. Ao final de um ano, elas mudam o número do ano ou volume, que indicam quase sempre o tempo de existência da publicação. Por exemplo, Revista Ciência da Informação, vol. 1, número 3.

    O Kardex é muito importante para que sejam identificadas lacunas na coleção (exemplares que não foram recebidos pela biblioteca) e também duplicatas recebidas.

    ficha kardex

    Inclusão regular de informações relativas ao controle de recebimento de fascículos das publicações em série. Basicamente as informações são: número do volume, número do fascículo, mês (se houver), ano.

    O nome Kardex é o nome da empresa que fabricava as fichas e os arquivos para essas fichas. A empresa ainda hoje existe e atua no mercado de armazenamento de documentos. Apesar do controle de recebimento de periódicos ser feito em softwares automatizados, ainda se usa o nome kardex.

    Bibliografia

  • CUNHA, M.B. da; CAVALCANTI, C.R. Dicionário de biblioteconomia e arquivologia. Brasília: Briquet de Lemos, 2008.
  • FONSECA, E.N. da. Introdução à biblioteconomia. 2. ed. Brasília: Briquet de Lemos, 2007.
  • MEY, E.S.A. Introdução à catalogação. Brasília: Briquet de Lemos, 1995.
  • SILVA, D.A. da; ARAUJO, I.A. Auxiliar de biblioteca: técnicas e práticas para formação profissional. 5. ed. Brasília: Thesaurus, 2003.
  • Fundação Biblioteca Nacional
    IBICT

    Força nos estudos!!!!

    302 comentários

    { 1 trackback }

    Auxiliar de biblioteca UFAL Análise de prova
    14 de julho de 2009 às 9:36 am

    { 301 comments… read them below or add one }

    Igor Henrique 22 de setembro de 2009 às 10:07 am

    Olá Gustavo estou me preparando para um concurso do Sesc-Ba auxiliar de biblioteca e nao possuo o material necessário para estudo. Será que vc poderia me ajudar?
    O conteúdo é este: unidades de informação: tipos de Biblioteca, Centros de Documentação e Informação;
    atuação do Auxiliar de Biblioteca. Processamento técnico do acervo. Técnicas e processos de aquisição. Tombamento.
    Representação descritiva: códigos nacionais e internacionais. Representação temática: sistemas e tabelas
    internacionais e nacionais de classificação. Localização das obras no acervo, conservação de materiais. Inserção de
    dados em bases impressas ou eletrônicas. Preparação de materiais para circulação. Organização, preparo do espaço
    físico: disposição de mobiliário. Comunicação visual: sinalização

    Camile Moraes 23 de setembro de 2009 às 8:48 am

    Olá, estou vendo muitas pessoas interessadas no livro Auxiliar de Biblioteca, da Thesaurus. Estou vendendo o meu, ele está novinho! Comprei só para estudar para um concurso. Tenho também um livro chamado Concursos Públicos em Biblioteconomia: estudo e prática. É um livro só de questões de concursos com respostas comentadas, muito bom para quem vai fazer prova…
    meu e-mail é camilemoraes@yahoo.com.br; vou colocar essa oferta no mercado livre também.
    um abraço, bons estudos!
    Camile

    LILIAN CARVALHO 23 de setembro de 2009 às 8:07 pm

    Gustavo, estou inscrita para o concurso do Sesc-Ba como auxiliar de biblioteca e não possuo material para estudo. Gostaria de saber se voce pode me ajudar. Conteúdo programático:tipos de biblioteca, centros de documentação e informação , atuação do auxiliar de biblioteca, processamento técnico do acervo, técnicas e processos de aquisiçào, tombamento, representação descritiva: códigos nacionais e internacionais, representaçào temática: sistemas e tabelas nacionais e internacionais de classificação, localizaçào das obras no acervo, conservação de materiais, inserção de dados em bases impressas ou eletronicas, preparaçào de materiais para circulação, organização, preparo do espaço físico: disposição de imobiliário, comunicação visual:sinalização

    Luiz Carlos 27 de setembro de 2009 às 10:55 am

    Gustavo,

    Se vc puder mandar também pra mim o material para Aux. Biblioteca do Sesc/BA eu agradeço.
    Abraço.
    Luiz.oj@gmail.com

    Gustavo Henn 27 de setembro de 2009 às 11:29 am

    Olá pessoal! Agradeço a confiança. O único material que eu tenho para auxiliar de bibliotecas é este mesmo, não há outro. Há sim livros e apostila voltados para bibliotecário nível superior. Bons estudos.

    Dulce 7 de outubro de 2009 às 9:38 pm

    Olá

    Gustavo,

    Gostaria de lhe agradecer pela oportunidade de ler seu trabalho para o concurso. “Não querendo ser chata a parte
    de estrutura o que está estrita Expediente Noturno” ou não.

    Agradeco seu esforço por nos ajudar.

    Dulce, posso tirar duvidas?

    Daniel 7 de outubro de 2009 às 9:38 pm

    Conteúdo Programático: unidades de informação: tipos de Biblioteca, Centros de Documentação e Informação; atuação do Auxiliar de Biblioteca. Organização, preparo do espaço físico: disposição de mobiliário. Comunicação visual: sinalização. Ética profissional. Relações públicas e interpessoais.

    Conhecimentos mais específicos como CDD e CDU, referências etc certamente não será cobrado ou estou equivocado? Agradeço.

    Gustavo Henn 7 de outubro de 2009 às 10:41 pm

    Olá Daniel! Bom, não costuma cair CDD e CDU para auxiliar e como não está no programa, caso apareça cabe recurso. Bons estudos.

    Gustavo Henn 7 de outubro de 2009 às 10:41 pm

    Olá Dulce! Obrigado pelo incentivo. Bons estudos.

    Dulce 8 de outubro de 2009 às 11:12 pm

    Boa noite,

    Gustavo

    Eu não entendi como funciona a permuta entre as bibliotecas na parte que fala das Duplicatas?

    obrigado…

    Dulce

    Arlete Gomes Da Silva 13 de outubro de 2009 às 10:34 am

    Por favor gostaria de saber se vocês possuem material recente para concursos na área de Biblioteconomia.
    Se for possível disponibilizar, ficarei imensamente grata.

    Att,
    Arlete

    Cássila 15 de outubro de 2009 às 1:22 pm

    oii..Gustavo,gostaria de saber se eu fiz um trabalho escolar e tombasse na biblioteca da escola ele seria ainda meu ou seria patrimonio da biblioteca e por quê?
    obrigada.

    Resposta: o conteúdo intelectual é da sua autoria, então é seu. agora o trabalho físico, se for tombado pela biblioteca, é da biblioteca.

    Rogério 19 de outubro de 2009 às 3:03 pm

    Olá gustavo, muito obrigado pelos esclarecimentos,tenho certeza de que esse seu teabalho tem ajudado e muito a todos que lutam por uma vaga no mercado de trabalho.

    Renicarlos 22 de outubro de 2009 às 11:02 am

    vcs podem mandar um material para auxiliar de biblioteca para eu estudar para concurso.

    Nivia 24 de outubro de 2009 às 10:58 am

    Olá pessoal estou escrita no concurso do sesc tbmé não achei muito material não quem tiver algunha coisa pode por favor me enviar agradeço e conteudo é igual ao do Gustavo.Um abraço

    Nivia 24 de outubro de 2009 às 11:00 am

    Gustavo por favor me ajude com as apostilas pois o concurso é amanhã 25/10/09.Agradecida

    Antonio Jorge Valerio 24 de outubro de 2009 às 4:15 pm

    bom

    Francielly 27 de outubro de 2009 às 4:07 pm

    Oi Gustavo gostaria de lhe dar meus parabéns pois não são todos que trabalham em uma biblioteca que explicam de forma bem detalhada assim, bem exclarecido até mesmo os leigos poderiam entender, trabalho em uma biblioteca em uma faculdade aqui em goiás começei com 16 anos mas eu adoro o que faço é maravilhoso. bom meus parabéns boa sorte que DEUS te ilumine para que você possa estar sempre inspirado para ajudar seu próximo. tenha um fim de ano, e um ano novo maravilhoso você merece!

    Evelise Bueno 7 de novembro de 2009 às 2:07 pm

    Boa Tarde!
    Por gentileza, estou desesperada atrás de conteúdo específico sobre biblioteca. Procurei nas bibliotecas de minha cidade, porém não encontrei muita coisa…É tudo muito vago. os assuntos que preciso saber são: Noções da história e conceituação da Biblioteca. Serviço de Referência: Conceituação. Usuários. Principais categorias de usuários. Noções de coleção e referência. Reconhecer diferentes tipos de documentos a serem arquivados em uma biblioteca. Serviços de atendimento prestados aos usuários internos e externos da biblioteca. Auxílio no Arranjo dos livros nas estantes……… Li seu resumo sobre Biblioteca e agradeço de coração, pois já vai me ajudar em alguma das questões, porém falta algumas coisas… Se tiver alguma noção ou conteúdo sobre as informações que preciso, peço encarecidamente que me envie por e-mail, ficarei imensamente grata.

    Agradeço desde já. ;)

    Gustavo Henn 7 de novembro de 2009 às 2:35 pm

    Francielly, muito obrigado :D

    Evelise, obrigado. Espero um dia continuar escrevendo essa apostila. Boa sorte.

    Cléia Guimarães 7 de novembro de 2009 às 3:41 pm

    Olá Gustavo,
    Tudo bem?
    Como faço para conseguir comprar os livros para concursos organizados por você???
    Já tentei comprá-los usando minhas fontos para aquisição, mas não consegui, pode me ajudar?
    Abraços
    Cléia

    Ana Eleusa 14 de novembro de 2009 às 5:35 pm

    Olá, Gustavo!
    Que maravilha voce nos dá. Trabalho a oito anos em Biblioteca Pública e sempre estou procurando alguma informação que possa melhorar meu desempenho. Infelizmente o Poder Público local não se empenha para que todos os funcionários da Administração sejam treinados. A gente se vira por conta própria.
    Muito obrigada por essa ajuda.
    ANA

    luis carlos 20 de novembro de 2009 às 10:17 am

    Olá Gustavo, estou a um ano trabalhando como atendente de biblioteca municipal aqui em Tomazina (interior do Pr), minha unica relação com biblioteca antes deste trabalho é a intimidade que tenho com livros, sempre gostei de ler desde criança. Aqui sinto falta de material para aprimorar tecnicamente a nossa biblioteca. Desde que começei as minhas pesquisas sobre o assunto achei o seu artigo o mais interessante de todos….Tenho um livro que fala sobre a CDD mas não é completo. Temos no nosso acervo mais de sete mil livros que estão registrados mas não catalogados. Poderia me indicar um livro básico sobre catalogação? Suas informações valeram muito. Obrigado.

    Dora 17 de dezembro de 2009 às 9:37 pm

    Por gentileza, vou fazer um concursono sesc estou desesperada atrás de conteúdo específico sobre biblioteca. Procurei nas bibliotecas de minha cidade, porém não encontrei muita coisa…É tudo muito vago. os assuntos que preciso saber são: Noções da história e conceituação da Biblioteca. Serviço de Referência: Conceituação. Usuários. Principais categorias de usuários. Noções de coleção e referência. Reconhecer diferentes tipos de documentos a serem arquivados em uma biblioteca. Serviços de atendimento prestados aos usuários internos e externos da biblioteca. Auxílio no Arranjo dos livros nas estantes……… Li seu resumo sobre Biblioteca e agradeço de coração. Se tiver alguma noção ou conteúdo sobre as informações que preciso, peço encarecidamente que me envie por e-mail, ficarei imensamente grata.

    Agradeço desde já.

    karla 30 de dezembro de 2009 às 5:10 pm

    muito boa sua idéia …foi de grande ajuda para mim

    Maria Aparecida 12 de janeiro de 2010 às 2:42 pm

    Gostei de ler este material. Estou muito interessada em conhecer o assunto BIBLIOTECA. Estamos organizando uma escolar. Valeu!

    Elisabeth 12 de janeiro de 2010 às 10:56 pm

    Olá Gustavo
    Gostaria de orientação para busca de livros e apostilas para concurso nivel superior.
    Obrigado

    Mary 29 de janeiro de 2010 às 2:47 pm

    Oi.Eu vou fazer o concruso da pref da minha cidade e gostaria se possível de sua ajuda com uma apostila mais detalhada os assuntos para estudo sao:
    • Bibliotecas: tipos e conceitos.
    • Estrutura física da biblioteca.
    • Organização funcional da biblioteca.
    • Acervo: seleção/aquisição, tratamento técnico.
    • Armazenagem da documentação, preservação do acervo.
    • Catálogos: tipos e referências.
    • Serviços aos usuários: treinamento, orientação e consulta, referência, clipping, pesquisas,
    levantamentos bibliográficos e empréstimo.
    • Normas da ABNT.
    • Noções de catalogação e classificação.

    Ana Maria Martins 15 de fevereiro de 2010 às 10:28 am

    Olá! Gustavo. Estou estudando para o concurso, Técnico em Biblioteconomia- prefeitura de Esteio- RS. Achei teu blog. É ótimo, belas dicas de estudo. Faço o curso de Técnico em Biblioteconomia no IFES- antiga escola técnica da UFRGS. Estou enviada no meios dos livros neste feriado- concurso dia 21/02 . Beijos! Ana Maria

    jo 24 de fevereiro de 2010 às 3:06 pm

    gostaria de saber se para o tombamento dos livros eu devo tombar em livros diferentes os do pneb,doações ,aquisições proprias e outros ou posso tombar todos em um único livro ,apenas acrescentando nas observações como foi adquirido?

    Almir 1 de março de 2010 às 9:53 pm

    Vou fazer um concurso da unesp, e um assunto que irá cair na prova é sobre biblioteconomia, gostaria de saber se alguém pode me dizer onde encontro material para estudo, meu e-mail: almir_093@hotmail.com. No edital do concirso diz que vai cair: História e conceituação da Biblioteca Universitária. Serviço de Referência: Conceituação. Usuários. Principais categorias de usuários. Coleção e Referência. Diferentes tipos de documentos. Serviços prestados aos usuários. Arranjos dos livros nas estantes. Serviços Cooperativos. Serviço de Tratamento de Coleção: Atividades Básicas. Aquisição/Tombamento. Classificação/Catalogação. Catálogos coletivos. Regras para arquivamento e alfabetação. Informatização de Bibliotecas Universitárias.

    max deulen 16 de março de 2010 às 7:04 pm

    vou fazer um concurso do ifam, quero provas anteriores de auxiliar de bibliotecas se voçê tiver alguma coisa manda prá mim ,por favor

    max deulen 16 de março de 2010 às 7:06 pm

    max deulen, meu e-mail é maxdeulen@yahoo.com.br provas referentes de auxiliar de bibliotecas

    Cristina 25 de março de 2010 às 3:26 pm

    Oi vou fazer o concurso público da minha cidade Belém do Pará, auxiliar de bibliotecas, o conteudo é extenso, e nem sei todo, gostaria q me ajudasse. É o concurso do INSTITUTO EVANDRO CHAGAS.

    Se puder me ajudar agradeço!!

    Anisia Afonso Chirindja 25 de março de 2010 às 7:58 pm

    obrigada
    os vossos textos estao a ajudar-me a enriquecer bastante
    podiam abordar com profundidade sobre BIBLIOTECAS DE LIVRE ACESSO?
    como poderei ter este material?
    bjs

    Renata 25 de março de 2010 às 10:25 pm

    Olá,
    Parabens pelas informações preciosas que você nos passou, para quem não sabia nadaa disso, clareia as ideias. Teria como me ajudar? Não tenho Nenhum material para estudo , se puder me ajudar o meu e-mail: seabragatinha@hotmail.com
    Os materias de que necessito:
    1.Bibliotecas: tipos e conceitos. 2.Organização funcional de bibliotecas. 3.Noções básicas: acervo, seleção/aquisição e tratamento técnico. 4.Armazenagem da documentação e preservação do acervo. 5.Tipos de catálogos. 6.Atendimento ao usuário: circulação e empréstimo; levantamentos bibliográficos; orientação a consulta e pesquisa; serviços de referência. 7. Uso de tecnologias em unidades de informação.

    graça 28 de março de 2010 às 10:21 pm

    se puder me enviar material de auxiliar de biblioteca, para estudo agradeço pois, não tenho como estudar.

    MOnica 29 de março de 2010 às 1:38 pm

    Gostaria de saber se tem como vc madar um apostila sobre conhecimentos especifico de auxiliar de biblioteca pois vou prestar um concursos publico. Desde já agradeço

    maria José da Costa Soares 31 de março de 2010 às 9:32 am

    gostaria q vcs mandassem material para estudar para um concurso q vai ter de auxiliar de biblioteca

    maria José da Costa Soares 31 de março de 2010 às 9:37 am

    Olá, é Maria José de novo, pedindo q se por favor com urgência vcs me enviassem materiais para auxiliar de biblioteca pq naum tenho nada ]sobre o assunto ,e necessito muito estudar.Meu e-mail é dedea_eduarda@hotmail.com.br.Desde já obrigada!!!!

    Gustavo Henn 31 de março de 2010 às 9:40 am

    Olá Maria José! Todo o material sobre auxiliar de bibliotecas é este post. Bons estudos.

    nilton da silva fº 31 de março de 2010 às 12:45 pm

    Gostaria de saber como faço a escriçao do curso de aux.de bib,a distancia ?

    VALDICEIA 3 de abril de 2010 às 10:18 am

    Caro Gustavo,
    Estou estudando para o concurso de biblioteconomia da Quarta Região. Comprei o seu livro ( biblioteconomia para concurso ) e a sua apostila ( antiga ) que, diga-se, são excelentes.
    Contudo, preciso urgente de algumas “dicas” ou mais resumos, você me consegue mais alguma material?
    Obrigada,
    Valdicéia

    Beatriz Biagini 4 de abril de 2010 às 1:26 pm

    Olá, estou estudando para uma prova para auxiliar de biblioteca e tem uns tópicos que eu não consegui entender a que se refere. Se o Gustavo ou alguma outra pessoa puder me dizer o que exatamente estão pedindo pra eu estudar agradeceria muito!!

    - OBRAS NACIONAIS E INTERNACIONAIS… (será que querem que eu saiba identificar entre um frances, um búlgaro e brasileiro qual é o nacional? acho que não!)

    - TIPOS DE DOCUMENTOS E FINALIDADES (em arquivologia tem os correntes, intermediários… mas em biblioteconomia pode se referir a que? livros, periódicos, etc?)

    São estas as minhas dúvidas, quero uma dica sobre que tipo de informação devo procurar.

    E que site legal, gostei bastante!

    Obrigada,

    Beatriz

    Gustavo Henn 4 de abril de 2010 às 7:06 pm

    Olá Valdiceia! Bom, do que você precisa exatamente? Se puder ajudar, ajudo sim.

    silvana 5 de abril de 2010 às 5:28 pm

    boa tarde Gustavo vou estudar para concurso preciso saber se na tua apostila contem todos esses topicos que preciso.
    *Bibliotecas: tipos e conceitos,organizacao e administracao ;Acervo;Documento;Referência;Normalizaçãdocumentos conforme ABNT, Noções de preservação e conservação de acervo. Att. Silvana obrigado.

    sueli 7 de abril de 2010 às 10:20 am

    oi.
    vou fazer concurso do cefet/mg auxiliar de biblioteca e nao nao apostila da materia especifica (1. História do livro e da biblioteca; 2. Bibliotecas: tipos e conceitos; 3. Noções de preservação de documentos; 4. Noções de catalogação e classificação; 5. Noções de organização e administração de bibliotecas: 5.1. Acervo; 5.2. Serviços; 5.3. preparo técnico; 5.4. arranjo nas estantes; 6. Serviços ao usuário; 7. Direitos autorais 8. Ética profissional/relações no ambiente do trabal) se vc tiber pode mandar pra mim?
    obrigada

    Jonaza Glória 9 de abril de 2010 às 11:38 am

    Parabéns Gustavo, pela iniciativa de dividir os teus conhecimentos…gostaria de saber como faço para adquirir as tuas apostilas antigas.
    Atenciosamente

    Gustavo Henn 9 de abril de 2010 às 12:09 pm

    Olá Jonaza! Obrigado. Bom, o resumão é uma nova edição revista e atualizada das apostilas antigas. Você pode adquirir pelo email mariajneto2@hotmail.com bons estudos!

    luciane 9 de abril de 2010 às 3:00 pm

    Oi!!O que vc colocou ai na net já me ajudou de mais pq farei um concurso e não havia encontrado nada.Ainda preciso da história do livro e da biblioeca;catalogação e classificação;preparo técnico e arranjo nas estantes;além de direitos autorais; ética profissional relação no ambiente no de trabalho.Obrigada

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